EAV Parque Lage

Comissão de Ensino

Camilla Rocha Campos é auto-revolucionária, artista, professora, escritora, mãe. Institucionalmente possui mestrado em Teoria da Arte pela UERJ. Atualmente é diretora da residência artística internacional CAPACETE e professora do programa de Formação e Deformação na escola de artes visuais do Parque Lage, ambos no Rio de Janeiro.

Charles Watson é educador e palestrante, especializado no Processo Criativo / Problem Finding e Desempenho Otimizado. Formado pela Bath University / Inglaterra, ministra o workshop O Processo Criativo, na EAV Parque Lage / Rio. De centros culturais pelo Brasil à empresas como Coca-Cola, Natura, Procter&Gamble, Globo, Vale, 3M, Concremat, realiza palestras desde a década de 90. Sua pesquisa interdisciplinar, constantemente atualizada, investiga fatores que influenciam processos de inovação e criação.
Diretor do workshop Dynamic Encounters, há 27 anos proporciona viagens nacionais (80) e internacionais (57), com visitas à museus, galerias, eventos de arte e ateliês de artistas, resultando em um acervo audiovisual de aproximadamente 1.500 horas de entrevistas com profissionais da indústria criativa.
Seu workshop intensivo de desenho e conceitualização Procedência & Propriedade é um marco em educação visual e o Grupo de Estudos uma referência de produção prática e análise crítica. Além dessas atividades educacionais, Charles é construtor de barcos e ensina physical thinking através do workshop de marcenaria e construção naval Wet Dream.
A abrangência de suas experiências tem resultado em palestras únicas, provocativas e às vezes desconcertantes, abordando temas aparentemente tão distintos quanto evolução, sistemas complexos, ecologia, arte contemporânea e esportes radicais, sempre com uma pitada de humor britânico.

Clarissa Diniz nasceu em Recife e atualmente reside no Rio de Janeiro. Graduada em Lic. Ed. Artística/Artes Plásticas pela Universidade Federal de Pernambuco, UFPE; mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Entre 2006 e 2015, foi editora da Tatuí, revista de crítica de arte. Publicou inúmeros catálogos e livros, dos quais destacam-se: Crachá – aspectos da legitimação artística (Recife: Massangana, 2008) e Gilberto Freyre (Rio de Janeiro: Coleção Pensamento Crítico, Funarte, 2010; em coautoria com Gleyce Heitor).Tem textos publicados em revistas, livros e coletâneas sobre arte e crítica de arte brasileira, como Criação e Crítica – Seminários Internacionais Museu da Vale (2009); Artes Visuais – coleção ensaios brasileiros contemporâneos (Funarte, 2017); Arte, censura, liberdade (Cobogó, 2018), dentre outros. De curadorias desenvolvidas, destacam-se contidonãocontido, cocuradoria com Maria do Carmo Nino e EducAtivo Mamam (Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, Recife-PE, 2010), Contrapensamento selvagem (cocuradoria com Cayo Honorato, Orlando Maneschy e Paulo Herkenhoff. Instituto Itaú Cultural, SP), O abrigo e o terreno (cocuradoria com Paulo Herkenhoff. Museu de Arte do Rio – MAR, 2013), Ambiguações (Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, 2013), Pernambuco Experimental (Museu de Arte do Rio – MAR, Rio de Janeiro, 2013), Todo mundo é, exceto quem não é – 13ª Bienal Naifs do Brasil (SESC Piracicaba, 2016 e Sesc Belezinho,2017), Dja Guata Porã – Rio de Janeiro Indígena (cocuradoria com Sandra Benites, Pablo Lafuente e José Ribamar Bessa. MAR, 2017) e À Nordeste (cocuradoria com Bitu Cassundé e Marcelo Campos. Sesc 24 de Maio, São Paulo, 2019). Foi curadora assistente do Programa Rumos Artes Visuais 2008/2009 (Instituto Itaú Cultural, São Paulo) e, entre 2008 e 2010, integrou o Grupo de Críticos do Centro Cultural São Paulo, CCSP. Foi pesquisadora do projeto Documents of 20th-century Latin American and Latino Art (International Centre for the Arts of the Americas – Museum of Fine Arts, Houston). Foi curadora convidada do Centre for Curatorial Leadership 2014 (Museum of Modern Art, MoMA, New York).

Marcelo Campos é professor e coordenador de graduação-Instituto de Artes da UERJ. Doutor em Artes Visuais – PPGAV da EBA-UFRJ. Textos publicados em periódicos e catálogos nacionais e internacionais. Curador das exposições Faustus, de José Rufino, Palácio da Aclamação, Salvador(2009); E agora toda terra é barro, de Brígida Baltar, CCBNB, Cariri e Fortaleza(2008/2009); Sertão contemporâneo, Caixa Cultural-RJ e Salvador(2008/2009).

Prili é artista, formação em Desenho pela Camberwell College of Arts. Trabalha como artista e educadore de artes. Traça pontos entre jogos, cidade e materiais. É atraíde por inversões e mudanças de perspectivas, transações que são constantes para crianças.