EAV Parque Lage

Alain Alberganti

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Doutor em Estética (especialidades arte visual e teatro) pela Universidade Paris 8 (França). Em 2013, publicou, “De l'art de l'installation - La spatialité immersive” (“Da arte da instalação - A espacialidade imersiva”) na Editora L'Harmattan (Paris - França). Escreveu vários artigos sobre a arte da instalação em ligação com o corpo, o espaço urbano e o político. Realizou instalações e performances na França e no Rio de Janeiro, onde mora desde 2013.

Ana Benjó

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Psicóloga, graduada em 1982 pela Universidade Santa Úrsula, pós graduada em 1985 pela Universidade Santa Úrsula, psicanalista, Membro da Escola Lacaniana de Psicanálise – RJ, Professora de Psicologia e Psicanálise na Faculdade de Pedagogia do Instituto Santa Izabel e na Pós-Graduação em Psicologia Clínica na Faculdade Maria Teresa – Niterói.

Ana Clara Lemos

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Ana Clara Lemos estuda Arquitetura e Urbanismo na UFF Niterói, realiza diversos cursos de arte simultaneamente como a disciplina de xilogravura com Marcos Varela e litogravura com Kazuo Iha (EBA - UFRJ) em 2018 e a Oficina de Verão “Revoltas da Poesia e Ascensão Fascista” com Marcelo Reis de Mello no Centro Cultural da UERJ - COART; Em 2017 cursou um período de intercâmbio na Universidade Beira Interior em Covilhã Portugal pelo programa de Mobilidade Acadêmica da Universidade Federal Fluminense; Em 2018 realiza a intervenção “Memória Herzog” no Projeto Vitrine Efêmera do Estudio Dezenove e junto com Pedro Ivo executa o painel em stencil “Tempos de Violência” na fachada da Cine Galeria, Largo do Guimarães, Santa Teresa.

Ana Emerich

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Artista e pesquisadora, Ana Emerich propõe relações entre lugar, materialidades e dimensões sonoro-visuais. Tem interesse por poéticas de deslocamento e por práticas de criação em imersão temporal – nos pequenos ritmos e desvios entre o visível e o não evidente – nas modulações entre corpo, espaço, singularidade e multidão. Compõe com sons, imagens, ações, palavras. Seus trabalhos são apresentados em contextos expositivos, editoriais e cênicos. Bacharel em Música–Regência (UNICAMP), mestre em Artes Visuais (UERJ), foi aluna em cursos de aprofundamento na EAV Parque Lage e na Escola de Dança Angel Vianna. Atuou como regente à frente de orquestras e coros, e na coordenação de projetos musicais na Fundação OSESP e Orquestra Petrobras Sinfônica. Participa de residências artísticas e exposições, entre elas: Foz Afora (Prêmio Rumos); Pavilhão (Casa França-Brasil); Trans-in-Corporados (Museu de Arte do Rio/MAR); Como Rasurar a Paisagem (Prêmio Rumos); Agora somos mais de mil (EAV Parque Lage); Novíssimos (Galeria Ibeu); Double-Mouth/Dupla-Boca (Noruega/Brasil). Realiza o “Atelier da Escuta” em diferentes contextos desde 2011. “Vou por teu corpo como por um rio” é seu trabalho mais recente, comissionado para a exposição “Rios do Rio”, no Museu Histórico Nacional/MHN, em 2019. www.anapaulaemerich.com

Ana Miguel

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Ana Miguel é artista. As relações humanas, a literatura, as palavras, os deslizamentos dos sentidos e a experiência do tempo, dos sentimentos e dos afetos constituem a matéria do seu trabalho desconcertante e pleno de humor. Ana atualmente vive e trabalha no Rio de Janeiro, cidade onde nasceu. É gravadora e desenvolve, a partir dos anos 80, obras tridimensionais e instalações. Já realizou mais de vinte exposições individuais, dentre elas Fechar os olhos para ver, na Galeria Laura Marsiaj em 2010 e Je tʼadore, no Espace Galerie Flux, Liège, Bélgica, em 2006. Sua obra está presente em coleções particulares e públicas no Brasil e no exterior. www.anamiguel.com e www.issuu.com/ana.miguel

Analu Cunha

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Artista, pesquisadora e curadora. Doutora em Linguagens Visuais pela Escola de Belas Artes (EBA-UFRJ/Sorbonne Paris 1) e Bacharel em Comunicação Visual pela EBA-UFRJ. Foi aluna dos artistas Aluísio Carvão, José Maria Dias da Cruz (MAM/RJ) e Anna Letycia Quadros (Museu do Ingá, Niterói) e, nos anos 1990, fez parte do grupo carioca de discussão em arte contemporânea Visorama. Expõe regularmente no Brasil e no exterior. Desde 2004 trabalha com videoarte.

Anna Bella Geiger

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Nasceu no Rio de Janeiro em 1933. Graduada em Línguas Anglo-Germânicas na Faculdade Nacional de Filosofia (UFRJ). Ainda nos anos 1950 estudou História da Arte e Sociologia da Arte com Hanna Levy Deinhardt na New York University e na New School for Social Research. Participou da 1ª Exposição Nacional de Arte Abstrata em 1952 no Rio de Janeiro. Em 1962 ganhando, com sua obra abstrata, o Primér Premio Casa de las Americas, Havana, Cuba. Tem exposto regularmente desde então, em exposições individuais e coletivas no Brasil e no Exterior, como em várias Bienais Internacionais de São Paulo, Veneza, Bienalle du Jeune (Paris, 1967), II Bienal de Liverpool, 5 éme Biennale Internationale de Photographie, (Liège, 2000) e na Trienal Poligráfica de San Juan, 11th International Biennial Exhibition of Prints in Tokyo (1979). Algumas coletivas como Artevida – Arte Política, MAM e Casa França-Brasil (Rio de Janeiro, 2014), América Latina 1960-2013, Fondation Cartier d’Art Contemporaine (Paris, 2013), La Idea de America Latina, CAAC (Sevilha, 2012), Vídeo Vintáge, Centre Pompidou (2012), Europália – A RUA - MUHKA (Antuérpia, 2011), COMO NOS MIRAM, CGAC (2011), Geopoéticas – 8ª Bienal do Mercosul (2011), Elles@Pompidou (Paris, 2009), Cartografias del deseo, Centro de Arte Reina Sofia (2000). Exposição individual PROJECTIONS XXI, MoMA (NY, 1978). Seus trabalhos integram coleções como a do MoMA (Nova York), do Centre Georges Pompidou (Paris), Tate Modern e Victoria and Albert Museum (Londres), Getty Institute (Los Angeles), The FOGG Collection (Boston), Hank Hine – TAMPA Museum, Flórida entre outras. Publicou, com Fernando Cocchiarale, o livro Abstracionismo geométrico e informal (Funarte, 1987). Ensina no Higher Institute for Fine Arts (HISK), Ghent, Antuérpia e na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV), Rio de Janeiro.

Anna Costa e Silva

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Anna Costa e Silva é artista visual e diretora. Seu trabalho acontece nas interseções entre artes visuais, cinema, performance e práticas relacionais, operando a partir de relações construídas entre pessoas. Mestra em Artes Visuais pela School of Visual Arts, Nova York, recebeu prêmios como FOCO Bradesco ArtRio, Bolsa Funarte de Produção Artística e American Austrian Foundation Prize for Fine Arts e foi indicada em prêmio PIPA. Em 2019 é uma das finalistas do Prêmio Marcantonio Vilaça. Entre 2014 e 2019, realizou 11 exposições individuais em instituições e galerias, entre elas “Assíntotas” na Caixa Cultural, "Ofereço Companhia" na Galeria Superfície, "Púrpura" uma experiência móvel pela cidade do Rio de Janeiro e “Éter” no Centro Cultural São Paulo, selecionado para a Mostra de Exposições. Participou de exposições coletivas em instituições como Oi Futuro, Parque Lage, Casa França Brasil, Casa Triângulo, A Gentil Carioca, Silvia Cintra + Box4, Art In Odd Places, Grace Exhibition Space (NY), BienalSur (Buenos Aires), Contemporary Art Center (Vilnius), Arte Laguna (Veneza). Foi artista residente no Pivô (SP), Phosphorus (SP), School of Making Thinking (NY) e Salzburg Academy of Fine Arts (Salsburgo). Começou sua trajetória dirigindo curtas metragens exibidos em 40 festivais pelo mundo e ganhadores de prêmios como Accolade Award of Excelence, na Califórnia. Dirigiu a série de documentários “Olhar” sobre artistas contemporâneos para o canal Arte1. Tem trabalhos em coleções públicas e particulares, entre elas o MAR- Museu de Arte do Rio.

Bernardo Magina

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Artista e eventualmente curador. Nasceu em 1989, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha. Mestre em Arte e Cultura Contemporânea pelo PPGARTES/ UERJ. Foi assistente de atelier de Orlando Mollica e, posteriormente, lecionou junto ao mestre no curso de Desenho Contemporâneo na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Na mesma escola, foi aluno de Evany Cardoso, Gianguido Bonfanti, Suzana Queiroga, João Goldberg, Marcelo Campos e foi monitor nos workshops de cor de José Maria Dias da Cruz. Participa de exposições e pelo Studio Travellero realiza instalações, além das pinturas murais nas ruas.

Bia Amaral

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Graduada em Projeto Gráfico na Escola de Belas Artes da UFRJ, cursou desenho e teoria no MAM, RJ, litografia, serigrafia, fotografia e pintura na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e gravura em metal na PUC-Rio. A partir dos anos 80 participa de diversos salões e coletivas no Brasil e exterior. Mostra seu trabalho em exposição individual em 1988, em Curitiba, e 1991 e 2004 no Rio de Janeiro. Recebeu o prêmio Estágio de Gravura no Salão de Arte Contemporânea de Pernambuco em 1987. Ministrou cursos de gravura no MAM, RJ, no Sesc-Tijuca, na Mostra Rio Gravura em 99. Desde 93 é professora da Escola de Artes Visuais do Parque Lage e faz parte da equipe que em 1998 implantou o NAT_EAV.

Bob N

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Bob N vive e trabalha no Rio de Janeiro. Faz arte desde criança. Usa protetor solar, mas às vezes esquece. Estudou com Ivan Serpa, Orlando Mollica e Jan van Eyck, mesmo. A Felicidade às vezes mora aqui, MAC – Niterói, 2013, 29ª Bienal de São Paulo SP (programação dos terreiros) 2010, Pindorama Lounge individual MAM-RJ 2009, A Gentil Carioca – Rio de Janeiro, 2008 RJ, Ncruzilounge, Bienal de Liverpool (The Independent), 2002, Contemplation Room Overgaden Gallery – Copenhagen, Dinamarca, 2002.Um Século de Arte Coleção Gilberto Chateaubriand, MAM – RJ, Pinacoteca – SP, 2006, VERBO, Galeria Vermelho – São Paulo, SP, 2005, Salão da Bahia, MAM – BA, 2000, RJ. www.bobn.ws

Brígida Baltar

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Brígida Baltar iniciou sua obra nos anos 90 com ações intimistas que refletiam a mistura das suas vivências com uma atmosfera ficcional. As fotos, ações e filmes de Brígida Baltar nos levam a natureza e ao corpo: é dali que Brígida retira o sentido de sua obra. Natureza como fábula. O corpo como material de investigação. A partir das experiências com tijolos e desenhos com pó de tijolo, Brígida Baltar se interessa cada vez mais pelos trabalhos feitos à mão, esculturas de porcelana, bronze, desenhos e bem recentemente bordados. Participou da 1ª Bienal da América, em Denver (2010), Panorama de Arte Brasileira (2007), 25ª Bienal de São Paulo (2002) e 5ª Bienal de Havana (1994).

Bruno Miguel

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Nasceu no Rio de Janeiro, em 1981, cidade onde vive e trabalha. Formou-se em artes plásticas e pintura pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, em 2009. Fez diversos cursos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Participou da exposição Nova Arte Nova, apresentada no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro, em 2008, e em São Paulo, no ano seguinte. Em 2009, participou pela segunda vez da Bienal de La Paz, do Salão de artes de Itajaí, e da mostra Latidos Urbanos no MAC de Santiago, Chile. Realizou, no Rio de Janeiro, as exposições individuais Spring Love, no Largo das Artes, em 2010, e Have a Nice Day!, na Luciana Caravello Arte Contemporânea, em 2011. Neste ano, também participou das mostras Nova Escultura Brasileira, na Caixa Cultural, Rio de Janeiro. Em 2012, participa da mostra Novas Aquisições – Gilberto Chateaubriand no MAM e GramáticaUrbana, no Centro de Arte Hélio Oiticica, no Rio de Janeiro, além da Individual DVCO, NON DVCOR, na galeria Emma Thomas em São Paulo. Em 2013 apresentou em dupla com Alessandro Sartore a exposição Ex-culturas no Museu da República. Em Nova Iorque, apresentou a individual Make Yourself at Home, na S&J Projects, além de participar das coletivas Sign of the Nation e Etiquette for a Lucid Dream em Newark. Ainda nesse ano apresentou a individual “Tudo posso naquilo que me fortalece” na galeria Luciana Caravello e “Todos à Mesa” na galeria Emma Thomas em São Paulo. Em 2014, participa da coletiva Encontro dos mundos e Tatu: Futebol, Adversidade e Cultura da Caatinga no MAR – Museu de Arte do Rio de Janeiro. Em 2015, realiza a individual Sientase em casa na Sketch Gallery em Bogotá. Apresenta também as individuais "A Cristaleira" no Oi Futuro - Flamengo, "A Viagem Pitoresca" na Caixa Cultural de Curitiba e "Essas pessoas na sala de jantar" no Paço Imperial do Rio de Janeiro e em 2016 no Centro Cultural São Paulo. Em Nova York realiza a individual "Seduction and Reason" na galeria Sapar Contemporary no segundo semestre de 2017. Vem atuando como curador junto a um grupo de jovens pintores, no projeto Mais Pintura desde 2013. Escreveu o projeto e fez a curadoria da mostra "A Luz que Vela o Corpo é a Mesma que Revela a Tela" apresentada na Caixa Cultural do Rio de Janeiro em 2017. Em 2018 participou da mostra "The world on Paper" no Palais Populair em Berlin e em 2019 realizou sua primeira institucional individual nos EUA, "You can`t take it with you?" na PCA&D, Lancaster Pennsylvania. Deu aulas, em 2010, na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e é professor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage desde 2011. Recebeu Menção Honrosa Especial na V Bienal Internacional de Arte SIART, em La Paz, Bolívia em 2007. No mesmo ano ganhou bolsa da Incubadora Furnas Sociocultural para Talentos Artísticos. Seu trabalho está em importantes coleções nacionais e internacionais. E ao longo dos últimos anos participou de residências artísticas em New Jersey, Vermont e Miami nos EUA e em lima no Peru. Sendo representado por galerias no Brasil, EUA e Peru.

Carli Portella

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Carli Moore Portella é natural de Campos dos Goytacazes, RJ. Artista plástica, mora atualmente, no Rio de Janeiro. Formação profissional: Museu de Arte Moderna – RJ, Centro de Pesquisa de Arte, Secretaria de Educação e Cultura, EAV - Escola de Artes Visuais, entre outros cursos. Exposições coletivas: 34 participações no Brasil e no exterior (Estados Unidos e Alemanha), incluindo 4 participações no Salão Nacional de Arte Moderna do Rio e do VI Salão Nacional de BH. Exposições individuais: EAV Parque Lage – 1984, Ambiental no Noites Cariocas – 1985, Galeria Klee – 1987, Gabinete Orlando Bessa – 1990, Galeria Cândido Mendes – 1996, EAV Parque Lage – 1996, Galeria de Arte UNIRIO – 2000, Centro Cultural Cândido Mendes de Ipanema – 2002, Galeria 90 Arte Contemporânea – 2005, entre outras. Participações: Projeto da Central de Outdoor para artistas – EAV Parque Lage – 1984, Projetos Dialeto I, II, VII e VIII, Jornal Pasquim 21 edição 115 – 2004, Grupo PY – 2006, entre outras. Atividades didáticas: Professora de cursos de desenho e pintura no MAM entre 1974 e 1986, e na EAV Parque Lage desde 1986. Outros cursos ministrados: Festival de Inverno de Ouro Preto, Cursos de Atualização em Artes para professores da rede pública municipal, estadual e federal. Coordenação de monitores para programas de arte do município do Rio, Coordenação de projetos de cursos infanto-juvenis na EAV e no Galpão das Artes do MAM.

Charles Watson

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Charles Watson é educador e palestrante, especializado no Processo Criativo / Problem Finding e Desempenho Otimizado. Formado pela Bath University / Inglaterra, ministra o workshop O Processo Criativo, na EAV Parque Lage / Rio. De centros culturais pelo Brasil à empresas como Coca-Cola, Natura, Procter&Gamble, Globo, Vale, 3M, Concremat, realiza palestras desde a década de 90. Sua pesquisa interdisciplinar, constantemente atualizada, investiga fatores que influenciam processos de inovação e criação. Diretor do workshop Dynamic Encounters, há 27 anos proporciona viagens nacionais (80) e internacionais (57), com visitas à museus, galerias, eventos de arte e ateliês de artistas, resultando em um acervo audiovisual de aproximadamente 1.500 horas de entrevistas com profissionais da indústria criativa. Seu workshop intensivo de desenho e conceitualização Procedência & Propriedade é um marco em educação visual e o Grupo de Estudos uma referência de produção prática e análise crítica. Além dessas atividades educacionais, Charles é construtor de barcos e ensina physical thinking através do workshop de marcenaria e construção naval Wet Dream. A abrangência de suas experiências tem resultado em palestras únicas, provocativas e às vezes desconcertantes, abordando temas aparentemente tão distintos quanto evolução, sistemas complexos, ecologia, arte contemporânea e esportes radicais, sempre com uma pitada de humor britânico.

Chico Cunha

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Chico Cunha é arquiteto de formação com especialização em História da Arte e Arquitetura no Brasil, pela PUC - RJ. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais no Brasil e no exterior desde a década de 1980, destacando-se a Bienal de São Paulo, a Bienal de Cuba, Como vai você geração 80?, dentre outras exposições. Em 1991 é laureado com uma bolsa da Unesco e prefeitura da Cidade do México. Tendo a pintura e o desenho como foco central de seu trabalho, atua desde 2002 como professor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage.

Clarissa Diniz

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Clarissa Diniz nasceu em Recife e atualmente reside no Rio de Janeiro. Graduada em Lic. Ed. Artística/Artes Plásticas pela Universidade Federal de Pernambuco, UFPE; mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Entre 2006 e 2015, foi editora da Tatuí, revista de crítica de arte. Publicou inúmeros catálogos e livros, dos quais destacam-se: Crachá – aspectos da legitimação artística (Recife: Massangana, 2008) e Gilberto Freyre (Rio de Janeiro: Coleção Pensamento Crítico, Funarte, 2010; em coautoria com Gleyce Heitor).Tem textos publicados em revistas, livros e coletâneas sobre arte e crítica de arte brasileira, como Criação e Crítica - Seminários Internacionais Museu da Vale (2009); Artes Visuais – coleção ensaios brasileiros contemporâneos (Funarte, 2017); Arte, censura, liberdade (Cobogó, 2018), dentre outros. De curadorias desenvolvidas, destacam-se contidonãocontido, cocuradoria com Maria do Carmo Nino e EducAtivo Mamam (Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, Recife-PE, 2010), Contrapensamento selvagem (cocuradoria com Cayo Honorato, Orlando Maneschy e Paulo Herkenhoff. Instituto Itaú Cultural, SP), O abrigo e o terreno (cocuradoria com Paulo Herkenhoff. Museu de Arte do Rio – MAR, 2013), Ambiguações (Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, 2013), Pernambuco Experimental (Museu de Arte do Rio - MAR, Rio de Janeiro, 2013), Todo mundo é, exceto quem não é – 13ª Bienal Naifs do Brasil (SESC Piracicaba, 2016 e Sesc Belezinho,2017), Dja Guata Porã – Rio de Janeiro Indígena (cocuradoria com Sandra Benites, Pablo Lafuente e José Ribamar Bessa. MAR, 2017) e À Nordeste (cocuradoria com Bitu Cassundé e Marcelo Campos. Sesc 24 de Maio, São Paulo, 2019). Foi curadora assistente do Programa Rumos Artes Visuais 2008/2009 (Instituto Itaú Cultural, São Paulo) e, entre 2008 e 2010, integrou o Grupo de Críticos do Centro Cultural São Paulo, CCSP. Foi pesquisadora do projeto Documents of 20th-century Latin American and Latino Art (International Centre for the Arts of the Americas – Museum of Fine Arts, Houston). Foi curadora convidada do Centre for Curatorial Leadership 2014 (Museum of Modern Art, MoMA, New York).

Daniel Lannes Pereira

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Vive e trabalha no Rio de Janeiro. Mestre em Linguagens Visuais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2012) e Bacharel em Comunicação Social pela PUC-Rio (2006). Dentre suas exposições individuais destacam-se: “A Luz Do Fogo” (2017), na Magic Beans Gallery, Berlim, Alemanha; “Dentição” (2018), “Costumes” (2014) e "Dilúvio” (2012), na Galeria Luciana Caravello Arte Contemporânea; “República” (2011), no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Dentre as exposições coletivas destacam-se: “HÖHENRAUSCH”, Eigen + Art gallery, Berlin, Alemanha e “Ao Amor do Público I” – Doações da ArtRio (2012-2015), ambas em 2016; “Tarsila e Mulheres Modernas”, no Museu de Arte do Rio (MAR) e “Renaissance”, na Maison Folie Wazemmes, na França, ambas em 2015; Foi um dos vencedores da 6ª edição do Prêmio Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas (2017-2018). Realizou residência artística no Kunstresidenz Bad Gastein, Bad Gastein, Áustria, em 2015. Foi selecionado em 2015 para representar a cidade do Rio de Janeiro no Festival de Arte Lille3000, em Lille, França, foi indicado à 10a edição do Programa de prêmios e Comissões da Cisneros-Fontanals Art Foundation (CIFO), 2013. Possui obras em importantes coleções públicas como Museu de Arte do Rio de Janeiro (MAR); Museu de Arte Moderna (MAM RJ); Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto, entre outras.

David Cury

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David Cury é artista visual. Mestre em Artes Visuais (UFRJ) e Especialista em História da Arte e Arquitetura no Brasil (PUC-Rio), desde 2005 é orientador da oficina Antiformas de intervenção na EAV-Parque Lage, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha. Atua em suportes e meios diversos. Entre instalações e intervenções, realizou: “Corumbiara não é Columbine” (Europalia/BozarMuseum, Bruxelas, 2011), “É com o sexo que os homens se deitam, pedindo como anões o seu Ascenso” (Fromthemargintotheedge/SomersetHouse, Londres, 2012). Em 2013 e 2014, recebeu indicação ao Prêmio da Fundação Cisneros para Arte Latino-Americana, sediada em Miami.

Denise Cathilina

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Artista Visual, fotógrafa, professora de artes, eventualmente curadora, e ex- atriz. Vive e trabalha no Rio de Janeiro. Tem como interesse de pesquisa a fotografia híbrida, imagem técnica, e os cruzamentos entre a alta e a baixa tecnologia. Com participação em diversas exposições em instituições no Brasil e no exterior (Paço Imperial, Museu de Arte Moderna, Casa França Brasil, Centro de Artes Hélio Oiticica, Oi Futuro Rio de Janeiro, Museu de Arte Contemporânea de Rosário (Argentina) Galeria Gedok (Munique). Em 1996 inicia trajetória como professora da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Como curadora já produziu cerca de 30 exposições de jovens artistas e realizou a curadoria das duas últimas exposições da artista e arte-educadora, Regina Alvarez.

Edmilson Nunes

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Edmilson Nunes estudou Arquitetura e Urbanismo na UFRJ, onde teve seu primeiro contato com Arte, conhecendo Celeida Tostes e Lygia Pape, entre 1985 a 1990. Em 1992, estudou no núcleo de aprofundamento da EAV-Parque Lage. Em 1993 fez sua primeira individual na Galeria Anna Maria Niemeyer. Em 2007 individual no Paço Imperial RJ. Desde 2002 faz a direção artística da escola de samba mirim "Pimpolhos da Grande Rio". Foi professor nas oficinas do Museu do Ingá de 2003 a 2008.

Evany Cardoso

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Artista. Licenciada em Artes Plásticas pela EBA-UFRJ e ex-aluna da EAV Parque Lage. Realizou exposições individuais como “O Traço de União” (Paço Imperial, 2017), “Cosmogonia” (SESC de São Gonçalo, 2015 e EAV Parque Lage, 2014), “Nuvens e pedras” (Galeria 90, 2006), “Uma página, uma imagem” (Galeria Lana Botelho, 2003) e “Cartografias poéticas”(Portugal e Espanha, 2001).

Fábia Schnoor

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Fábia Schnoor é artista visual. Vive e trabalha no Rio de Janeiro. Fez exposições no Brasil e no exterior dentre elas destacam-se as coletivas: Residual Benefits (Instituto de Arte Contemporânea de Phoenix - EUA – 2012) Abre Alas (A Gentil Carioca, RJ – 2013) e Noite Azul Elétrico (Mendes Wood, SP- 2013), Ressonâncias (Künstlerhaus Bethanien, Berlim – 2013) Flutuantes (Paço Imperial, RJ – 2018) e as individuais LUGAR (Centro Cultural Candido Mendes, RJ – 2015) Topografias do Instante (CCJF, RJ – 2016 ) e Post-It Drawings (55SP, SP- 2018).

Fabiana Éboli Santos

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Artista visual, Mestre em Linguagens Visuais na EBA-UFRJ com orientação de Lygia Pape e Paulo Venâncio Filho. Graduada em Sociologia e Política, pós-graduada em Relações Internacionais na PUC-RJ. Expôs individualmente entre os anos de 1998 e 2004, participa de mostras coletivas, oferece oficinas, escreve, é curadora de exposições e desde 2013 organiza livros de Arte. Lançou em 2019 o livro “Toyota conversa com o universo” na SP-ARTE, em 2018 “Y Poemas”, de Pedro Garcia com desenhos do autor e em 2013 “Mario Carneiro Trânsitos”, com o Prêmio Procultura do MinC. Professora de Plástica na EBA-UFRJ em 2011 e 2012. Entre 2011 e 2016 colaborou com curadorias e textos no Projeto Vitrine Efêmera (RJ) dirigido por Julio Castro. Premiada em 2001 com a Bolsa de Pesquisa em Escultura da Faperj, e no Projeto Interferências Urbanas (RJ), realizando instalação no espaço público. Ofereceu a oficina “Pesquisa de Linguagem Tridimensional” no SESC-RJ no início dos anos 2000. Fez curadorias entre 2005 e 2015 no Rio de Janeiro e em Recife, e tem projeto de curadoria aprovado no Programa de exposições do Paço Imperial para 2020.

Fernanda Lopes

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Doutoranda no Programa de Pós-Graduação da Escola de Belas Artes da UFRJ, Fernanda Lopes atua como curadora assistente do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e professora da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. É organizadora, ao lado de Aristóteles A. Predebon, do livro Francisco Bittencourt: Arte-Dinamite (Tamanduá-Arte, 2016), e autora dos livros Área Experimental: Lugar, Espaço e Dimensão do Experimental na Arte Brasileira dos Anos 1970 (Bolsa de Estímulo à Produção Crítica, Minc/Funarte, 2012) e “Éramos o time do Rei” – A Experiência Rex (Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça, Funarte, 2006). Entre as curadorias que vem realizando desde 2008 está a Sala Especial do Grupo Rex na 29a Bienal de São Paulo (2010). Em 2017 recebeu, ao lado de Fernando Cocchiarale, o Prêmio Maria Eugênia Franco da Associação Brasileira dos Críticos de Arte 2016 pela curadoria de exposição Em Polvorosa - Um panorama das coleções MAM-Rio.

Fernando Cocchiarale

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Fernando Cocchiarale é professor de Filosofia do Departamento de Filosofia da PUC-RJ (desde 1978) e da Escola de Artes Visuais do Parque Lage desde 1990. Autor de livros como Abstracionismo Geométrico e Informal: A Vanguarda Brasileira dos Anos 50 (com Anna Bella Geiger), Rio de Janeiro, MEC/ Funarte, 1987 e Quem Tem medo da Arte Contemporânea, Recife, Fundação Joaquim Nabuco, Editora Massangana, 2006, publicou cerca de 200 artigos, textos e resenhas em coletâneas, catálogos Jornais e revistas de arte do Brasil e do exterior (tais como o Jornal do Brasil, RJ; Módulo, RJ; Guia das Artes, SP; Galeria e ArtNexus, Colombia). Foi membro da Comissão Curadora do Projeto Rumos Visuais de 1999 a 2000; curador-coordenador do mesmo Projeto entre 2001 / 2002 e, de novembro de 2000 a agosto de 2007, curador do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Foi curador da Casa de Cultura Laura Alvim, no Rio de Janeiro (2011/2012) e curador das mostras de arte contemporânea do Santander Cultural, Recife (2011). É doutor em Tecnologias da Comunicação e Estética pela Escola de Comunicação da UFRJ (2012). Em 2016 reassumiu a curadoria do MAM do Rio de Janeiro.

Franz Manata

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Franz Manata é artista, curador e professor. Mestre em Linguagens Visuais pela EBA-UFRJ, com formação em Economia e especialização em Sociologia e Administração Financeira na PUC-MG. Trabalhou, durante oito anos, no departamento curadoria do MAM-RJ. Nos últimos anos, publicou textos, participou de debates, encontros, palestras e comissões de seleção. Atualmente leciona na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, RJ, é curador independente e consultor de arte para instituições públicas, coleções privadas e corporativas. Como artista trabalha em parceria com Saulo Laudares desenvolvendo o duo Manata Laudares, e desde 1998 vem participando de exposições individuais e coletivas, no Brasil e exterior. São representados pela Sé Galeria, em São Paulo.

Gianguido Bonfanti

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Gianguido Bonfanti nasceu em 1948, em São Paulo. É o primeiro membro da família a nascer fora da Itália, família que continuará a manter estreitos laços com a cultura italiana. Foi discípulo de Poty Lazzarotto de 1962 a 1966, companheiro de seu pai na Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro, nos anos 1940. Frequentou a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ (1968 a 1971), período dos anos de chumbo do regime militar. No final de 1971, tomou uma decisão radical: transferiu-se para Roma, Itália, se dirigiu à Academia de Belas Artes de Roma, aprovado no exame de admissão para o 2º da Academia, segue as aulas até 1973 quando, no final desse ano, retorna ao Brasil. Frequentou o curso de gravura em metal administrado por Marília Rodrigues na Escolinha de Arte do Brasil de 1974 a 1977. Em 1978 iniciou sua atividade docente na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, onde dá aulas atualmente. Lecionou também na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, na Faculdade da Cidade e na Casa de Cultura Laura Alvim. Em 1981 casou-se com Marisa Maia, em 1983 nasceu Pérola e Flora em 1987. Entre muitas exposições individuais das quais participou destacam-se: Museu de Arte Contemporânea do Paraná, 1974; Galeria GB Arte, Rio de Janeiro, 1981; Petite Galerie, Rio de Janeiro, 1985; Thomas Cohn, Rio de Janeiro, 1988; Paulo Figueiredo, São Paulo, 1991; MAM-Rio de Janeiro, 1996; Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, 2000 e 2002; Museu Metropolitano de Curitiba, Paraná, 2004; Galerie le Troisième Oeil, Paris, França, 2005; Galerie le Troisième Oeil, Bordeaux, França, 2006; Paço Imperial, Rio de Janeiro, 2009; Gustavo Rebello Arte, Rio de Janeiro, 2010; Paço Imperial, Rio de Janeiro, 2017; Galeria Wozen, Lisboa, Portugal, 2017; Galerie le Troisième Oeil, Paris, França, 2017.

Giodana Holanda

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Artista. Doutora e mestre em Design pela PUC- Rio na linha de pesquisa em arte e tecnologia, e graduada em Arquitetura e Urbanismo pela UFPE. Possui formação complementar e experiência nas áreas de gravura, fotografia e imagem digital, tendo participado de exposições individuais e coletivas nessas áreas. É professora da Escola de Artes Visuais do Parque Lage desde 1984, onde atua nos núcleos de Imagem Gráfica e de Arte e Tecnologia; foi cofundadora do NAT_EAV (Núcleo de Arte e Tecnologia) em 1998, tendo participado de projetos de ensino no núcleo; foi coordenadora de ensino em 1988, e da EAV entre 1991 e 1993. Tem como área de interesse em suas pesquisas, cursos e trabalho individual questões relacionadas ao cotidiano urbano e à mobilidade, narrativas digitais, cartografias subjetivas e uso de aplicativos para dispositivos móveis.

Iole de Freitas

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Artista. Realizou diversas exposições no Brasil e no exterior, entre as quais se destacam a 12ª Documenta de Kassel (2007) e as Bienais de Paris (1975) e Veneza (1978). Dirigiu o Instituto Nacional de Artes Plásticas (1988-1989). Professora desde 1994, orienta grupos de análise da produção contemporânea.

Ivan Pascarelli Ferreira

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Ivan Pascarelli Ferreira é arquiteto, designer de montagem e consultor técnico.Destaca entre suas principais experiências as exposições: Arte Foto – CCBB – RJ e BRASÍLIA; Franz Weissman – Uma Retrospectiva – MAM e CCBB-RJ; Athos Bulcão – Uma Trajetória Plural – CCBB-RJ; Mostra Rio de Arte Contemporânea – MAM-RJ; Violência e Paixão – SANTANDER CULTURAL – PORTO ALEGRE e MAM-RJ; Facchinetti – CCBB-RJ; O Corpo na Arte Contemporânea – ITAÚ CULTURAL – SP; Arte Moderna em contexto – Coleção ABN AMRO REAL – MAM – RJ, SEDE BANCO REAL – SP, MON-PR, CENTRO CULTURAL BANCO REAL – PE, PALÁCIO DAS ARTES-BH; Cinema de Artistas – Centro Cultural OI FUTURO – RJ; Waltercio Caldas – MUSEU VALE DO RIO DOCE – ES e MAM – RJ; Ivens Machado – CENTRO CULTURAL OI FUTURO; Franz Manata e Saulo Laudares – CASA DE CULTURA LAURA ALVIM-RJ, Marcos Chaves – Alucinação à beira-mar – CASA DE CULTURA LAURA ALVIM-RJ; Ana Linnemann-Cartoon-CASA DE CULTURA LAURA ALVIM-RJ; Cadu-Entardecer no ano do coelho; Ronald Duarte – CASA DE CULTURA LAURA ALVIM-RJ; Franklin Cassaro – CASA DE CULTURA LAURA ALVIM-RJ; Marta Jourdan – CASA DE CULTURA LAURA ALVIM-RJ; Waldemar Cordeiro – ITAÚ CULTURAL-SP e Paço Imperial-RJ; Elisa Magalhães – Centro Cultural OI FUTURO IPANEMA; Entre a fazenda e o arranha céu – Arte contemporânea na fazenda SÃO LUIZ DA BOA SORTE- RJ; Guilherme Vaz-CCBB-RJ; Moriconi – CENTRO CULTURA DOS CORREIOS-RJ; Ferreira Gullar – BNDES-RJ; Gabriele Basilico – CENTRO CULTURAL Oi FUTURO – RJ; Nan Goldin-MAM/RJ; Elisa Magalhães – PAÇO IMPERIAL-RJ; Flamengo: história de uma paixão – CASA FRANÇA BRASIL; Museu Nacional vive – CCBB-RJ.

Iza Valente

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Formada em Arquitetura e Urbanismo, pela Universidade Santa Úrsula. Nos anos 90, iniciou sua imersão na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, cursando aulas de desenho, pintura, escultura e História da Arte. Inicia, na mesma década, seus estudos em teatro e cenografia. Aprofundou seus estudos em cursos ‘tertúlias’ com o mestre Hélio Eichbauer. Fez assistência e participou de projetos com os cenógrafos: Gringo Cardia, Luis Stein, Marcos, Flacksman, Rosa Magalhães, entre outros. Desenvolveu cenários para a cena teatral, feiras e palcos para shows e festivais. Ministrou aulas de Artes Plásticas e Cenografia na Faculdade de Arquitetura da Universidade Santa Úrsula no período de 2005 a 2010. Criando e desenvolvendo projetos ligados a arquitetura, cenografia e as artes plásticas, explora em seus percursos infinitas possibilidades, compondo arte, estética, funcionalidade, sustentabilidade e o conforto, ao encontro de suas criações.

Jacqueline Siano

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é artista-pesquisadora e atualmente bolsista Capes de pós-doutorado em Linguagens artísticas, na linha de Processos Artísticos Contemporâneos pelo PPGArtes-UERJ programa no qual obteve os títulos de doutora e mestre em Artes. Inicia sua formação em artes na década de 1990 na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV-Parque Lage), onde atua como professora desde 2005. A artista vive e trabalha na cidade do Rio de Janeiro, e tem participado de exposições individuais e coletivas regularmente Atualmente desenvolve pesquisa sobre as relações entre arte, história da arte e cultura contemporânea, destacadamente acerca do lugar do artista- viajante na atualidade.

João Atanásio

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Artista. Graduado em Biblioteconomia pela Universidade Santa Úrsula. Estudou na EAV Parque Lage, Faculdade de Bellas Artes San Fernando em Madri e foi bolsista do atelier de gravura do Museu Espanhol de Arte Contemporânea. Participou de exposições no Brasil e no exterior, entre elas o Salão Nacional de Artes Plásticas, “Grande Orlândia”, 7ª Triennale de Chatelier na França e Bienal de Taiwan.

João Carlos Goldberg

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Artista e arqueólogo. Realizou exposições no Brasil e no exterior, entre as quais se destaca "Reinstalação 1992-2008", na Galeria Anna Maria Niemeyer (2008). Foi professor do MAM-RJ (1969-1973) e diretor da EAV Parque Lage (1991-1993). Desde 1982 é professor titular da Faculdade de Arquitetura da Universidade Estácio de Sá.

Jorge Sayão

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Jorge Sayão estudou e trabalhou no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro nos anos 80 com Aluízio Carvão, Eduardo Sued, Sérgio Camargo, Raymundo Collares entre outros. É formado em Filosofia pelo Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Defendeu sua dissertação de mestrado, Eduardo Sued — o indefinido dentro de uma grade, na PUC-RJ. Defendeu sua tese doutorado sobre Morandi — e o respeito pelas coisas de uso, no doutorado de História Social da Cultura na PUC-RJ. Recebeu Bolsa de estudos como Visiting Scholar para a Brown University, em Providence, EUA, a fim de desenvolver sua pesquisa sobre Rothko e Morandi em 2011. Entre 2012-2013 pesquisou sobre Morandi no Dipartimento di Arti Visive da Universidade de Bolonha, Itália. É doutor em História da Arte pelo Departamento de História na PUC-RJ

Júlio Castro

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Formado em gravura pela UFRJ com passagem pela Escola de Artes Visuais do Parque Lage e UFRGS em Porto Alegre, dedica-se à produção artística desde os anos noventa. Participou das mostras coletivas A Paixão do Olhar MAM/RJ; Republicar Museu da República-RJ (1993); da XV ESTAMPA – Salão Internacional de Gravura e Edições de Arte Contemporânea em Madrid (2007); Plaisir d’Offrir#2 – Galeria Dagmar De Pooter / Antuérpia, Bélgica (2009); RioXCórdoba, Museu Emílio Caraffa, Argentina (2011), entre outras. Individualmente expôs no Rio de Janeiro, Pelotas, Porto Alegre, em Lisboa no Centro Português de Serigrafia (2007) e em Bruxelas no ARS117 (2009), espaços em que também fez residência artística como artista convidado. Foi membro do Conselho Curador do Espaço Cultural de FURNAS, RJ (2007), idealizador e coordenador do projeto Arte de Portas Abertas (1997/2007), do Prêmio Interferências Urbanas (2000/2002) e Jovens Aprendizes (2001/2002). Coordena o Estúdio Dezenove, espaço dedicado à arte contemporânea localizado em Santa Teresa no Rio de Janeiro e onde atualmente conduz o Núcleo Magliani - Centro de referência da obra pintora gaúcha Maria Lídia Magliani (Pelotas,1946- Rio de Janeiro, 2012) e o projeto Vitrine Efêmera (1998/2019), que convida artistas para intervenções site specific na vitrine do Estúdio Dezenove.

Lucas Icó

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O trabalho de Lucas se baseia na pesquisa da troca intersubjetiva e da criação estética em contextos de desafio político. Ele produz principalmente situações de encontro, impressos, instalações e vídeos. Iniciou sua trajetória em 2010 realizando instalações e caminhadas que questionavam o uso da terra, a noção de evento (artístico) e as políticas culturais. Sempre esteve interessado em situações de pesquisa intersubjetiva do contexto social-institucional no qual se localiza. Esta pesquisa o levou a que nestes últimos anos se envolvesse com dois movimentos sociais de resistência que tem uma relação vital com a manutenção do território onde estão assentados: a Aldeia Maracanã e a Vila Autódromo. É mestre em Artes Visuais pelo PPGAV-EBA-UFRJ (2019) com a dissertação “Aprender a caminhar com a Aldeia Maracanã”. É bacharel em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da UERJ (2014). É pós-graduado pelo Programa de Artistas da Universidad Torcuato Di Tella em Buenos Aires (2016). Dentre os cursos de formação destacamos a participação em programas de formação na Escola de Artes Visuais do Parque Lage de 2007 a 2013. Dentre as residências destacamos: a participação no programa Capacete com o projeto de encontros semanais ao longo do ano Grupo de caminhadas (2015); e o prêmio TAC Terra Una de residência na ecovila Terra Una (2014). Realizou trabalhos em instituições de prestígio como Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Espaço Municipal Sérgio Porto; Goethe Institut RJ; Sesc Pompéia e Belenzinho; Galeria Bang bang em Lisboa; Galeria Anita Schwartz; Galeria A gentil Carioca; Centro Cultural Banco do Nordeste em Fortaleza; Le 19 Crac; entre outros.

Luiz Ernesto

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Artista. Ex-aluno da EAV Parque Lage, foi seu diretor de 1998 a 2002. Em 1992, foi contemplado com bolsa de estudos no Glasgow Print Studio pelo British Council. Integrou a mostra "Como vai você, geração 80?" (EAV Parque Lage, 1984). Desde 1982, participa de exposições no Brasil e no exterior.

Marcelo Camargo

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Marcelo Camargo atua com criação, execução, gerência, produção e edição de montagem, cenografia, museografia (exposições, feiras e eventos), edição de imagem. Trabalha há 42 anos na realização de diversos projetos, sempre relacionados ao meio museal, como guarda e conservação de acervos, montagem de exposições, produção de cenografia e eventos. Teve suas primeiras experiências no Museu de Folclore Edson Carneiro. Trabalhou nos escritórios da Fundação Nacional de Arte no Rio de Janeiro e no Instituto Nacional da Fotografia, que se transforma mais tarde na Coordenadoria de Artes Visuais. Também trabalhou no Arquivo Nacional, na Coordenadoria de Acesso e Difusão Documental, dentro da Programação Visual. Entre as atividades desenvolvidas destacam-se: pesquisa, levantamento, tombamento e classificação de acervos. Pesquisa de materiais e técnicas, orçamentos, cronogramas, projetos cenográficos, programação visual, produção gráfica, edição de imagens e coordenação de projetos. Tendo ainda experiência com mostras de fotografia, artes plásticas, projetos de criação de museus, montagem e como assistente da coordenação de museologia da 24° Bienal de Arte de São Paulo, sob a supervisão de Margareth de Morais. Coordenou feiras internacionais de arte e ciências. Organizou e criou manuais de montagem de exposições. Atualmente é assistente no atelier do artista Carlos Vergara.

Marcelo Rocha

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Marcelo Rocha é artista plástico e filósofo. Atua profissionalmente como professor de História e Teoria da Arte. No momento, desenvolve doutorado em Filosofia na UERJ, na área de Estética e Filosofia da Arte. Estudou Artes Visuais na EAV durante os anos 80, onde posteriormente lecionou Desenho por mais de 15 anos, e é graduado e mestre em Filosofia pela UERJ. Atuou no Instituto de Artes da UERJ como professor substituto. É sócio da ARTMOTIV Consultoria de Arte, plataforma voltada para a promoção da arte contemporânea através de cursos, visitas guiadas e viagens, assim como de consultoria de colecionadores de arte. Como curador de coleções de arte, tem realizado inúmeras viagens internacionais de estudos, tendo visitado as últimas Bienais de Veneza, a Documenta de Kassel, assim como várias edições das mais importantes feiras de arte do mundo, como a ArtBasel (Basiléia e Miami), a Freeze (Londres), a Armory Show (Nova Iorque) e a Arco (Madrid), além de inúmeras instituições e museus em cidades como Nova Iorque, Londres, Amsterdã, Roma, Florença e Madrid. Antes da ARTMOTIV, foi sócio da Nau Consultoria de Arte, com a qual realizou em 2012 o evento internacional de arte pública OiR - Outras Ideias para o Rio, que trouxe para a cidade artistas como Robert Morris, Andy Goldsworthy, Ryoji Ikeda e Jaume Plensa, entre outros.

Marcos Bonisson

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Marcos Bonisson é artista e mestre em Ciência da Arte (UFF). Nasceu e trabalha na cidade do Rio de Janeiro. É graduado em Letras e pós-graduado em Arte e Cultura. Estudou gravura, desenho, cinema e fotografia na EAV Parque Lage (1977–1981) onde leciona, atualmente. Participou da 27ª Bienal Internacional de São Paulo (2006), da XIX Bienal Internacional de Cerveira em Portugal (2017) e foi selecionado para a terceira edição da BienalSur (2019). Tem participado em diversas mostras coletivas e festivais de filmes experimentais no Brasil e no exterior. Os mais recentes são: Americas Film Festival of New York (2019). Exposição: O Rio dos Navegantes (MAR / 2019). Exposição: A Paisagem no acervo do MAM-RJ (2019). O artista publicou o Livro Arpoador (Editora Nau, 2011), o Catálogo Pulsar (Editora Binóculo, MAM, 2013) e o Livro ZiGZAG publicado pela Editora Bazar do Tempo e lançado no Paris-Photo em 2017. Suas mais recentes exposições individuais foram no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro em 2013, na Maison Européenne de la Photographie (MEP-Paris) em 2015 e na Galeria do Parque Lage em 2018.

Marcos Duarte

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Iniciou seus estudos em arte contemporânea em 2009, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, sob orientação do Prof. João Carlos Goldberg. Suas obras integram o acervo do Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC-Niterói), João Satamini e Hélio Porto Carrero, dentre outros colecionadores. Realizou exposição individual no Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC-Niterói) em 2014, apresentou trabalhos na SP Arte em 2017, e na ARTRIO em 2015, 2016 e 2017, onde expôs trabalhos ao ar livre. Atualmente, Marcos Duarte é representado no Rio de Janeiro pela C Galeria (http://www.cgaleria.com/artista/marcos-duarte/). Desde março de 2013, é assistente de ensino do Prof. João Carlos Goldberg e, a partir de 2015, assumiu a coordenação da Oficina 3D. Andy Goldsworthy, Giuseppe Penone, Constantin Brancusi, Franz Krajcberg e Richard Long, que compartilham e percorrem territórios de criação onde prevalece a potência emanada da natureza, são artistas que o influenciam. As questões que coloca, seja através de sua narrativa escultórica, seja na forma como vincula o criar e o conservar nessa ‘esfera-mundo da cultura-natureza’, como descreveu Guilherme Vergara (2014), fluem em um diálogo aberto, global, transparente. Portfólio: www.mardua1967.wixsite.com/portfolio

Mariana Manhães

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Niterói, 1977. Vive no Rio de Janeiro. Mariana vive no Rio de Janeiro. Graduou-se em Psicologia pela UFF (2001) e concluiu mestrado em Comunicação e Cultura pela UFRJ (2012). Sua formação artística aconteceu entre 1997 e 2005 na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Participou de exposições em diversos museus e galerias no Brasil e exterior, dentre os quais se destacam: MuBE (São Paulo), Bienal de Vancouver (Vancouver, Canadá), Shanghart Gallery (Xangai, China), The Mattress Factory (Pittsburgh, EUA), Bozar Museum (Bruxelas, Bélgica), Centro Cultural Banco do Brasil (Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília), Martin-Gropius-Bau Museum (Berlim, Alemanha), Instituto Itaú Cultural (São Paulo), Instituto Tomie Ohtake (São Paulo), Museu de Arte Moderna (Rio de Janeiro), Museu de Arte Moderna (Salvador), Museu Vale do Rio Doce (Vila Velha), Galerie GP+N Vallois e Natalie Seroussi (Paris, França), entre outros. Apresentou individuais na Galeria Múltiplo (Rio de Janeiro, 2017), Paço Imperial (Rio de Janeiro, 2013), Centro Cultural Banco do Brasil (Rio de Janeiro, 2010) e Museu de Arte Contemporânea (Niterói/RJ, 2007). Dentre os prêmios que recebeu, destacam-se: Prêmio Marcantônio Vilaça - FUNARTE (2015); Vancouver Biennale Residency Program (2014); Bolsa Funarte de Estímulo às Artes Visuais 2013 - FUNARTE (2013), Salão de Goiás (2006), Salão da Bahia (2005). Em 2017 foi finalista do Prêmio CNI SESI Marcantônio Vilaça (2017).

Millena Lízia

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Sou uma pessoa vivendo este mundo em busca de uma caminhada com dignidades e saúdes. Busco as simplicidades, pois as coisas mais banais me chegam com camadas de desafios e complexidades Sou pesquisadora e artista contemporânea-ancestral, que assim venho me organizando desde as agitações diaspóricas das experiências pictóricas-epidérmicas vividas – apenas mais uma forma possível de apresentação, que deseja apontar que meu campo de atuação se faz na existência, nas relações, nos deslocamentos, nos enfrentamentos e nas fugas a partir da produção de imaginários. Venho colaborando desde 2011 com diversos encontros, produções, rodas e exposições coletivas. Dentre minhas formações institucionalizadas estão o mestrado em Estudos Contemporâneos das Artes (2018) pela Universidade Federal Fluminense, o curso de Montagem Cinematográfica e Edições de Vídeos (2012) pela Escola de Cinema Darcy Ribeiro e a graduação em Design Gráfico pelo Instituto Federal Fluminense (2009).

Nadam Guerra

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Artista formado em teatro e mestrando em artes visuais. Colabora com os artistas Michel Groisman no DESMAPAS e Domingos Guimaraens no Grupo UM. Atua como organizador de eventos de arte como o festival de performance V::E::R (EAV, 2005 e Terra UNA, 2011). Coordena a residência artística Terra UNA. Ministrou cursos de performance no México (ex-teresa arte actual), na Argentina (Universidade de San Martin) e em diversas cidades do Brasil.

Paulo Couto

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Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da UFRJ, no qual desenvolveu a tese “Waldemar Cordeiro e o Concretismo”. Pesquisador das áreas de arte, cultura e comunicação. Foi aluno da Escola de Artes Visuais do Parque Lage.

Pedro Rocha

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Pedro Rocha, 1976 – Rio de Janeiro. Reside atualmente no Rio de Janeiro. Poeta, editor na Dantes Editora e professor na EAV – Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Publicou os livros “Escrita de Galo” (coleção SEC. XXI – 2002) ; “Onze” (Azougue Editorial, 2002); “Chão Inquieto”(Editora 7Letras – 2010); “Experiência do Calor” (Dantes Editorial, selo: Lábia Gentil – 2014); “Ogivas de Urgência” (Editora 7Letras , selo: Megamini – 2015); NERVO VERSO (Independente – 2018). Integra o coletivo Trëma. Fundador do CEP 20000. Idealizador do grupo performático FalaPalavra. www.pedrorocha.site

Pedro Varela

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Pedro Varela, Niterói, Brasil, 1981. Vive e trabalha em Petrópolis, Rio de Janeiro. O artista mistura referências literárias e da história da arte em pinturas e desenhos que remetem a um mundo tropical imaginário. Com um forte caráter de narrativas visuais, suas obras exploram a ideia do exótico frequentemente associada aos trópicos. Entre suas principais exposições destacam-se: “Tender Constructions” (com Carolina Ponte) na Cité Des Arts Paris, 2017; “Pedro Varela”, Zipper Galeria, São Paulo, 2016; “O grande tufo de ervas (Com Mauro Piva)”, Galeria do Lago – Museu da república, Rio de Janeiro, 2015; “Crônicas tropicais”, MDM Gallery, Paris, 2015; “Tropical”, Galeria Enrique Guerrero, Mexico DF, 2014; “Dusk to dawn… Threads of infinity (com Carolina Ponte)”, Anima Gallery, Doha, Catar, 2014; “Pedro Varela”, Centre Culturel Jean-Cocteau, Les Lilas, 2014; “Pedro Varela”, Xippas, Montevidéu, 2013; “Le Brésil Paysages”, Le Bon Marché Rive Gauche, Paris, 2013; “Tropical”, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 2012; “Paisagem Flutuante”, Centro cultural do Hospital Edmundo Vasconcelos, São Paulo; “Gigante por su propria naturaleza”, IVAN, Valencia, 2010.

Rogério Emerson Magalhães

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Ao final dos anos 70, Rogério Emerson estudou Artes Cênicas no Teatro Tablado e no grupo teatral “O Pessoal do Despertar”, onde aprendeu várias funções do teatro, principalmente as técnicas de montagens, de iluminação e de produção, além de trabalhar em empresas de iluminação se profissionalizando como Iluminador Cênico. Desde então, vem trabalhando em diversos segmentos como teatro, shows, exposições, cinema e eventos. Nos anos 80, participou do movimento “Circo Voador” no Arpoador e na Lapa além dos projetos Voadores em São Luís, Fortaleza e Recife. Trabalhou na Dueto Produções com trabalhos de Iluminação em vários projetos musicais, e como assistente de produção em projetos como o Free Jazz, Carlton Dance, Shows Internacionais como Madonna e Rolling Stones. É iluminador dos shows de Chico Buarque entre 1987 a 2018, além de outros artistas da MPB e em projetos da Funarte como o Projeto Pixinguinha. Ao final dos anos 90, acrescenta no currículo trabalhos de iluminação para Tv e Cinema. Sem jamais abandonar os Projetos de Artes Cênicas e Eventos Musicais, vem se dedicando nos últimos 17 anos áreas das Artes Plásticas, cria a Art e Luz e dá início a projetos de iluminação para museus, centros culturais, galerias, feiras de arte, com artistas plásticos dos mais variados segmentos. Desde 2008 ministra aulas de iluminação para arte na EAV Parque Lage, onde desenvolve trabalhos artísticos, consolidando trinta e nove anos de profissão.

Ronaldo Macedo

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Pintor, inicialmente ligado às vertentes construtivas da arte brasileira, vem desde a década de 70 exibindo regularmente sua obra, firmando-se como um dos mais destacados pintores de sua geração. Participou da Bienal Internacional de São Paulo, 1973 e 1987. Arte Latino Americana Contemporânea, Museu de Arte do México, 1987. Foi um dos diretores da Galeria de Arte do Centro Empresarial Rio, responsável pelo lançamento dos novos artistas nos anos 80. Em 1990, realizou mostra extensiva no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Sechs aus Rio na Galeria Maertz, Linz Austria em 1993 e Paço Imperial no Rio de Janeiro em 1996. Entre 2009 e 2014, exposição itinerante com outros artistas brasileiros em Tóquio, Cairo, Rabat, Paris e Viena.

Saulo Laudares

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Saulo Laudares é artista, DJ produtor e professor. Começou suas atividades em 1996, em Belo Horizonte - MG e, desde então, vem realizando um conjunto de trabalhos que articulam a produção sonora e visual. Leciona arte sonora na EAV desde 2009 e, como artista, expõe e participa de programas de residência, projetos solos e coletivos, no Brasil e no exterior. Desde 1998 desenvolve um duo com Franz Manata, articulando diversas mídias e áreas do conhecimento.

Sonia Salcedo

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Pós-Doutora em Artes pelo CNPq junto ao PPGAC/ECO/UFRJ (2017). Doutora em Artes Visuais (2012, EBA/UFRJ), Mestre em História e Crítica da Arte (2002, EBA/UFRJ), Especialista em História da Arte e da Arquitetura (1998, PUC/RJ). Graduada em Cenografia (1990, UNIRIO) e em Arquitetura e Urbanismo (1982/USU) Comunicação Social pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (1985). Tem experiência nas áreas das Artes e Arquitetura, com ênfase em Expografia da Arte Contemporânea. Atua como pesquisadora e docente, nos seguintes temas: crítica de arte e recepção da obra de arte, teorias e práticas artísticas e curatoriais, exposição e história da arte, arquitetura museal e design de exposições. Desde 2014 é docente da Escola de Artes Visuais do Parque Lage - Rio de Janeiro. É artista curadora e autora dos livros Cenário da Arquitetura da Arte - montagens e espaços de exposições? (2008);Poética Expositiva (2011), Asas a Raízes (2015), Arte de Expor - curadoria como expoesis" (2015); Pontotransição (2016) e Da visualidade à cena: dimensões expositivas da arte (2017). Atua na área de Artes Visuais. Foi profissional técnica da Fundação Nacional de Arte (Funarte), de 1993 - 2018, integrando a comissão curatorial do Centro de Artes Visuais.

Susana Spadaccini

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Laureada em gravura pela UFRJ. Curso de extensão em desenho pela UFMG. Estudos adicionais na EAV, Parque Lage. Curso de pós-graduação em restauração do Palazzo Spinelli, Itália. Residências e cursos de especialização no âmbito da gravura não tóxica. Lecionou nas oficinas gráficas do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, onde participou de vários projetos. Vem expondo em diversas mostras e bienais em seu país e no exterior. Trabalha como artista visual, com procedimentos gráficos e outras mídias. Dedica-se, também, ao ensino, à orientação e à pesquisa de técnicas tanto tradicionais quanto contemporâneas, com ênfase em métodos menos tóxicos de gravura.

Suzana Queiroga

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Artista visual. Doutoranda em História das Ciências, das Técnicas e Epistemologia - HCTE-COPPE/UFRJ. Mestre em Linguagens Visuais pela EBA-UFRJ. Participou de exposições no Brasil e no exterior, como as individuais Olhos D'Água (MAC/ Niterói, 2013), Velofluxo (CCBB Brasília e Museu da Chácara do Céu, Rio, 2008-2009), In between (EAV, 2004) e Como vai você, Geração 80? (EAV, 1984). Recebeu prêmios como a Bolsa RioArte (1999) I Prêmio Nacional de Arte Contemporânea da Funarte (2005), 5 Prêmio Marcantonio Villaça (2012) e Prêmio Aquisição na XVIII Bienal da Cerveira, Portugal (2015).

Thiago Barros

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Bacharel em Comunicação Social pela UFRJ, fotógrafo e representado pela Galeria Tempo - RJ. Leciona fotografia desde 1999 na Sociedade Fluminense de Fotografia e desde 2010 na EAV Parque Lage. Trabalhou como laboratorista durante dezoito anos ampliando fotografias para grandes profissionais e entidades. Possui imagens em publicações, expõe em mostras individuais e coletivas no Brasil e no exterior. Recebeu o Prêmio Internacional Juan Rulfo de Fotografia e atualmente, dedica-se a estudos e residências artísticas nacionais e internacionais. Seus trabalhos incorporam as coleções da Maison Européene de la Photographie, Gilberto Chateubriand e Museu Nacional de Belas Artes.

Tina Velho

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Tina Velho é midiartista, professora do Núcleo de Arte e Tecnologia e das Oficinas de Imagem Gráfica da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Seu trabalho inclui experimentos a partir de tecnologias digitais de transmissão de imagens ao vivo geradas pelo sistema de câmeras de vigilância. Nasceu no Rio de Janeiro em 1960, onde vive e trabalha. Estudou na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro e se graduou em gravura em 1989. Frequentou diversos cursos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. É professora da Escola de Artes Visuais do Parque Lage desde 1996 e em 1998 foi co-fundadora do Núcleo de arte e tecnologia onde desde então coordena projetos, desenvolve pesquisas e ministra cursos. Coordenou em 2009 o projeto de reestruturação das Oficinas da Imagem Gráfica da EAV Parque Lage implantando, então, um novo espaço para criação e interseção entre as gravuras tradicionais, fotografia e as mídias digitais. Coordenou o Núcleo de arte e tecnologia de 1998 até 2016 e as Oficinas da Imagem Gráfica 2010 até 2016. Integrou o 1º GT de Arte Digital do Conselho Nacional de Políticas Cultural do Ministério da Cultura.

Valerio Ricci Montani

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Valerio Ricci Montani (Campiglia Marittima, Itália, 1976), vive e trabalha no Rio de Janeiro. E’ graduado e pós-graduado em Artes Visuais na Accademia di Belle Arti di Frosinone e di Roma, Itália. Foi residente na Résidence Artistique l’Echangeur 22, Avignon, em 2015, no Mongin Artist in Residence Program, Seoul, em 2011 e na HSF – Harlem Studio Fellowship, Nova York, em 2009. Suas principais exposições foram: Novas Aquisições, Coleção Gilberto Chateaubriand (MAM Rio de Janeiro, 2014), Ausência Aguda Presença, texto de Gloria Ferreira (Sesc Copacabana, Rio de Janeiro, 2013), Colata Band! (CIAC, Genazzano, 2011), 54. Bienal de Veneza (Padiglione Italia della Biennale di Venezia, 2011), Mongin Open Studio 2011 (Mongin Art Center, Soul, 2011), Sŏul 서울 (MLAC, Roma, 2011), Italian Artists New York (ISCP International Studio & Curatorial Program, New York, 2009). Suas obras estão presentes nas coleções de Gilberto Chateaubriand, MAM – Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Collezione Musumeci Greco, Roma; Collezoine Attolico, Roma; Nomas Foundation, Roma.

Xico Chaves

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Formado em Artes e Ciência da Comunicação pela Universidade de Brasília e Centro Universitário de Brasília, Notório Saber em Artes Visuais pela Universidade de Brasília(UnB), artista visual, poeta e mediador cultural, radicado no Rio de Janeiro. Na UnB cursou paralelamente à formação básica Direção e Arquitetura Teatral, Música Eletroacústica e Experimental, Cinema, Construção de Instrumentos Musicais. Participou de diversos movimentos poéticos e artísticos contemporâneos e exposições, no Brasil e exterior.