Cursos do professor



Valerio Ricci Montani

Valerio Ricci Montani (Campiglia Marittima, Itália, 1976), vive e trabalha no Rio de Janeiro. E’ graduado e pós-graduado em Artes Visuais na Accademia di Belle Arti di Frosinone e di Roma, Itália. Foi residente no Mongin Artist in Residence Program em Seoul em 2011 e na HSF – Harlem Studio Fellowship em Nova York em 2009. Suas principais exposições foram: Novas Aquisições, Coleção Gilberto Chateaubriand (MAM Rio de Janeiro, 2014), Ausência Aguda Presença, texto de Gloria Ferreira (Sesc Copacabana, Rio de Janeiro, 2013), Colata Band! (CIAC, Genazzano, 2011), 54. Bienal de Veneza (Padiglione Italia della Biennale di Venezia, 2011), Mongin Open Studio 2011 (Mongin Art Center, Soul, 2011), Sŏul 서울 (MLAC, Roma, 2011), Italian Artists New York (ISCP International Studio & Curatorial Program, New York, 2009). Sua obras estão presentes nas coleções de Gilberto Chateaubriand, MAM – Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Collezione Musumeci Greco, Roma; Nomas Foundation, Roma.

2018

O Desenho na Arte Contemporânea - Das Vanguardas Artísticas à Contemporaneidade

O curso propõe analisar a técnica do desenho nas principais manifestações artísticas do século XX e da arte contemporânea, tendo como premissa a ruptura definitiva com a tradição acadêmica e a renovação do conceito do fazer artístico das vanguardas. Por meio de aulas teóricas e práticas, será proposto desenvolver projetos individuais a partir do trabalho de artistas como Pablo Picasso, Henri Matisse, John Heartfield, Mimmo Rotella, David Hockney, Kiki Smith (Colagem), Guillame Apollinaire, Mira Schendel, Bruce Nauman, Barbara Kruger, Alighiero Boetti (Palavra, Poesia Visual), Max Ernest, Masao Okabe, Do Ho Suh (Surrealismo, Frottage), Kandinskij, Klee, Mirò, Masson (Abstracionismo), Cy Twombly, Ad Reinhardt, Frank Stella, Agnes Martin, Carl Andre, Sol LeWitt, Robert Morris, Olafur Eliasson (Arte como Processo, Post-Minimal), entres outros.

1º semestre
08 de março a 26 de julho
Quinta-feira, 14:00–17:00
R$ 380,00/mês

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Destaque

O Sublime – Dialogo e Produção na Arte Contemporânea

Professor: Valerio Ricci Montani

1º semestre
12 de março a 25 de junho
Segunda-feira, 14:00–17:00
R$ 380,00/mês
 

O curso é voltado á artistas com práticas em andamento que procurem orientação e acompanhamento de trabalhos, relacionando suas pesquisas com as linguagens da arte contemporânea.
Durante o semestre é proposto aos alunos o tema de pesquisa “O Sublime na Arte Contemporânea”, a fim de desenvolver um projeto individual por meio de aulas teóricas e práticas.

Conteúdo
Sublime é o que somente pelo fato de poder pensá-lo prova uma faculdade do ânimo que ultrapassa todo o padrão de medida dos sentidos. […] E’ produzido pelo sentimento de uma momentânea inibição das forcas vitais e pela efusão imediatamente consecutiva e tanto mais forte das mesmas. (Kant)

O módulo propõe explorar a categoria estética do sublime, a partir das suas origens na retorica clássica de Platão e do Pseudo-Longino, até se definir no âmbito filosófico no sec. XVIII com Edmund Burke e Immanuel Kant, entres outros.
O sublime, assim como é expresso na sua origem etimológica de “sub-limis” (“em baixo do limiar”, “até o limite”, ou “que se eleva até o limite do lugar mais alto”) descreve uma experiência que traz o individuo além das medidas convencionais, se configurando nas linguagem artísticas como um tema e uma iconografia especifica.
Será apresentado um percurso histórico no âmbito da filosofia da arte e serão analisados os artistas que se relacionam com a categoria do sublime, tanto de forma explicita quanto renunciando à tradição da iconografia romântica, abrindo possíveis caminhos na contemporaneidade.

Objetivos
Relacionar a pesquisa pessoal com as poéticas artísticas dos movimentos da arte moderna e contemporânea. Adquirir capacidade critica sobre o próprio trabalho. Desenvolver a própria linguagem e realizar um projeto individual para exposição.

Público Alvo
Estudantes e artistas interessados em aprofundar a prática do desenho na arte contemporânea e seu contexto históricos.

Metodologia
As aulas se baseiam na análise dos trabalhos e das pesquisas dos alunos. A partir de discussões coletivas, com o auxilio de projeções de imagens e vídeos como material de apoio, os alunos vão definir a produção de seus projetos individuais, incluindo a possibilidade de uma exposição final do curso.

Bibliografia
– AGAMBEN, Giorgio. Nudez. Belo Horizonte: Autêntica, 2014
– AGAMBEN, Giorgio. O que é o contemporâneo? e outros ensaios, tradução de Vinícius Nicastro Honesko, Chapecó – SC: Argos, 2009
– AGAMBEN, Giorgio. Profanações. Tradução de Selvino Assmann, São Paulo: Boitempo, 2007
– ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna. São Paulo: Companhia das Letras, 1992
– BURKE, Edmund, Uma investigação filosófica sobre a origem de nossas ideias do belo e do sublime, Campinas – SP: Papirus, 1993
– DIDI-HUBERMAN, Georges. O que nós vemos, o que nos olha. Tradução G. Anghel e J. P. Cachopo, Porto: Dafne Editora, 2011
– KANT, Immanuel. Observações sobre o sentimento do belo e do sublime; Ensaio sobre as doenças mentais. Campinas, SP: Papirus, 1993.
– LONGINO, Do sublime. São Paulo – SP: Martins Fontes, 1996
– SCHILLER, Friedrich, Do sublime ao trágico. Belo Horizonte – MG: Autêntica Editora, 2011

Valerio Ricci Montani
(Campiglia Marittima, Itália, 1976), vive e trabalha no Rio de Janeiro. E’ graduado e pós-graduado em Artes Visuais na Accademia di Belle Arti di Frosinone e di Roma, Itália. Foi residente no Mongin Artist in Residence Program em Seoul em 2011 e na HSF – Harlem Studio Fellowship em Nova York em 2009. Suas principais exposições foram: Novas Aquisições, Coleção Gilberto Chateaubriand (MAM Rio de Janeiro, 2014), Ausência Aguda Presença, texto de Gloria Ferreira (Sesc Copacabana, Rio de Janeiro, 2013), Colata Band! (CIAC, Genazzano, 2011), 54. Bienal de Veneza (Padiglione Italia della Biennale di Venezia, 2011), Mongin Open Studio 2011 (Mongin Art Center, Soul, 2011), Sŏul 서울 (MLAC, Roma, 2011), Italian Artists New York (ISCP International Studio & Curatorial Program, New York, 2009). Sua obras estão presentes nas coleções de Gilberto Chateaubriand, MAM – Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Collezione Musumeci Greco, Roma; Nomas Foundation, Roma.