Cursos do professor



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Cristina Ribas

Trabalha como artista, pesquisadora. É feminista, brasileira, mãe, doutora institucionalizada. Sua prática, em um sentido amplo, provoca articulações entre diagramas, memória, história, arquivos, a esfera pública e a política. Seu trabalho como artista já abordou mais diretamente questões relacionadas ao espaço urbano, usando fotografia, escultura, vídeo, instalação e texto. Sua produção como artista-pesquisadora procura atuar no campo da arte através da escrita crítica e da organização de dispositivos para compartilhar conhecimento. A partir de 2005 desenvolveu a pesquisa Arquivo de emergência, que em 2011 teve parte de seu acervo incorporado à plataforma on-line Desarquivo.org (desarquivo.org). 2014-2015. Realizou o Vocabulário político para processos estéticos (concepção e curadoria, ou catalização) que culminou na publicação de um livro homônimo reunindo a contribuição de mais de 25 autores. vocabpol.cristinaribas.org. Atualmente desenvolve os Protocolos para Intersectar Vocabulários usando a improvisação como pesquisa em ato, e como forma de criar peças corporais e sonoras efêmeras, enunciativas de coletividades singulares e temporárias. Faz parte da Rede de pesquisadores Red Conceptualismos del Sur. redcsur.net Mestre em Processos Artísticos Contemporâneos pela UERJ, com orientação de Sheila Cabo Geraldo. Doutora em Fine Art no Goldsmiths College of London, sob a orientação de Susan Kelly. Atualmente é pós-doutoranda no PPGAV-IA da UFRGS sob supervisão de Maria Amélia Bulhões.

Férias de verão 2020

Cartografias, redes, localização e … situação

O curso Cartografias, redes, localização e … situação quer proporcionar a experimentação de ferramentas e conceitos ao redor da noção da cartografia – como forma contra-colonial de localizar-se, relacionar-se e de apresentar ou representar a relação com o território a partir de narrativas, representações visuais, sensibilidades e posicionamentos políticos. Vamos apresentar conteúdo relacionado à produção cartográfica, diagramática e de mapas de resistência produzidos nos últimos dez ou quinze anos no Brasil e fora dele por artistas, coletivos, pesquisadoras e eventualmente grupos sociais.

Férias de Verão 2020
03, 06, 10 e 13 de fevereiro
Segunda e quinta-feira, 19:00–22:00
R$ 300,00 (parcela única)

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Lucas Icó

O trabalho de Lucas se baseia na pesquisa da troca intersubjetiva e da criação estética em contextos de desafio político. Ele produz principalmente situações de encontro, impressos, instalações e vídeos. Iniciou sua trajetória em 2010 realizando instalações e caminhadas que questionavam o uso da terra, a noção de evento (artístico) e as políticas culturais. Sempre esteve interessado em situações de pesquisa intersubjetiva do contexto social-institucional no qual se localiza. Esta pesquisa o levou a que nestes últimos anos se envolvesse com dois movimentos sociais de resistência que tem uma relação vital com a manutenção do território onde estão assentados: a Aldeia Maracanã e a Vila Autódromo. É mestre em Artes Visuais pelo PPGAV-EBA-UFRJ (2019) com a dissertação “Aprender a caminhar com a Aldeia Maracanã”. É bacharel em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da UERJ (2014). É pós-graduado pelo Programa de Artistas da Universidad Torcuato Di Tella em Buenos Aires (2016). Dentre os cursos de formação destacamos a participação em programas de formação na Escola de Artes Visuais do Parque Lage de 2007 a 2013. Dentre as residências destacamos: a participação no programa Capacete com o projeto de encontros semanais ao longo do ano Grupo de caminhadas (2015); e o prêmio TAC Terra Una de residência na ecovila Terra Una (2014). Realizou trabalhos em instituições de prestígio como Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Espaço Municipal Sérgio Porto; Goethe Institut RJ; Sesc Pompéia e Belenzinho; Galeria Bang bang em Lisboa; Galeria Anita Schwartz; Galeria A gentil Carioca; Centro Cultural Banco do Nordeste em Fortaleza; Le 19 Crac; entre outros.

Cartografias, redes, localização e … situação

O curso Cartografias, redes, localização e … situação quer proporcionar a experimentação de ferramentas e conceitos ao redor da noção da cartografia – como forma contra-colonial de localizar-se, relacionar-se e de apresentar ou representar a relação com o território a partir de narrativas, representações visuais, sensibilidades e posicionamentos políticos. Vamos apresentar conteúdo relacionado à produção cartográfica, diagramática e de mapas de resistência produzidos nos últimos dez ou quinze anos no Brasil e fora dele por artistas, coletivos, pesquisadoras e eventualmente grupos sociais.

Férias de Verão 2020
03, 06, 10 e 13 de fevereiro
Segunda e quinta-feira, 19:00–22:00
R$ 300,00 (parcela única)

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