EAV Parque Lage

Cursos do professor



Mariana Manhães

Niterói, 1977. Vive no Rio de Janeiro. Mariana vive no Rio de Janeiro. Graduou-se em Psicologia pela UFF (2001) e concluiu mestrado em Comunicação e Cultura pela UFRJ (2012). Sua formação artística aconteceu entre 1997 e 2005 na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Participou de exposições em diversos museus e galerias no Brasil e exterior, dentre os quais se destacam: MuBE (São Paulo), Bienal de Vancouver (Vancouver, Canadá), Shanghart Gallery (Xangai, China), The Mattress Factory (Pittsburgh, EUA), Bozar Museum (Bruxelas, Bélgica), Centro Cultural Banco do Brasil (Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília), Martin-Gropius-Bau Museum (Berlim, Alemanha), Instituto Itaú Cultural (São Paulo), Instituto Tomie Ohtake (São Paulo), Museu de Arte Moderna (Rio de Janeiro), Museu de Arte Moderna (Salvador), Museu Vale do Rio Doce (Vila Velha), Galerie GP+N Vallois e Natalie Seroussi (Paris, França), entre outros. Apresentou individuais na Galeria Múltiplo (Rio de Janeiro, 2017), Paço Imperial (Rio de Janeiro, 2013), Centro Cultural Banco do Brasil (Rio de Janeiro, 2010) e Museu de Arte Contemporânea (Niterói/RJ, 2007). Dentre os prêmios que recebeu, destacam-se: Prêmio Marcantônio Vilaça - FUNARTE (2015); Vancouver Biennale Residency Program (2014); Bolsa Funarte de Estímulo às Artes Visuais 2013 - FUNARTE (2013), Salão de Goiás (2006), Salão da Bahia (2005). Em 2017 foi finalista do Prêmio CNI SESI Marcantônio Vilaça (2017).

2º semestre 2019

Prática do Artista: fios para labirintos

O título do curso faz referência ao processo de criação poética, seus labirintos e suas possibilidades de caminhos.
Sabemos o quanto o trabalho solitário de ateliê pode ser angustiante, levando-nos muitas vezes a passagens sombrias e becos sem saída. Portanto, a intenção do curso é promover um espaço de convívio e troca de ideias, a fim de apontar uma luz no fim do túnel. Acreditamos que, ao compartilhar as tensões e dúvidas com outras pessoas, fios são desenrolados, caminhos são desvendados e atalhos são conhecidos e iluminados, atenuando assim as tensões e solidões indesejadas. A forma de trabalhar é a seguinte: a cada encontro, um dos artistas participantes leva algum material que queira discutir. Esse material pode ser um projeto, um trabalho finalizado, imagens de alguma coisa em andamento, maquetes, ensaios fotográficos, esboços ou até mesmo fragmentos de uma ideia que ele ainda não sabe muito bem do que se trata – o importante é ter comprometimento com o próprio processo poético, seja lá ele qual for. A partir dessas apresentações, que terão a participação de todo o grupo, surgirão sugestões de pesquisa, referências, materiais e leituras, práticas de vivências, laboratórios improvisados e experimentações matéricas. Tudo isso com a intenção de aliviar a tensão (e, também, a solidão) do artista.

2°semestre 2019
14 de agosto a 11 de dezembro
Quarta-feira, 10:00–12:00
R$ 350,00/mês

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Contínuo 2020

Prática do Artista: fios para labirintos

O título do curso faz referência ao processo de criação poética, seus labirintos e suas possibilidades de caminhos. Sabemos o quanto o trabalho solitário de ateliê pode ser angustiante, levando-nos muitas vezes a passagens sombrias e becos sem saída. Portanto, a intenção do curso é promover um espaço de convívio e troca de ideias, a fim de apontar uma luz no fim do túnel. Acreditamos que, ao compartilhar as tensões e dúvidas com outras pessoas, fios são desenrolados, caminhos são desvendados e atalhos são conhecidos e iluminados, atenuando assim as tensões e solidões indesejadas. A forma de trabalhar é a seguinte: a cada encontro, um dos artistas participantes leva algum material que queira discutir. Esse material pode ser um projeto, um trabalho finalizado, imagens de alguma coisa em andamento, maquetes, ensaios fotográficos, esboços ou até mesmo fragmentos de uma ideia que ele ainda não sabe muito bem do que se trata – o importante é ter comprometimento com o próprio processo poético, seja lá ele qual for. A partir dessas apresentações, que terão a participação de todo o grupo, surgirão sugestões de pesquisa, referências, materiais e leituras, práticas de vivências, laboratórios improvisados e experimentações matéricas. Tudo isso com a intenção de aliviar a tensão (e, também, a solidão) do artista.

Contínuo 2020
04 de agosto a 9 de dezembro
Quarta-feira, 10:00–12:00
R$ 350,00/mês

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Férias de verão 2020

Leitura e Escuta de Biografólios

Biografólio = Biografia + Portfólio (uma leitura de portfolio do ponto de vista da história pessoal). A cada encontro, um ou dois artistas apresentarão suas obras e falarão sobre sua trajetória. A proposta é conversar sobre como alguns trabalhos podem ser influenciados por fatos da vida de cada um, espaços ocupados como ateliês, mudanças de cidades e tantas outras coisas. O objetivo do curso é, portanto, proporcionar ao artista participante novas formas de ver seu próprio trabalho a partir do ato da escuta e, principalmente, de sua própria fala. Assim sendo, não será solicitado que se fale nada além daquilo que se quer, sendo que o foco dos encontros SEMPRE será no processo poético. As histórias de cada um servirão apenas como porta de entrada para ativar novas percepções e insights sobre o que se está produzindo. A dinâmica será a seguinte: cada artista apresentará seu portfolio da forma que quiser, do ponto de vista de fatos biográficos que ache relevantes. Após cada apresentação, será reservado um tempo para comentários finais feitos pela orientadora do curso e pelos ali presentes. Os trabalhos a serem levados para os encontros podem ser atuais, anteriores ou mesmo projetos futuros – a escolha é livre. Nossos encontros Biografólios serão realizados a partir do material levado pelo artista: imagens, anotações, obras presenciais (neste caso, o artista deve providenciar o transporte das mesmas para o Parque Lage), apresentações de textos e imagens no Datashow (fornecido pela Escola).

Férias de Verão 2020
07 a 28 de janeiro
Terça-feira, 10:00–12:00
R$380,00 (parcela única)

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Semestral 2020.2

Ao Sentir Cheiro de Floresta

O curso Ao Sentir Cheiro de Floresta foi elaborado a fim de explorar as características do meio remoto: suas possibilidades, impossibilidades, e como usá-las a favor do processo de criação poética e de discussão dos processos dos artistas.

A referência ao cheiro da Floresta se deve ao fato da memória olfativa ser a mais persistente que temos. Através dela, acessamos recordações imediatas, muito antigas ou recentes, de uma maneira bastante enfática. Isso acontece porque esse tipo de memória é diretamente ligado ao sistema límbico, onde nossos cérebros guardam as lembranças e criam emoções a partir delas.

No entanto, o cheiro da Floresta não pode ser sentido através da Internet. Mas… seria possível imaginá-lo? Inventá-lo? E, ao fazer isso, quais sensações e emoções virão à tona?

Imaginaremos as florestas primárias e os bosques; a floresta como um lugar onde nos perdemos, que é ameaçador, e onde nos deixamos perder para, depois, nos encontrarmos.
Florestas frias, congelantes, e outras quentes, tropicais; as matas como símbolos da nossa unidade com a natureza…

E, finalmente, a Floresta como o caminho do artista, trajetória do seu processo, essa sim, a imagem florestal mais cara ao nosso curso. Usaremos a potência da imaginação que, por vezes, é mais forte que a realidade, para criarmos e perseguirmos imagens que nos ajudarão na realização de trabalhos e projetos.

Semestral 2020.2
05 de agosto a 09 de dezembro
Quartas, de 19h às 21h
R$ 1575,00 ou 5x de R$ 315,00

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