EAV Parque Lage

Cursos do professor



Lucas Icó

O trabalho de Lucas se baseia na pesquisa da troca intersubjetiva e da criação estética em contextos de desafio político. Ele produz principalmente situações de encontro, impressos, instalações e vídeos. Iniciou sua trajetória em 2010 realizando instalações e caminhadas que questionavam o uso da terra, a noção de evento (artístico) e as políticas culturais. Sempre esteve interessado em situações de pesquisa intersubjetiva do contexto social-institucional no qual se localiza. Esta pesquisa o levou a que nestes últimos anos se envolvesse com dois movimentos sociais de resistência que tem uma relação vital com a manutenção do território onde estão assentados: a Aldeia Maracanã e a Vila Autódromo. É mestre em Artes Visuais pelo PPGAV-EBA-UFRJ (2019) com a dissertação “Aprender a caminhar com a Aldeia Maracanã”. É bacharel em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da UERJ (2014). É pós-graduado pelo Programa de Artistas da Universidad Torcuato Di Tella em Buenos Aires (2016). Dentre os cursos de formação destacamos a participação em programas de formação na Escola de Artes Visuais do Parque Lage de 2007 a 2013. Dentre as residências destacamos: a participação no programa Capacete com o projeto de encontros semanais ao longo do ano Grupo de caminhadas (2015); e o prêmio TAC Terra Una de residência na ecovila Terra Una (2014). Realizou trabalhos em instituições de prestígio como Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Espaço Municipal Sérgio Porto; Goethe Institut RJ; Sesc Pompéia e Belenzinho; Galeria Bang bang em Lisboa; Galeria Anita Schwartz; Galeria A gentil Carioca; Centro Cultural Banco do Nordeste em Fortaleza; Le 19 Crac; entre outros.

Cristina Ribas

Trabalha como artista, pesquisadora. É feminista, brasileira, mãe, doutora institucionalizada. Sua prática, em um sentido amplo, provoca articulações entre diagramas, memória, história, arquivos, a esfera pública e a política. Seu trabalho como artista já abordou mais diretamente questões relacionadas ao espaço urbano, usando fotografia, escultura, vídeo, instalação e texto. Sua produção como artista-pesquisadora procura atuar no campo da arte através da escrita crítica e da organização de dispositivos para compartilhar conhecimento. A partir de 2005 desenvolveu a pesquisa Arquivo de emergência, que em 2011 teve parte de seu acervo incorporado à plataforma on-line Desarquivo.org (desarquivo.org). 2014-2015. Realizou o Vocabulário político para processos estéticos (concepção e curadoria, ou catalização) que culminou na publicação de um livro homônimo reunindo a contribuição de mais de 25 autores. vocabpol.cristinaribas.org. Atualmente desenvolve os Protocolos para Intersectar Vocabulários usando a improvisação como pesquisa em ato, e como forma de criar peças corporais e sonoras efêmeras, enunciativas de coletividades singulares e temporárias. Faz parte da Rede de pesquisadores Red Conceptualismos del Sur. redcsur.net Mestre em Processos Artísticos Contemporâneos pela UERJ, com orientação de Sheila Cabo Geraldo. Doutora em Fine Art no Goldsmiths College of London, sob a orientação de Susan Kelly. Atualmente é pós-doutoranda no PPGAV-IA da UFRGS sob supervisão de Maria Amélia Bulhões.

Cartografias, redes, localização e … situação

O curso Cartografias, redes, localização e … situação quer proporcionar a experimentação de ferramentas e conceitos ao redor da noção da cartografia – como forma contra-colonial de localizar-se, relacionar-se e de apresentar ou representar a relação com o território a partir de narrativas, representações visuais, sensibilidades e posicionamentos políticos. Vamos apresentar conteúdo relacionado à produção cartográfica, diagramática e de mapas de resistência produzidos nos últimos dez ou quinze anos no Brasil e fora dele por artistas, coletivos, pesquisadoras e eventualmente grupos sociais.

Férias de Verão 2020
03, 06, 10 e 13 de fevereiro
Segunda e quinta-feira, 19:00–22:00
R$ 300,00 (parcela única)

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Cursos - Julho 2020

Caminhar: prática estética e política e...

O curso visa proporcionar um ambiente de investigação do caminhar como prática cartográfica estético-política, expressiva e inventiva a partir de narrativas, representações visuais, sensibilidades e posicionamentos políticos. O curso tem por objetivo acompanhar as construções narrativas que emergem da experiência pedestre por meio de exercícios, individuais e coletivos, somados a compartilhamento de referências.

Cursos – Julho 2020
Julho . Quarta, de 19h às 21h
R$250,00

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Curta duração 2020.2

Arte e(m) Contexto

ARTE E(M) CONTEXTO quer proporcionar um ambiente de investigação da relação entre arte e contexto social a partir da troca de narrativas, representações visuais, sensibilidades e posicionamentos políticos. Vamos abordar modos como a prática artística apresenta, representa e se relaciona com, assim como de certo modo, cria seu contexto.

Serão apresentados alguns aspectos dessa discussão em cada um dos módulos a partir dos trabalhos de artistas, coletivos e pesquisadores ao redor de temas: arte em espaços públicos; arte e gentrificação; arte e movimentos sociais; arte e políticas públicas; arte e pesquisa; arte e ativismo.

O curso também tem por objetivo acompanhar as construções narrativas que emergem da relação entre produção artística e contexto. Como lidar a partir da arte com um contexto de aumento da exploração e da precarização da vida? Ao articular arte e contexto social durante a pandemia, que noções de esfera pública e de vida estão em jogo? Que práticas, sensibilidades e narrativas podem aparecer? Vamos partilhar experiências, realizar exercícios individuais e coletivos e acompanhar a produção dxs alunxs. Os conceitos centrais que vão conduzir esse curso são arte e contexto social, práticas plástico-discursivas e estético-políticas, espaços públicos, localização, pesquisa-ação.

Curta duração 2020.2
12 de agosto a 28 de outubro*
Quartas, de 20h às 22h
R$ 250,00 por módulo

*Curso em módulos. É possível cursar os módulos separadamente.

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Férias de verão 2020

Cartografias, redes, localização e … situação

O curso Cartografias, redes, localização e … situação quer proporcionar a experimentação de ferramentas e conceitos ao redor da noção da cartografia – como forma contra-colonial de localizar-se, relacionar-se e de apresentar ou representar a relação com o território a partir de narrativas, representações visuais, sensibilidades e posicionamentos políticos. Vamos apresentar conteúdo relacionado à produção cartográfica, diagramática e de mapas de resistência produzidos nos últimos dez ou quinze anos no Brasil e fora dele por artistas, coletivos, pesquisadoras e eventualmente grupos sociais.

Férias de Verão 2020
03, 06, 10 e 13 de fevereiro
Segunda e quinta-feira, 19:00–22:00
R$ 300,00 (parcela única)

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