A Fotografia Brasileira e o Modernismo

A Fotografia Brasileira e o Modernismo

Imagem: Wikimedia Commons

Professora: Denise Cathilina

Férias 2019
9, 16, 23, 30 de janeiro
Quarta-feira, 19:30–21:30
R$ 280,00/mês

Público-alvo
Estudantes de arte, história, comunicação e áreas afins. Fotógrafos, educadores e o público em geral interessado em artes.

Curso teórico que apresenta uma análise da produção fotográfica brasileira dos anos 1940 e 1960. O objetivo é traçar um panorama da fotografia moderna brasileira do período, inserindo-o no contexto da arte moderna brasileira e mundial. Os assuntos abordados têm como propósito estimular o pensamento crítico sobre a produção fotográfica do Brasil em torno de temas como o pictorialismo no Brasil e o movimento fotoclubista, Foto Cine Clube Bandeirante e a Fotoptica, a fotografia experimental de Geraldo de Barros e José Oiticica Filho e a subjetividade e geometria de Thomas Farkas e Marcel Giró. Esse curso dará especial ênfase na analise da obra do fotografo francês carioca Milan Alran.. O curso inclui, uma visita ao I Instituto Moreira Sales, referência no estudo, pesquisa e difusão da fotografia, e abriga importante acervo de fotografia moderna brasileira.

Bibliografia do curso
Helouise Costa e Renato Rodrigues. Fotografia Moderna no Brasil. São Paulo: Cosac Naif, 2004
Ludger Derenthal, Samuel Titan Jr. Modernidades Fotográficas – 1940-1964 – Thomas Farkas, Marcel Gautherot, José Medeiros, Hans Gunter Flieg. Rio de Janeiro. IMS. 2014.
Joaquim MARÇAL. Milan Alram. Editora Bazar do Tempo- Rio de Janeiro, 2015
 
Bibliografia complementar
Lessa, Washington Dias. ”Amílcar de Castro e a reforma do Jornal do Brasil”. Em: AGUILERA, Yanet Preto no branco: a obra gráfica de Amilcar de Castro. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2005.

Ricardo Mendes. Antologia Brasil, 1890-1930: Pensamento Crítico em Fotografia. FUNARTE. São Paulo.  

Denise Cathilina
(vive e atua no Rio de Janeiro ). Artista, professora, curadora independente, com participação em diversas exposições em instituições no Brasil e no exterior (Paço Imperial, Casa França – Brasil, Centro de Artes Helio Oiticica, Galeria EAV Parque Lage, Oi Futuro, no  Rio de Janeiro, Museu de Arte Contemporânea de Rosário, Pasaje 17 – Arte Contemporáneo, na Argentina, International Labor Organization em Genebra, Galeria Gedok, Munique.. Em 1996 inicia trajetória como professora da Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage. Pesquisadora autodidata, vem realizado workshops e palestras em instituições como a ECO-UFRJ, Cap UFRJ, UFJF-MG, Sesc-RJ, Sesc-SP, Senac-RJ Como curadora já produziu inúmeras exposições de jovens artistas. Em seu trabalho explora fotografia e a tecnologia de forma poética, pesquisando as fronteiras entre o high-tech, low-tech, o no tech e a gambiarra.