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Modelo Vivo Modelo Bicho, com Laura Lima

DESTAQUE: AULA PÚBLICA

Domingo, 22/10 – Encerramento
Modelo Vivo Modelo Bicho, com Laura Lima
Aula de observação e desenho realizada pela EAV Parque Lage em parceria com Instituto Vida Livre, e apoio do IBAMA e ICMBIO
Horário: das 14h às 17h
Local: Cavalariças
Inscrição antecipada*
Vagas limitadas, capacidade 25 pessoas

Em 2016, as Jornadas de Outubro promoveram uma coleta pública de objetos vermelhos para compor o trabalho do grande artista Cildo Meireles, “Impregnação: Em torno do Desvio”, nas Cavalariças do Parque Lage: eavparquelage.rj.gov.br/objetos-vermelhos/ Este ano, a artista Laura Lima conduz uma aula performativa de desenho de modelo vivo, a partir da observação de animais nas Cavalariças da EAV Parque Lage, no dia 22 de outubro.

Crianças, jovens, trabalhadores, desempregados e aposentados, poetas e políticos, transviados e cis, malabaristas e cientistas, profanos e amadores da arte serão convidados a desenhar diversos bichos trazidos especialmente para um grande exercício imaginativo e criativo. Para a ocasião contaremos com as ilustres presenças de uma arara, um tucano, uma coruja, um jabuti, um tamanduá, uma jibóia, três pulgas, e outros…

A atividade “Modelo Vivo, Modelo Bicho” é realizada em parceria com Instituto Vida Livre (organização brasileira que cria e desenvolve projetos de reabilitação e conservação da fauna silvestre) e com o apoio de ICMBio e IBAMA. Juntos, a EAV e parceiros da atividade “Modelo Vivo, Modelo Bicho” promoverão uma fala acompanhada de uma pequena mostra chamada “Desafios de vida livre: o tráfico de fauna silvestre no Rio de Janeiro”. Participam da fala Roched Seba (Instituto Vida Livre). Fala e exposição ocorrerão na sala do ICMbio, que fica ao lado das Cavalariças, e serão simultâneas à atividade proposta por Laura Lima.

Laura Lima
Estudou na EAV Parque Lage e é graduada em Filosofia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Constrói obras com a participação de seres vivos. Expôs em diversas mostras nacionais e internacionais, entre elas duas Bienais de São Paulo (1998 e 2006) e a Biennale de Lyon de 2011.