Eventos

Arte Naïf – Nenhum Museu a Menos

SOBRE A EXPOSIÇÃO
ARTISTAS
EDUCATIVO
DEBATES
PROGRAMAÇÃO MUSICAL
FICHA TÉCNICA

PROGRAMAÇÃO MUSICAL
Gratuito . Aberto ao público
Jardins e Palacete da EAV Parque Lage

Para celebrar o encerramento da exposição manifesto “Arte Naif – Nenhum museu a menos”, que levou às cavalariças e Palacete do Parque Lage parte do acervo do Museu Internacional de Arte Naïf do Brasil (MIAN), a Escola de Artes Visuais oferece uma grande programação musical.

Grupos pertencentes à cena da música negra brasileira atual trarão diversos estilos como funk, hip hop, soul e rap ao palacete, nesse domingo 7 de julho.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO MUSICAL
DOM . 07 JULHO 2019
17:00: Fanfarra Black Clube
18:00: Elis MC
19:00: Lewa D’Oxum
20:00: Quilombaile – DJs Bieta, Rainha Crespa, Leo Gonzaga e Thales Mulatu


Fanfarra Black Clube
O bloco de rua do Rio, que surgiu em 2014, mistura funk, disco e black music. Com saxofones, trombones, trompetes, tuba e percussão, a fanfarra conta com 12 integrantes. O repertório vai de Bee Gees a Benjor, passando por Amy Winehouse e Daft Punk.

Elis MC
A pequena Mc de 7 anos já ostenta dois clipes de sucesso no Youtube. Fenômeno da internet, acumula mais de 200 mil seguidores em redes sociais e seu clipe já tem mais de 5 milhões de visualizações. As letras de suas músicas incentivam o combate ao racismo e exaltam os negros.

Lewa D’Oxum
Filha de Oxum, Lewa traz desde a infância uma forte carga musical. Natural de Salvador, seu trabalho, que reúne música e cultura preta, é reconhecido pela militância: a artista procura empoderar e valorizar mulheres e crianças negras através da cultura. Lewa já tocou em diversos palcos do Rio e, no ano passado, esteve na Argentina, onde se apresentou ao lado de Maria Gadú e Preta Rara.

Quilombaile – DJs Bieta, Rainha Crespa, Leo Gonzaga e Thales Mulatu
Quilombaile é a festa produzida pelo coletivo Quilombike, que tem filosofia de trabalho afrocentrada, priorizando nossos antepassados afros que formaram os quilombos. Um “veículo de resistência sonora ambulante”, que ocupa a rua e espaços públicos, com equipe majoritariamente negra. O quilombaile é comandado por quatro DJs: Biete, Rainha Crespa, Leo Gonzaga e Thales Mulatu. A apresentação no Parque Lage será a primeira do grupo longe da rua (suas festas costumam atrair multidões à Lapa).


Domingo, 9 de junho, a EAV Parque Lage realiza uma ampla programação musical para celebrar a cultura e tradições populares.
Às 16h, teremos uma apresentação para todas as idades: receberemos o Bumba Meu Boi do músico maranhense Cacau Amaral e As Três Marias.
Em seguida, haverá um verdadeiro rasta pé com muito forró, xaxado, coco, carimbó.
Às 18h entra o forró pé de serra do Trio Samburá e, às 19h, vamos viajar para o norte amazônico com o Xinguara.
Para fechar a programação, vamos receber às 20h o Gigante César e seu Sucesso Repentino.

PROGRAMAÇÃO MUSICAL
DOM . 09 JUNHO 2019
16:00: Roda de Bumba meu Boi do Maranhão com Cacau Amaral e as Três Marias
18:00: Trio Samburá
19:00: Xinguara
20:00: Gigante Cesar e o Sucesso Repentino


Bumba Meu Boi com Cacau Amaral e As Três Marias
Para o maranhense de muitos sotaques Cacau Amaral, música é tambor, é percussão, é verso cantado –, mas é também
pesquisa e arte-educação. É descobrir e levar a alegria dos sons, dos ritmos, dos versos que se faz nos quatro cantos do país às nossas crianças, à nossa gente e ajudar a manter isso tudo bem vivo. Suas raízes vêm do Maranhão, do tambor de crioula, do bumba-meu-boi, do pai líder de brincadeiras, do avô tambozeiro, mas são também herança da África e de suas andanças por esse Brasil de ritmos e de sotaques.
Cacau Amaral vem desenvolvendo, também, um trabalho como arte-educador. Entre os principais projetos em que participou em 2006 e 2007, estão: “Maré Brincante”, realizado na ong CEASM, que atua no conjunto de comunidades populares da Maré, no Rio de Janeiro, “Africa Brasil”, oficina de tambor com o grupo “As Três Marias” que aconteceu no CCBB-RJ, “Geringonça”, projeto que realizou oficinas de cacuriá na rede Sesc Rio, além de oficinas com o Jongo da Serrinha e a Cia. Folclórica de Dança da UFRJ.

Trio Samburá
O Trio Samburá foi formado no Rio de Janeiro em meados de 2015 com a união de três amigos músicos e amantes da pluralidade da nossa cultura. Com influências que vão desde a tradição de Luiz Gonzaga, Marinês, Dominguinhos e Sivuca até os grupos que marcaram a explosão do forró nacional no fim dos anos noventa como Forróçacana, Raiz do Sana e o Baião de Corda o grupo apresenta um repertório original que mistura aos clássicos temas menos conhecidos e composições próprias e de parceiros. Com o revezamento das três vozes, numa formação tradicional pé de serra com sanfona, zabumba e triângulo, o trio esbanja versatilidade de timbres e interpretações. O já tradicional baile do Trio Samburá acontece todos os domingos na Lapa desde o início de 2016. Com uma proposta democrática de contribuição consciente de acordo com as possibilidades de cada um o evento acabou por sedimentar um público variado em todos os sentidos.

Xinguara
O show “Xinguara” trás em seu repertório uma identidade musical singular das raízes nortistas a contemporaneidade, realizando uma construção de composições modernas e autorais de Aline Castro e Barbara Vento, irmãs paraenses que desenvolvem um trabalho de pesquisa de elementos da cultura popular do norte do Brasil desde 2001. Fundadoras do grupo Paideguará atualmente trazem em seu leque de multiplicidades artísticas o show musical “Xinguara” que apresenta uma mistura de ritmos e danças tradicionais como canções autorais, guitarradas da região norte, lundus, marabaixos, entre marujadas e siriás passeando musicalmente também pelo nordeste cantam cirandas, cocos e xotes, além de poesias e intervenções em homenagem a mitos e simbologias da região amazônica.

Gigante César e o Sucesso Repentino
Gigante César é pernambucano de Arcoverde e vem traçando sua vida artística entre a música e o teatro desde muito cedo. Começou sua carreira no Sesc Arcoverde, migrou para Recife onde começou a trabalhar com a banda Cordel de Fogo Encantado e junto com o grupo se estabeleceu em São Paulo durante 10 anos. Passou pelo teatro oficina de Zé Celso, entre outras cias de teatro. Hoje mora no Rio de Janeiro, onde comanda o coletivo de performances “Bunytos de Corpo”. Em paralelo a isso tudo, sempre escreveu suas canções.
“Gigante César e o Sucesso Repentino” é o projeto musical desse artista independente. Suas canções autorais passeiam por temáticas cotidianas e sentimentais, sempre munidas de uma poesia ácida e irônica, por vezes escrachadas.


PROGRAMAÇÃO DE ABERTURA
Sáb . 11 MAIO 2019
16:00: Studio 69
18:00: DJ MAM
19:00: Duo Aline Paes e Pedro Franco
20:00: DJ MAM


STUDIO 69
O Studio 69 embalou o sábado a noite de centenas de foliões na sua estreia em 2019. Levando a música Disco para o carnaval carioca em formato fanfarra, os arranjos passeiam entre as batidas das discotecas dos anos 70 e 80, e os ritmos tradicionais brasileiros, como marchinha e ijexá. A versatilidade dos instrumentos desplugados transforma suas apresentações em uma verdadeira festa ambulante, com direito a globo espelhado e muito brilho.”

DJ MAM
DJ, produtor musical, compositor, agitador cultural, pesquisador musical, curador, label manager e radialista. São muitos os talentos de DJ MAM, nome destaque na cena carioca há quase duas décadas e que fez de sua premiada obra uma busca por ressignificar e modernizar as tradições musicais brasileiras.

Completando três décadas atrás das pick ups e controladoras, MAM ganhou notoriedade como DJ na noite carioca e em rádios comunitárias e FMs, como a Cidade. Em 2002, ele começou sua discografia com o álbum “Brazilian Lounge”, lançado em parceria com a grife Osklen, como trilha oficial da Fashion Rio. Além disso, se apresentou em prêmios, como o Multishow e o da Música Brasileira, até festivais, como o TIM Festival e Coca-Cola Vibezone. Na época, seus estudos e visão empreendedora sobre a música brasileira geraram temporadas com curadoria de MAM no saudoso Estrela da Lapa, no show Educação de MPB, que levou 100 estrelas – como Elza Soares e Emílio Santiago – para as batidas da nova geração.

Duo Aline Paes e Pedro Franco
O encontro entre o multi-instrumentista Pedro Franco e a cantora Aline Paes aconteceu naturalmente, entre alguns trabalhos em comum, saraus e especialmente em breve temporada de shows em fevereiro de 2019 no projeto Carnaval Pós-Praia da Gávea liderado pelo cantor Pedro Miranda. A identificação foi rápida e a comunicação entre os dois foi facilmente estabelecida nos palcos, com ambos buscando espaços para improvisos e caminhos não óbvios em suas interpretações. A partir desse diálogo, nasce a vontade de fazer mais som juntos e explorar seus instrumentos, interpretações e, claro, fortalecer a amizade recente e promissora entre esses dois jovens artistas. No repertório, interpretado por voz e violão, músicas de Moacir Santos, João Bosco, Guinga, Aldir Blanc, Vinicius de Morais, Baden Powell, além de autorais de Pedro Franco.

Pedro Franco
Natural de Porto Alegre, estudou na escola da OSPA (Orquestra Sinfonica de Porto Alegre), choro com Luíz Machado e violão com Daniel Sá. Em 2010, em parceria com o acordionista e pianista Matheus Kleber, estreou seu primeiro álbum autoral, “Ida”. Ao mudar-se para o Rio de Janeiro, cursou Violão na UFRJ e atuou em diversas formações com seu trabalho instrumental. Multi-instrumentista virtuoso e compositor, tem se destacado no cenário nacional como um dos maiores de sua geração, dividindo palco com Maria Bethania, Zélia Duncan, Roberta Sá, Ney Matogrosso, Yamandu Costa, Gal Costa, Lenine, Zeca Baleiro, Maria Gadu, Luís Melodia, Mariene de Castro, Monica Salmaso, entre outros.

Aline Paes
Natural do Rio de Janeiro, Aline Paes é cantora e produtora cultural. Logo no início da carreira, em 2010, foi vencedora do I Prêmio Divas da Música Brasileira, onde concorreu com artistas de diferentes regiões do país. O prêmio homenageou as grandes Ademilde Fonseca, Alaíde Costa e Dóris Monteiro, e no júri do concurso figuraram nomes como o jornalista Sérgio Cabral, a cantora Ná Ozzetti e o músico e pesquisador Charles Gavin. Em 2015 lançou seu primeiro CD, “Batucada Canção” (Biscoito Fino), destacado como “Revelação” pela revista Rolling Stone Brasil, além de recolher elogios dos críticos Mauro Ferreira e Leonardo Lichote (O Globo). Participaram do álbum nomes como Nicolas Krassik, Carlos Malta, Pandeiro Repique Duo, Gabriel Grossi e Luis Barcelos. É criadora do projeto Ofusca Veículo Musical, no qual seu próprio Fusca, ano 1974, é palco itinerante que oferece shows em diferentes regiões da cidade do Rio de Janeiro promovendo música de qualidade, gratuitamente. Entre as principais colaborações estão Hamilton de Holanda (Brasil), Mario Lucio Souza (Cabo Verde), Francisco, el Hombre (Brasil/ México), Paulo Flores (Angola), Cheikh Lô (Senegal), Tiago Nacarato (Portugal), Júlia Vargas (Brasil), Caio Prado (Brasil), Pietá (Brasil), Bongar (Brasil), Marcos Suzano (Brasil), Thiago Amud (Brasil), Clarice Assad (Brasil), Alfredo Del-Penho (Brasil), Pedro Miranda (Brasil), entre outros.


PRÓXIMAS DATAS:
Dom . 7 JULHO

Em breve mais informações sobre a programação.