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Ciclo de Debates Campo

CICLO DE DEBATES CAMPO
04, 11, 25 SET e 02 OUT
QUA . 19h – 21h
Aberto ao público | Gratuito

A exposição Campo aborda transversalmente a formação do artista e o lugar simbólico que a EAV Parque Lage na ocupa na sociedade, como espaço de aprendizagem e experimentação. Visando amplificar as conversas sobre estes temas e sobre o processo de criação dos artistas, este ciclo de debates se apresenta como uma atividade paralela à exposição, na qual vamos instaurar uma plataforma onde os seis artistas da mostra – expoentes na história da arte contemporânea brasileira – estarão em diálogo com curadores, críticos e historiadores, para pensarem juntos e na relação com os públicos sobre a arte enquanto terreno de experimentação.

A atividade é gratuita e destinada a estudantes, pesquisadores, artistas, curadores, professores e demais interessados em arte e cultura.

DIÁLOGO – DANIEL SENISE COM LUIZ CAMILLO OSORIO
QUA . 04 SET . 19h – 21h

DIÁLOGO – BEATRIZ MILHAZES COM LUIZA INTERLENGHI
QUA . 11 SET . 19h – 21h

DIÁLOGO – ERNESTO NETO COM CLARISSA DINIZ
QUA . 25 SET . 19h – 21h

DIÁLOGO – LAURA LIMA COM TANIA RIVERA
QUA . 02 OUT . 19h – 21h


BIOGRAFIAS

Luiz Camillo Osorio é professor associado e, atualmente, diretor do departamento de Filosofia da PUC-RJ, pesquisador do CNPQ e curador do Instituto PIPA. Atua na área de estética, teoria e Filosofia da Arte. Professor colaborador do programa de Pós-Graduação em Literatura, Cultura e Contemporaneidade do departamento de Letras da PUC-Rio. Coordenador do DINTER entre o departamento de Filosofia da PUC-Rio e a Universidade Estadual Vale do Acaraú, Ceará, iniciado em 2017. Colaborador do programa de pós-graduação em Curadoria de Arte do Departamento de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa (2017-18). Desde 2018 é do advisory-board da Escola das Artes na Universidade Católica do Porto. Depois de terminar a graduação em Economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1985), realizou um diploma em História da Arte Moderna no Modern Art Studies de Londres (1988), o mestrado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1991) e doutorado também em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1998).Entre 1994 e 2008 foi professor do departamento de Teoria do teatro e do programa de pós-graduação em Teatro da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO. Atuou também como crítico de arte, assinando a coluna de crítica do Jornal O Globo entre 1997 e 2008, além de colaborar com publicações especializadas no Brasil e no exterior. Foi membro do conselho de curadoria do Museu de Arte Moderna de São Paulo de 2007 a 2009. Entre 2009 e 2015 foi curador-chefe do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Foi curador do Pavilhão Brasileiro na Bienal de Veneza de 2015 e do 35º Panorama da Arte Brasileira no MAM-SP.

Daniel Senise nasceu em 1955 no Rio de Janeiro. Em 1980, se formou em engenharia civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, tendo ingressado na Escola de Artes Visuais do Parque Lage no ano seguinte, onde participou de cursos livres até 1983. Foi professor na mesma escola de 1985 a 1996. Desde os anos oitenta o artista vem participando de mostras coletivas, entre elas a Bienal de São Paulo, a Bienal de La Habana, em Cuba, a Bienal de Veneza, a Bienal de Liverpool, a Bienal de Cuenca, a Trienal de Nova Delhi, no MASP e no MAM de São Paulo, no Musee d’Art Moderne de la Ville de Paris, no MOMA, em New York, no Centre Georges Pompidou, em Paris, no Museu Ludwig, em Colônia, Alemanha. Daniel Senise tem exposto individualmente em museus e galerias no Brasil e no exterior, entre eles, o MAM do Rio de Janeiro, MAC de Niterói, Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, Casa França-Brasil, no Rio de Janeiro, o Museum of Contemporary Art, em Chicago, o Museo de Arte Contemporáneo, Monterrey, México, Galeria Thomas Cohn Arte Contemporânea, no Rio de Janeiro, Ramis Barquet Gallery e Charles Cowley Gallery, em Nova York, Michel Vidal, em Paris, Galleri Engström, em Estocolmo, Galeria Camargo Vilaça, em São Paulo, Pulitzer Art Gallery, em Amsterdam, Diana Lowenstein Fine Arts, em Miami, na Galeria Silvia Cintra, no Rio de Janeiro, Galeria Vermelho, em São Paulo, e a Galeria Graça Brandão, em Lisboa, Galeria Nara Roesler em São Paulo e Nova York.
Atualmente, Daniel Senise vive e trabalha no Rio de Janeiro.

Beatriz Milhazes é formada em Comunicação Social. Ingressou na Escola de Artes Visuais do Parque Lage em 1980, onde estudou até 1983. Como professora de pintura, lecionou até 1996. Milhazes é considerada uma das mais importantes artistas brasileiras. Consolidou sua carreira no circuito nacional e internacional de Artes Plásticas com participação em Bienais de Veneza (2003), São Paulo (1998 e 2004) e Shangai (2006), e exposições individuais em museus e instituições prestigiosas, como na Pinacoteca do Estado de São Paulo (2008); Fondation Cartier, Paris (2009); Fondation Beyeler, Basel (2011); Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (2012); no Museo de Arte Latinoamericano (Malba), Buenos Aires (2012); Paço Imperial, Rio de Janeiro (2013) e Pérez Art Museum, Miami, USA (2014/2015).Suas obras integram as coleções do Museum of Art, New York; MoMA – The Museum of Modern Art, New York; Solomon R. Guggenhein Museum, New York; SFMoMA – San Francisco Museum of Modern Art, San Francisco; MNBA – Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro; Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo; Instituto Itaú Cultural, São Paulo; Museum of Contemporary Art, Tokyo Art Museum, Tokyo; Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, Madrid; Fondation Beyeler, Basel; Centre Georges Pompidou, Paris.
A artista vive e trabalha no Rio de Janeiro.

Clarissa Diniz é curadora e crítica de arte. É mestre em história da arte pelo PPGArtes/UERJ e doutoranda em antropologia pelo PPGSA/UFRJ. Foi editora da revista Tatuí e publicou inúmeros textos, catálogos e livros, a exemplo de Crachá – aspectos da legitimação artística (Ed. Massangana, 2008). Curou diversas exposições e, entre 2013 e 2018, atuou no Museu de Arte do Rio – MAR, onde organizou mostras como Pernambuco Experimental (2013) e Dja Guata Porã: Rio de Janeiro indígena (2017). É professora da Escola de Artes Visuais do Parque Lage.

Ernesto Neto nasceu no Rio de Janeiro, em 1964, onde vive e trabalha. Estudou escultura na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e realizou cursos de intervenção urbana e escultura no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ).
Dentre suas mais importantes exposições destacam-se: GaiaMotherTree, Zurich Main Station (apresentada pela Fondation Beyeler), Zurich (2018); 57th International Art Exhibition, VIVA ARTE VIVA, La Biennale di Venezia, Venice, Italy; 14th Biennale de Lyon: Floating Worlds, Biennale de Lyon, Lyon, France (2017); Yubē Jiboia Boa, Museum of Contemporary Art Kiasma, Helsinki, Finlândia, Sacred Secret, Thyssen-Bornemisa Art Contemporary – TBA21, Vienna, Austria (2015); The Body that Carries Me, Guggenheim Bilbao, Spain (2014); La Lengua de Ernesto Retrospectiva 1987 – 2011, Antiguo Colegio de San Ildefonso, Mexico D.F., Mexico (2012); Hiper Cultura Loucura en el Vertigo del Mundo, Faena Arts Center, Buenos Aires (2011); Anthropodino, Park Avenue Armory, New York (2009); Léviathan Thot, Panthéon, Paris (2006). Em 2001, representou o Brasil na Bienal de Veneza.
Sua obra está presente em importantes coleções ao redor do mundo, entre elas Centre Pompidou, Paris; Hirshhorn Museum and Sculpture Garden, Washington DC; Inhotim Centro de Arte Contemporânea, Minas Gerais; Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid; The Museum of Modern Art – MoMA, New York; Solomon R. Guggenheim Museum, New York; Thyssen-Bornemisza Contemporary Art, Vienna.