Arte Naïf – Nenhum Museu a Menos

SOBRE A EXPOSIÇÃO
ARTISTAS
EDUCATIVO
DEBATES
PROGRAMAÇÃO MUSICAL
FICHA TÉCNICA

DEBATES
Aberto ao público | Gratuito

CICLO DE DEBATES – ARTE NAÏF: NENHUM MUSEU A MENOS
Mesas-redondas destinadas a estudantes, pesquisadores, artistas, curadores, professores e demais interessados em arte e cultura, que desejem, com base na exposição “Arte Naïf: Nenhum Museu a Menos”, refletir e problematizar os processos de formação e autoformação de artistas, dialogando sobre legitimação do artista, bem como sobre as exclusões e preconceitos subjacentes a algumas categorias de arte.
05, 19, 26 JUN e 03 JUL (quartas-feiras)

MESA 1 – Nenhum Museu a Menos
05 JUN . Quarta-feira . 19:00 – 21:00
Mesa na qual os debatedores irão abordar a importância do acervo do Museu Internacional de Arte Naïf (MIAN), a pesquisa curatorial desenvolvida para a exposição e o papel da Escola de Artes Visuais do Parque Lage frente ao cenário cultural brasileiro. Além disso, o artista Rafael Alonso vai compartilhar aspectos do desenvolvimento do projeto gráfico, concebido exclusivamente para a mostra, que além de uma exposição de arte naïf é um manifesto em favor dos museus brasileiros.

DEBATEDORES: Ulisses Carrilho, Rafael Alonso, Fabio Szwarcwald e Jaqueline Finkelstein
MEDIAÇÃO: Gilson Andrade

MESA 2 – Por que as escolas de artes existem?
19 JUN . Quarta-feira . 19:00 – 21:00
Com essa pergunta vamos dialogar sobre a importância da formação em artes. Nos interessa ponderar que, se por um lado as escolas de arte são importantes, por outro podem segregar produções que se estabelecem fora dos circuitos legitimados como formadores. Tomaremos como exemplo o fato de muitos artistas presentes na exposição terem sido alijados de processos de escolarização. Quais artistas escolheram não se formar em escolas e quais aqueles que não tiveram condições para tal experiência? Como as escolas de arte pensam seus processos de acesso e de exclusão?

DEBATEDORES: Luiz Guilherme Vergara (Programa de Pós-Graduação em Estudos Contemporâneos das Artes – UFF), Livia Flores (Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Escola de Belas Artes – UFRJ) e Mauricio Barros de Castro (Programa de Pós-Graduação em Artes – UERJ).
MEDIAÇÃO: Ana Chaves Melo (Faculdade de Educação – UFRJ)

MESA 3 – Tensões e aproximações com o popular na arte contemporânea
26 JUN . Quarta-feira . 19:00 – 21:00
Como se dá a convivência entre a arte de matriz popular e a arte contemporânea? Vamos abordar a zonas de contato e as distâncias provocadas pelas categorias popular e contemporâneo nas artes.

DEBATEDORES: Efrain Almeida (artista que integra a exposição), Mabel Fernandes (artista que integra a exposição), Angela Mascelani (Museu Casa do Pontal), Marcelo Campos (UERJ e Museu de Arte do Rio).
MEDIAÇÃO: Clarissa Diniz

MESA 4 – Marginalização e criminalização do popular
03 JUL . Quarta-feira . 19:00 – 21:00
Mesa inspirada pela denúncia contida no trabalho dos artistas da exposição, que se dedicaram a abordar as desigualdades sociais. Olhar para este tema, a partir da “arte naïf” enseja a necessidade de refletirmos sobre as atuais ofensas aos terreiros de candomblé, para a criminalização de movimentos populares e comunitários, para o rechaço à expressões como o funk. Como se dá esse processo de marginalização e criminalização de expressões e práticas populares? Como que o preconceito e a ignorância vem sendo o motor para a violação dos direitos culturais e humanos de determinados grupos sociais.

DEBATEDORES: Debatedores: Flavia da Silva Pinto (Ministra Religiosa de Umbanda da Casa do Perdão e mestranda em Sociologia Política – IUPERJ), Thainã de Medeiros (Museólogo e Jornalista, Ativista Co-Fundador Coletivo Papo Reto. Museólogo e Liderança no Coletivo Papo Reto) e Dennis Novaes (Doutorando do PPGAS – Museu Nacional)
MEDIAÇÃO: Gleyce Kelly Heitor (Coordenadora de Ensino do Parque Lage)