Artistas e educadores – Jornadas de Outubro 2017

Artistas e educadores – Jornadas de Outubro 2017

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ARTISTAS E EDUCADORES

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Artistas e educadores convidados

Alexis Zelensky é cineasta franco-russo, depois de se formar em Matemática em Paris, Alexis estudou Ciências Políticas no Chile. Dirigiu documentários em diferentes países como França, Togo, Niger, Rússia, Chile e Brasil. Alguns de seus filmes foram difundidos em canais de televisão como TV5 Monde, CineBrasil TV e Canal Futura. Realizou também ateliês de cinema para crianças na Cinémathèque Robert Lynen em Paris. Atualmente integra o corpo de artistas educadores do parquinho lage da EAV, dirige uma série para o CineBrasil TV e um documentário para o SESC – SP, ambos sobre o tema da imigração no Brasil.

Bruno Balthazar formou-se em Artes cênicas pela Uni-Rio em 2001 e desde então é professor de artes e mídia educação. Como ator trabalhou em companhias de teatro e com diretores como Ana Kfouri e Bia Lessa. Sua vida no universo da cultura afro-brasileira começou aos quatro anos de idade quando foi batizado na Umbanda. Aos dezesseis anos iniciou-se no Candomblé e aos trinta e dois no culto a Ifá. É integrante do coletivo de artes Rebola onde atua como pesquisador, Dj e produtor em parceria com o artista visual João Penoni; da instituição de arte e educação “Solar dos Abacaxis”; e do corpo de artistas educadores do parquinho lage da EAV.

Coletivo Kókir significa “fome”, em língua Kaingang, explora noções da antropologia e arte, contemporânea, constituindo a situação de não lugar dos indígenas no Paraná. Para isto, traz obras realizadas com os Kaingang da terra indígena Ivaí (PR), produzidas no period em que permanecem na Associação Indigenista – ASSINDI – Maringá. Atualmente, o projeto é formado pelos artistas Tadeu dos Santos e Sheilla Souza, ampliando o número de participantes de acordo com as ações a serem realizadas. Foram finalistas do 1º Prêmio Select de Arte e Educação (2017). Para a atividade “Fome de Mistura”, que apresentam no Jornadas de Outubro, também estarão presentes Ana Maria Silva Kariri, o cacique Felix Karaí Brisuela e Niara do Sol.

Ana Maria Silva Kariri viveu com sua avó Kariri até os 7 anos, depois veio com sua mãe para o Rio de Janeiro. Naquele momento presenciou o problema da fome e desnutrição infantile nas terras indígenas do Nordeste. Retornou a comunidade Kariri algumas vezes, mas conta que “só agora está fazendo o caminho de volta”, para registrar a história da sua família e de sua etnia. Em 2018 participará do registro da reconstrução da história do povo Kariri. Em seu caminho de volta, Ana começou a reunir todas as informações possíveis sobre a história de sua avó, nascida em 1920. Ana é, como muitos brasileiros, a personificação da resistência indígena em busca do reconhecimento e da valorização de sua identidade.

Cacique Felix Karaí Brisuela, de 70 anos de idade, pertence à etnia Guarani Mbyá e atualmente vive em itaipuaçu, distrito de Maricá (RJ). Lá ele conheceu a terra indígena Guarani Ara Owy Re, onde vivem cerca de 25 pessoas. Estar sempre caminhando é a condição de vida do povo Guarani, em busca de Iwy Porã, a Terra sem males. Este é um lugar de abundância e felicidade, local que, segundo a cultura Guarani, não existe fome, nem necessidades.

Niara do Sol, Pajé-terapeuta da etnia Funil-ô/Kariri-Xokó, de Pernambuco.

Júlio Castro é artista e coordenador do Estúdio Dezenove em Santa Teresa. Ex-aluno da EAV Parque Lage, é graduado em Gravura pela EBA-UFRJ e trabalha principalmente com imagem gráfica. Realizou exposições no Espaço Cultural Sergio Porto (2000), Galeria Cândido Mendes (2001), Centro Português de Serigrafia (Lisboa, 2007), Galeria Marcantônio Vilaça (Bruxelas, 2008).

João Kammal é graduado em design pela PUC-Rio, com pós graduação em Psicomotricidade somática, pelo instituto Anthropos, RJ. É professor de ilustração na Escola Parque desde 2016 e, como facilitador do projeto Cadernos & Caminhos, leva pequenos grupos pelo interior do Brasil, investigando através do desenho o registro sensível dessas experiências.

Laura Lima estudou na EAV Parque Lage e é graduada em Filosofia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Constrói obras com a participação de seres vivos. Expôs em diversas mostras nacionais e internacionais, entre elas duas Bienais de São Paulo (1998 e 2006) e a Biennale de Lyon de 2011.

Lia de Itamaracá é dançarina , compositora e cantora de ciranda brasileira, Lia sempre morou na Ilha de Itamaracá e ainda criança começou a participar de rodas de ciranda. É considerada a mais famosa cirandeira do Brasil. Além de Lia, para a atividade “Vivências… na ciranda da vida”, participarão Cristina Campolina Vilas Boas, Toinho, Bibil, Bio Negão, Tony Boy, Ganga, Cláudio, Severina e Dulce.

Luana Vieira Gonçalves é graduada em arte visuais pela UNICAMP. Trabalhou 3 anos no Centre Georges Pompidou, dentro da Galerie des Enfants, como mediadora e educadora artística. Fez o mestrado em arte contemporânea na Universidade Paris VIII. Viveu no Togo onde coordenou e participou de um intercâmbio entre crianças togolesas e brasileiras. No Brasil trabalhou como arte educadora com crianças em situação de rua no projeto Casa Guadalupana (instituto Padre Haroldo), participou das Jornadas de Outubro no Parque Lage e foi educadora do projeto Curumim no SESC-SP. Atualmente é arte educadora no parquinho lage, oferece cursos no SESC-SP e integra o coletivo Desenhação.

Nova Sinfonia é uma orquestra jovem formada pelos alunos da Escola de Música e Cidadania, uma iniciativa da Agência do Bem, organização da sociedade civil de interesse público, sem fins lucrativos e sem finalidade religiosa ou político-partidária.

Pedro Rocha é idealizador do FalaPalavra (com os poetas Chacal, Guilherme Zarvos, Michel Melamed, Viviane Mosé, Eber Inácio, Ericson Pires, Guilherme Levi). Tem trabalhos publicados em diversas revistas como O Carioca, Et. Cétera, O Pasquim, Cepensamento, entre outras. É autor de 11 (Azougue, 2002), Chão Inquieto (7letras, 2010) e A Experiência do Calor – Jardim só Flor (cArtonerA cArAAtApA, 2013). Integra a antologia Cajita de Música – poetas hispanoamericanos del siglo XXI, organizada por Augusto Rodriguez (2011). Em 2014 lançou o selo LábiaGentil em parceria com A Gentil Carioca, Dantes Editora e Pedro Lago, onde editou o livro “Experiência do Calor”, com o artista visual Cabelo.

Priscila Fiszman estudou Arquitetura na UFRJ e é formada em desenho na Camberwell College of Arts, Londres. Em 2016, participou com o projeto Permanências e Destruições de mutirões no Morro do Alemão, exposto no Museu do Amanhã, como parte da mostra Designing Respect. Também desenvolveu oficinas para crianças sobre métodos construtivos no Oi Futuro Flamengo e participou das Jornadas de Outubro no Parque Lage. Participa do projeto de expansão do educativo da ONG Todos na Luta, no Vidigal, e desenvolve seu próprio trabalho artístico.

Pequeno Lab é formado pela dupla Marrytsa Melo e Filipe Machado. Marrytsa é artista visual e mestre em Estudos Contemporâneos das Artes (UFF). Filipe é cientista ambiental (UNIRIO), pesquisador da ciência livre. Desde 2013 o projeto atua como um laboratório de inventos e pesquisas em artes visuais, tecnologia e meio ambiente. Trabalha realizando diversos cursos, oficinas e vivências a partir de uma metodologia transdisciplinar para crianças e jovens. Ambos integram o corpo de artistas educadores do parquinho lage da EAV.

Patrícia Alves Dias é cineasta especializada pelo National Film Board of Canada e Embrafilme e foi artista residente nos Estúdios de Cinema de Barrandov Jirí Trnka, na República Tcheca. Tem mestrado em educação pela UERJ na área de infância, juventude e cultura contemporânea e atua como criadora e produtora de filmes para/com crianças e jovens. Foi produtora-criadora da série de filmes para crianças “Juro que Vi” (Japaz Prize) e Carta Animada pela Paz (Prêmio Unesco Melhores Práticas de Mídia nas Escolas da América Latina) na Multirio. Integra o corpo de artistas educadores do parquinho lage da EAV.

Tuan, de 8 anos, é aficionado por artes marciais. Filho dos artistas Nadam Guerra e Jaya Pravaz. Tuan será mestre por um dia na EAV Parque Lage, participando da programação “De criança para criança”, com uma aula de artes marciais infantis.

Yasmim Flores estudou na Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) de São Paulo, com formação complementar na École Nationale des Beaux-Artes de Paris. Sua pesquisa busca a integração de diferentes linguagens artísticas como desenho, pintura, dança, performance e instalações cenográficas. Trabalhou como educadora de artes na escola infantil Casa Redonda e já ministrou cursos para crianças no SESC SP e no Centro Cultural Unibes. Integra o corpo de artistas educadores do parquinho lage da EAV.

Zoè Gruni é graduada em Pintura pela Accademia di Belle Arti di Firenze, Itália. Já participou de exposições no Museu da República (Rio de Janeiro, 2016), La Torre di Babele, Centro Pecci Prato (Itália, 2016), Stadtgalerie, Kiel (Itália/Alemanha, 2014-2015), Biennale Giovani Monza (Itália, 2011). Foi artista residente na FAAP de São Paulo em 2013 e em Raid Projects – Eastside International de Los Angeles em 2011. Trabalhou com a Galeria Progetti no Rio de Janeiro. Atualmente colabora com a Galerie Depardieu de Nice (França) e seu trabalho é representado pela Galleria Il Ponte de Florença (Itália). É professora da EAV Parque Lage.

 
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