Construir uma cabana no parque e Mitologias afro-brasileiras [arte em família especial férias]

Construir uma cabana no parque e Mitologias afro-brasileiras [arte em família especial férias]

foto: Luana Vieira Gonçalves

Construir uma cabana no parque e Mitologias afro-brasileiras [arte em família especial férias]
Sábado, 19 de janeiro, 10:30–12:30
Professores: Priscila Fiszman e Bruno Balthazar
Idade: a partir de 6 anos

Os cursos do arte em família são gratuitos.
INSCRIÇÕES ANTECIPADAS:
parquinho.eavparquelage@gmail.com
Inscrições por e-mail até sexta-feira, às 16h.
As vagas das inscrições antecipadas serão liberadas a partir de 15 minutos antes do início do curso
(caso o inscrito não esteja presente).
Sujeito a lotação.
INSCRIÇÕES NO DIA DA ATIVIDADE:
Secretaria da EAV Parque Lage

Sobre a oficina
O ponto de partida deste encontro entre os cursos Mitologias afro-brasileiras e Construir uma cabana, serão narrativas mitológicas afro-brasileiras que unem o indivíduo à natureza. A atividade acontecerá em diversos espaços do parque: floresta, cachoeira, caminhos de pedra, etc. Através da narrativa de um mito, elementos da natureza entram em cena e todo o foco é dirigido a sua importância vital, ressaltando o caráter ecológico da epistemologia afro-brasileira-iorubá. A partir da identificação com o mito e elementos da natureza, os participantes são convidados a reviver a narrativa através da construção de uma cabana. Entre crianças, famílias e professores escolhemos um lugar no parque para construir uma cabana temporária. A cabana será feita com galhos, troncos, folhas, flores, cipós e outros materiais encontrados na floresta. Só não vale arrancar nada!

Professores
Priscila Fiszman
Pesquisa pontos entre jogos, cidade e crianças. Estudou arquitetura na UFRJ e é formada em desenho pela Camberwell College of Arts, Londres. É artista no Rio de Janeiro.

Bruno Balthazar
Formou-se em Artes cênicas pela Uni-Rio em 2001 e desde então é professor de artes e mídia educação. Como ator trabalhou em companhias de teatro e com diretores como Ana Kfouri e Bia Lessa. Sua vida no universo da cultura afro-brasileira começou aos quatro anos de idade quando foi batizado na Umbanda. Aos dezesseis anos iniciou-se no Candomblé e aos trinta e dois no culto a Ifá. Não é um acadêmico que pesquisa sobre cultura afro. Seu conhecimento é formado pela experiência e reflexão sobre esse universo. É integrante do coletivo de artes Rebola onde atua como pesquisador, Dj e produtor em parceria com o artista visual João Penoni. Em 2015 ministrou o curso “Introdução a mitologia afro-brasileira” no projeto “Permuta” uma parceria com o Lastro- intercâmbio livre em artes, com curadoria de Beatriz Lemos. Essa parceria com o Lastro, se repetiu em julho de 2016 no curso “Os Iorubás nas Américas” como parte da Exposição “Lastro em Campo” no Sesc Consolação em São Paulo. Atualmente atua como integrante da instituição de arte e educação “Solar dos Abacaxis”.