EAV Parque Lage

CRONOGRAMA - PEDRA E AR

CRONOGRAMA - PEDRA E AR

APRESENTAÇÃOCRONOGRAMA

LISTA DE ARTISTAS
SELECIONADOS

CRONOGRAMA DE AULAS | JANEIRO
CICLO MATÉRIAS
Contra a separabilidade do mundo, como pensar e agir com as matérias sem negligenciar suas agências e subjetividades? Como não escamotear as dimensões históricas das materialidades? “Como descolonizar a matéria?” (Denise Ferreira da Silva). Como disputar os usos, as experiências e as vidas das matérias com os formalismos conservadores, que costumeiramente as estacionam em versões duras, paradas, rígidas, fixas, unívocas, universais e bem-definidas?

Terça-feira
12/01, 10h às 12h

HISTÓRIAS COM PABLO ASSUMPÇÃO

A partir da fala de professores convidades, o encontro visa apresentar referenciais teóricos sobre o tema do ciclo referente. Crítica e analiticamente, desejamos estabelecer relações entre contextos, experiências, movimentos, acontecimentos e debates históricos em torno do tema e seus possíveis desdobramentos e abordagens contemporâneas.

PABLO ASSUMPÇÃO
Estuda e escreve sobre corpo, política e estética social, performance e performatividade, gênero e sexualidade. Vive e trabalha em Fortaleza, onde é professor do Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade Federal do Ceará.

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Quinta-feira
14/01, 10h às 12h

PRÁTICAS COM BRUNA KURY

Encontros nos quais serão realizados exercícios a partir de provocações
poéticas trazidas por artistas convidades. Valorizaremos exercícios coletivos que invistam na sugestão de uma experiência comum realizada remotamente pelos participantes.

BRUNA KURY
Anarcatransfeminista, performer, artista visual e sonora. Focada em criações atravessadas por questões de gênero, classe e raça (contra o cis-tema patriarcal heteronormativo compulsório vigente e a opressões estruturais-GUERRA de classes).

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Terça-feira
19/01, 10h às 12h

PROBLEMATIZAÇÕES COM MARIO NOVELLO, PAULO PAES, TÉRCIO ARARIPE AULA ABERTA COM TRANSMISSÃO NO YOUTUBE

Convidades de várias áreas de atuação compartilham suas perspectivas (sociais, epistemológicas, políticas, teóricas) em uma mesa de debates em torno do tema do referido ciclo. Os encontros de PROBLEMATIZAÇÕES serão transmitidos online, pelo YouTube da Escola e estarão abertos ao público em geral.

MARIO NOVELLO
Rio de Janeiro, 1942. Professor Emérito do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas. Recebeu em 2004 o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade de Lyon (França) por seus estudos sobre modelos cosmológicos sem singularidade. Autor de O que é Cosmologia? A Revolução do Pensamento Cosmológico (Zahar, 2006), entre diversas outras publicações. É editor da revista-eletrônica Cosmos e Contexto sobre cultura científica. [www.cosmosecontexto.org.br]

 

PAULO PAES
Nascido em Belém do Pará, em 1960, mudou-se para o Rio de Janeiro em 1978, ingressando na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, onde permaneceu como aluno e depois professor até 1992. Hoje, reside em Cabo Frio-RJ, situado no litoral norte do Rio de Janeiro. O objeto atual de sua pesquisa é a rotina em torno de estruturas subaquáticas inseridas no bioma para atrair e fixar vida, produzindo uma cultura material relacionada a esta rotina.

 

TÉRCIO ARARIPE
Tércio Araripe Gomes da Silva, luthier, ingressou no curso de música da UECE no ano de 1989, desenvolvendo nesta época grande aptidão para criação de instrumentos, dedicando-se a pesquisa com Mestres da Cultura desde 1997, conseguiu unir a técnica acadêmica ao experimentalismo, resultando em uma gama de instrumentos que se utilizam na sua confecção de matéria prima orgânica.

 

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Quinta-feira
21/01, 10h às 12h

REFLEXÕES COM CLARISSA DINIZ E ULISSES CARRILHO

Encontros dedicados a uma conversa aberta entre participantes e professores orientadores do curso, na qual serão retomadas as reflexões de cada ciclo temático, provocando trocas, críticas e elaborações compartilhadas entre todes.

CLARISSA DINIZ
É curadora, escritora e professora em artes. Graduada em artes pela UFPE, mestre em história da arte pela UERJ e doutoranda em antropologia pela UFRJ, foi editora da revista Tatuí (revistatatui.com.br). Além de alguns livros publicados, tem textos incluídos revistas e coletâneas sobre arte e crítica de arte, a exemplo de Criação e Crítica – Seminários Internacionais Museu da Vale (2009); Artes Visuais – coleção ensaios brasileiros contemporâneos (Funarte, 2017); Arte, censura, liberdade (Cobogó, 2018); Amérique Latine: arts et combats (Artpress, março 2020). Desenvolve curadorias desde 2008 e, entre 2013 e 2018, atuou no Museu de Arte do Rio – MAR, onde realizou projetos como Do Valongo à Favela: imaginário e periferia (cocuradoria com Rafael Cardoso, 2014); Pernambuco Experimental (2014) e Dja Guata Porã – Rio de Janeiro Indígena (cocuradoria com Sandra Benites, Pablo Lafuente e José Ribamar Bessa, 2017). Em 2019, organizou a mostra À Nordeste (cocuradoria com Bitu Cassundé e Marcelo Campos. Sesc 24 de Maio, São Paulo) e integrou o Curso de Formação e Deformação da EAV, processo anticoncluído com a exposição Estopim e Segredo.

 

ULISSES CARRILHO
Curador da Escola de Artes Visuais do Parque Lage e ex-aluno da mesma escola. Pós-graduado em Economia da Cultura (UFRGS), estudou Comunicação Social (PUCRS) e Letras – Português/Francês (UFRGS). Iniciou sua trajetória como assistente de direção do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul. Integrou a equipe de relacionamento institucional da Fundação Bienal do Mercosul (Porto Alegre) e da galeria Rolando Anselmi (Berlim, Alemanha). Desde 2015 trabalha na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, com Lisette Lagnado, como assistente de direção e curador assistente. Em 2018, assumiu a curadoria de Ensino e Programa Público da escola. Vive no Rio de Janeiro.

 

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CICLO CORPOS E CORPOREIDADES
Contra os regimes que objetificam e esvaziam a radical diversidade de corporeidades “do mundo”, como produzir abordagens vivas e complexas para pensar e agir com nossos – e outros – corpos? Como são construídas, desconstruídas e fabuladas as corporeidades? Como implicam-se corpos, éticas, políticas e estéticas?

Terça-feira
26/01, 10h às 12h

HISTÓRIAS COM RENATA BITTENCOURT

A partir da fala de professores convidades, o encontro visa apresentar referenciais teóricos sobre o tema do ciclo referente. Crítica e analiticamente, desejamos estabelecer relações entre contextos, experiências, movimentos, acontecimentos e debates históricos em torno do tema e seus possíveis desdobramentos e abordagens contemporâneas.

RENATA BITTENCOURT
Gestora cultural e responsável pela área de Educação e Participação do Instituto Moreira Salles – IMS. É historiadora da arte tendo desenvolvido pesquisas de mestrado e doutorado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Atuou no Itaú Cultural, na Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, como Secretária na Secretaria da Cidadania e da Diversidade do Ministério da Cultura (MinC), como Diretora de Processos Museais no Instituto Brasileiro de Museus (Ibram – MinC) e como Diretora Executiva do Instituto Inhotim. Foi contemplada pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) e pela Fulbright.

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Terça-feira
28/01, 10h às 12h

PRÁTICAS COM MUSA MICHELLE MATTIUZZI

Encontros nos quais serão realizados exercícios a partir de provocações
poéticas trazidas por artistas convidades. Valorizaremos exercícios coletivos que invistam
na sugestão de uma experiência comum realizada remotamente pelos participantes.

MUSA MICHELLE MATTIUZZI
Performer, ex-bancária, ex-recepcionista, ex-operadora de telemarketing, ex-auxiliar de serviços gerais, ex-dançarina, ex-mulher, ex-atendente de corretora de seguros, ex-aluna PUC-SP. A artista também é escritora e pesquisadora, com trabalhos que se apropriam e subvertem o lugar exótico atribuído ao corpo da mulher negra pelo imaginário cis normativo branco e que a tornam uma espécie de aberração, entidade dividida entre o maravilhoso e o abjeto. Nos anos de 2012 e 2013 colaborou com os coletivos GIA, da Bahia, e Opavivará, do Rio de Janeiro. Em 2017, é residente do Programa Capacete no Programa Público da Documenta 14 com curadoria de Paul B. Preciado. Graduou-se em artes do corpo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2008).

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CRONOGRAMA DE AULAS | FEVEREIRO

Terça-feira
02/02, 10h às 12h

PROBLEMATIZAÇÕES COM ISABEL PORTELLA, JULIANA BORGES, MARCELO EVELIN E PÂMELA CARVALHO

Convidades de várias áreas de atuação compartilham suas perspectivas (sociais, epistemológicas, políticas, teóricas) em uma mesa de debates em torno do tema do referido ciclo. Os encontros de PROBLEMATIZAÇÕES serão transmitidos online, pelo YouTube da Escola e estarão abertos ao público em geral.

ISABEL SANSON PORTELLA
Museóloga e crítica de arte, doutora e mestre em história e crítica da arte pela Escola de Belas-Artes/UFRJ, especialista em história da arte e arquitetura do Brasil pela PUC-Rio, coordenadora e curadora da Galeria do Lago Arte Contemporânea do Museu da República, Rio de janeiro. Têm experiência na área de Artes e Museologia, com ênfase em História e Crítica da Arte, curadoria de exposições de Arte Contemporânea, conservação de acervos e acessibilidade em museus. Atualmente é museóloga do Museu da República, onde é curadora e coordenadora da Galeria do Lago, espaço destinado à montagem de exposições de Arte Contemporânea, além de pesquisar sobre as coleções da instituição. Também é Coordenadora do GT de Acessibilidade do Programa Nacional de Educação Museal. É membro do International Council of Museums – ICOM.

JULIANA BORGES
Juliana Borges é escritora e estuda Política Criminal. É consultora do Núcleo de Enfrentamento, monitoramento e memória de combate à violência da OAB-SP e conselheira da Iniciativa Negra por uma Nova Política sobre Drogas. Colunista da Revista Claudia. Autora dos livros “Encarceramento em massa” (Jandaíra) e “Prisões: espelhos de nós” (Todavia).

MARCELO EVELIN
Bailarino, coreógrafo e pesquisador. Vive entre Teresina e Amsterdam e trabalha no Brasil, Japão e em vários países da Europa como artista independente à frente da Plataforma Demolition Incorporada, baseada no CAMPO, um espaço de Residência e Resistência das Artes Performáticas em Teresina, no Piauí. Seus espetáculos “De Repente Fica Tudo Preto de Gente”, “Batucada” e “A Invenção da Maldade” circulam atualmente por teatros e festivais do mundo. Ensina na Escola Superior de Artes de Amsterdam desde 1999 e vem criando projetos junto a Universidades e cursos de mestrado, entre eles ISAC (Bruxelas), Museu Reina Sofia (Madri), EXERCE (Montpellier) e CND (Paris). Em 2019 recebeu o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal do Piauí.

PÂMELA CARVALHO
Educadora, Historiadora, Gestora cultural, comunicadora, pesquisadora ativista das relações raciais e de gênero e dos direitos de populações de favelas.
É Mestra em Educação pelo PPGE/UFRJ onde defendeu a dissertação “Eu piso na Matamba”: Epistemologia jongueira e reeducação das relações raciais”. Foi bolsista do Projeto Personagens do Pós Abolição e faz parte do grupo de pesquisa Intelectuais Negras/UFRJ.
É coordenadora do eixo “Arte, Cultura, Memórias e Identidades” na Redes de Desenvolvimento da Maré.
É fundadora do Quilombo Etu, coletivo que trabalha a cultura popular a partir de uma perspectiva de educação antirracista.
É moradora do Parque União (Conjunto de Favelas da Maré).

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Quinta-feira
04/02, 10h às 12h

REFLEXÕES COM CLARISSA DINIZ E ULISSES CARRILHO

Encontros dedicados a uma conversa aberta entre participantes e professores orientadores do curso, na qual serão retomadas as reflexões de cada ciclo temático, provocando trocas, críticas e elaborações compartilhadas entre todes.

CLARISSA DINIZ
É curadora, escritora e professora em arte. Graduada em artes pela UFPE, mestre em história da arte pela UERJ e doutoranda em antropologia pela UFRJ, foi editora da revista Tatuí (revistatatui.com.br). Além de alguns livros publicados, tem textos incluídos revistas e coletâneas sobre arte e crítica de arte, a exemplo de Criação e Crítica – Seminários Internacionais Museu da Vale (2009); Artes Visuais – coleção ensaios brasileiros contemporâneos (Funarte, 2017); Arte, censura, liberdade (Cobogó, 2018); Amérique Latine: arts et combats (Artpress, março 2020). Desenvolve curadorias desde 2008 e, entre 2013 e 2018, atuou no Museu de Arte do Rio – MAR, onde realizou projetos como Do Valongo à Favela: imaginário e periferia (cocuradoria com Rafael Cardoso, 2014); Pernambuco Experimental (2014) e Dja Guata Porã – Rio de Janeiro Indígena (cocuradoria com Sandra Benites, Pablo Lafuente e José Ribamar Bessa, 2017). Em 2019, organizou a mostra À Nordeste (cocuradoria com Bitu Cassundé e Marcelo Campos. Sesc 24 de Maio, São Paulo) e integrou o Curso de Formação e Deformação da EAV, processo anticoncluído com a exposição Estopim e Segredo.

ULISSES CARRILHO
Curador da Escola de Artes Visuais do Parque Lage e ex-aluno da mesma escola. Pós-graduado em Economia da Cultura (UFRGS), estudou Comunicação Social (PUCRS) e Letras – Português/Francês (UFRGS). Iniciou sua trajetória como assistente de direção do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul. Integrou a equipe de relacionamento institucional da Fundação Bienal do Mercosul (Porto Alegre) e da galeria Rolando Anselmi (Berlim, Alemanha). Desde 2015 trabalha na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, com Lisette Lagnado, como assistente de direção e curador assistente. Em 2018, assumiu a curadoria de Ensino e Programa Público da escola. Vive no Rio de Janeiro.

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Terça-feira
23/02, 10h às 12h

PROBLEMATIZAÇÕES COM CAROLINE RICCA LEE, DAIARA TUKANO E PAULO GALO

Convidades de várias áreas de atuação compartilham suas perspectivas (sociais, epistemológicas, políticas, teóricas) em uma mesa de debates em torno da temática do referido ciclo.

CAROLINE RICCA LEE
São Paulo, 1990. é artista transdisciplinar, curador independente e pesquisadore no Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença (Numas/USP). Performance, escultura, assemblage, instalações multimídia e texto crítico, alinhavam-se de forma polissêmica para produzir um discurso sobre narrativas suspensas no tempo e em constante fluxo. Ainda, se propõe como sujeito do conhecimento nas intersecções de práxis entre arte, política e academia para questionar o corpo social, sendo suas principais áreas de estudo: decolonialidade, identidades politizadas asiáticas do Sul Global, gênero e suas subversões. Representade pela galeria e instituição HOA TOUR.

DAIARA TUKANO
Daiara Hori Figueroa Sampaio – Duhigô, do povo indígena Tukano – Yé’pá Mahsã, clã Eremiri Hãusiro Parameri do Alto Rio Negro na amazônia brasileira, nascida em São Paulo. Artista, ativista, educadora e comunicadora. Mestre em direitos humanos pela Universidade de Brasília – UnB; pesquisa o direito à memória e à verdade dos povos indígenas. Coordenadora da Rádio Yandê, primeira web-rádio indígena do Brasil – www.radioyande.com. Estuda a cultura, historia e espiritualidade tradicional de seu povo junto à sua família. Reside em Brasília, DF.

PAULO LIMA
Galo é fundador e porta-voz dos entregadores antifascistas, movimento que se propõe a empoderar o trabalhador informal.
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TURMA PEDRA E AR

Breno de Oliveira – CE
Cyshimi – SP
Érica Storer – PR
Fredone Fone – ES
Guilhermina Augusti – RJ
Iagor Peres – PE
Lua Cavalcante – DF
Nau Vegar – AP
Nídia Aranha – RJ
Rodrigo Pinheiro – RJ
Sallisa Rosa – RJ
Talles Lopes – GO


Realização e apoio