EAV Parque Lage

2º SEMESTRE DE 2021 | CURSOS DE CURTA DURAÇÃO



ARTISTAS MULHERES NO BRASIL | MÓDULO 1
FERNANDA LOPES E CAROLINA MARTINEZ
NÚCLEO DE ESTUDOS CRÍTICOS E CURATORIAIS
ONLINE | 2º SEMESTRE 2021 
ARTISTAS MULHERES, ARTE CONTEMPORÂNEA, ARTE MODERNA, ARTE BRASILEIRA

MATRÍCULA
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SOBRE 
O curso propõe um panorama da história da arte brasileira no século 20, tendo como ponto central a produção de artistas mulheres no Brasil, com o objetivo de debater a inserção e ressonância da atuação feminina nas artes. Cada encontro será dedicado à obra de artistas específicas, de diferentes gerações e poéticas, que servirão de fio condutor para as discussões. Além de apresentar um panorama amplo de suas trajetórias, também serão discutidas questões importantes para o contexto de suas produções e também da arte brasileira naquele momento. Uma bibliografia auxiliar será sugerida para aqueles que desejarem aprofundar os tópicos apresentados, incluindo não só livros e artigos, documentários, entrevistas e páginas na internet.
O curso está dividido em dois módulos complementares, mas independentes entre si.

CONTEÚDO
Encontro 1: Djanira e Judith Lauand
A partir da apresentação das obras de Djanira e Judith Lauand, serão discutidas questões da pintura no modernismo brasileiro, especialmente a partir dos anos 1940, considerando as vertentes figurativa e abstrato-geométrica.
Encontro 2:  Maria Martins e Mary Vieira
Seguindo a discussão sobre o modernismo no Brasil, o segundo encontro terá como fio condutor as obras e trajetórias de Maria Martins e Mary Vieira, e suas experiências no campo da escultura.
Encontro 3: Mira Schendel, Anna Bella Geiger e Anna Maria Maiolino
Desenho como princípio poético é o ponto de diálogo entre as produções de Mira Schendel, Anna Bella Geiger e Ana Maria Maiolino, abordadas nesse encontro, assim como a passagem da arte moderna para a produção contemporânea no Brasil.
Encontro 4: Lina Bo Bardi
O último encontro vai abordar a produção de Lina Bo Bardi, com ênfase não só nos seus projetos arquitetônicos no Brasil, mas também a partir de seus escritos, e sua relação com arte e cultura.

DINÂMICA
Aula expositiva em videoconferência
Compartilhamento de referências semanais com debates coletivos em aula

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em conhecer e/ou pesquisar o tema
Não exige conhecimentos prévios

QUANDO 
10 a 31 de agosto. Terças, de 19h às 21h

VALOR
R$ 380,00

REFERÊNCIAS
PEDROSA, Adriano; CARNEIRO, Amanda; MESQUITA, Andre (org). História das mulheres, histórias feministas: vol 2 Antologia. São Paulo: MASP, 2019.
ARMSTRONG, Carol & ZEGHER, Catherine de (ed). Women artists at the millennium. MIT Press, 2006.

RECURSOS NECESSÁRIOS

Acesso à internet; Computador ou celular com câmera

SECRETARIA 
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados; a política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

FERNANDA LOPES
Fernanda Lopes é crítica de arte e pesquisadora. Doutora em história e crítica de arte pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é professora da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Publicou os livros Francisco Bittencourt: Arte-Dinamite (2016), Área Experimental: Lugar, Espaço e Dimensão do Experimental na Arte Brasileira dos Anos 1970 (2012) e Éramos o time do Rei – A Experiência Rex (2006). Foi curadora assistente do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (2016-2020) e curadora associada em artes visuais do Centro Cultural São Paulo (2010-2012). Em 2017 recebeu, com Fernando Cocchiarale, prêmio da Associação Brasileira dos Críticos de Arte pela curadoria de exposição Em Polvorosa – Um panorama das coleções MAM-Rio (2016).

CAROLINA MARTINEZ

Carolina Martinez é artista, formada em Arquitetura e Pós-Graduada em História de Arte e Arquitetura no Brasil pela PUC-Rio. Passou a ser conhecida por seu trabalho artístico em 2010, ao participar do Salão de Arte Contemporânea do Museu de Arte de Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil. Desde então Martinez vem expondo em Individuais e Coletivas pelo Brasil e Estados Unidos, como por exemplo: “Seeing Thru Abstraction”, Residency Unlimited (Brooklyn,NY – 2015), “Fulfillment Solo-Show”, Residency Unlimited (Brooklyn,NY – 2015), “Aquilo que não conseguia ver”, individual  Galeria Portas Vilaseca (Rio de Janeiro, 2016) “A Questão do Espaço na arte”, EAV-Parque Lage (Rio de Janeiro, 2014); “Às Avessas”, individual  Galeria Laura Marsiaj (Rio de Janeiro, 2013); “Atributos do Silêncio”, Galeria Bergamin (São Paulo, 2015) e “Novíssimos”, Galeria IBEU (Rio de Janeiro, 2013) e AAA – Antologia de Arte e Arquitetura, curadoria de Sol Camacho– Galpão Fortes D’Aloia & Gabriel (São Paulo, 2020). Atualmente sua obra é representada por duas galerias no Brasil, sendo elas: Galeria Portas Vilaseca no Rio de Janeiro e Galeria Marília Razuk em São Paulo.



FOTOGRAFIA ARTEVIDA: HISTÓRIAS E EXPERIÊNCIAS

SIMONE RODRIGUES
NÚCLEO DE OFICINAS GRÁFICAS E FOTOGRÁFICAS
ONLINE | 2º SEMESTRE 2021 
HISTÓRIA DA FOTOGRAFIA, HISTÓRIA DA ARTE, ARTE CONTEMPORÂNEA, LINGUAGEM FOTOGRÁFICA, FOTOGRAFIA CONCEITUAL, CONSTRUÇÃO DE NARRATIVAS, FOTOMONTAGENS

MATRÍCULA
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SOBRE 
O curso apresenta um panorama da história da fotografia, fornecendo um quadro de referências para pensar o fenômeno fotográfico na cultura visual e no sistema das artes na modernidade e pós-modernidade. Aborda a fotografia na pluralidade de suas manifestações estéticas e funções sociais – documental, expressiva, científica, experimental, construída, narrativa, conceitual, performática, tipológica, forma-tableau –, buscando analisar seus aspectos éticos e políticos. O curso também visa estimular e acompanhar os processos criativos dos participantes e as experimentações de linguagem no campo da fotografia, incluindo a fotografia híbrida e suas possíveis interações com outros meios. E por fim, propõe o desenvolvimento de projetos, buscando referenciá-los na história da arte e promovendo o diálogo com outros artistas, obras e questões contemporâneas.

CONTEÚDO
Este é um curso teórico-prático que aborda a fotografia como linguagem e instrumento de fabricação de conceitos e discursos. Longe de considerá-la como “meio específico”, a fotografia é aqui entendida como técnica-matriz das imagens-máquinas e, portanto, é chave para a compreensão dos processos de transformação do estatuto da imagem e dos processos de representação visual na história. Os potenciais do dispositivo fotográfico serão amplamente analisados através de artistas e obras que exploram seus recursos técnico-semióticos seja para reproduzir, seja para subverter os paradigmas da representação clássica: espaço-tempo, mimese-abstração, real-imagem, identidade-alteridade, sujeito-objeto, percepção-interpretação etc.
Discussão de teorias e filosofias da fotografia, através da leitura e discussão de textos selecionados de Benjamin, Sontag, Barthes, Flusser, Fried, Fontcuberta, entre outros. Usos e funções sociais da fotografia na sociedade moderna e contemporânea: os diferentes circuitos de inserção – documentação, comércio, ciência, arte, jornalismo, e suas respectivas éticas e estéticas. A fotografia como instrumento privilegiado das estratégias de aproximação entre arte e vida na arte contemporânea. As espirais do processo crescente de massificação. A ubiquidade da fotografia na cultura visual contemporânea, a fotografia vernacular e o desafio político da “alfabetização visual”.
Desenvolvimento de projetos em torno da fotografia (incluindo suas formas híbridas) a partir da produção de alunes e dos exercícios propostos pela professora.

DINÂMICA
Aula expositiva em videoconferência
Exercícios semanais com acompanhamento coletivo em aula
Compartilhamento de referências semanais com debates coletivos em aula

PÚBLICO

Indicado para pessoas interessadas em conhecer e/ou pesquisar o tema
Indicado para pessoas interessadas em desenvolver processos artísticos e para pessoas com processos artísticos em andamento

QUANDO 

10 de agosto a 26 de outubro. Terças, de 19h às 21h

VALOR

R$ 990,00 ou 3x de R$ 330,00

REFERÊNCIAS

BENJAMIN, Walter. Obras Escolhidas, vol.1: Magia e Técnica, Arte e Política. São Paulo, Brasiliense, 1994.
CAMPANY, David. Art and Photography. Phaidon Press, London, 2003.
FONTCUBERTA, Joan. A Câmera de Pandora – A fotografia depois da fotografia. Barcelona Editorial Gustavo Gili, 2010.
HALL, Stuart. Cultura e Representação. Rio de Janeiro: PUC-Rio: Apicuri, 2016.
MACHADO, Arlindo. A Ilusão Especular. São Paulo, Brasiliense, 1984.
WOOD, Paul. Arte Conceitual, São Paulo, Cosac & Naify, 2007.
SONTAG, Susan. Ensaios sobre fotografia. Rio de Janeiro, Arbor, 1981.
Sites:
www.ubu.com
tvbrasil.ebc.com.br/chamadas/episodio/fotografia-aliada-a-outras-artes-cacadores-da-alma
www.youtube.com/playlist?list=PLrCYQ8D20pTnsgoBUTazxIsldsGDRZhST
www.youtube.com/watch?v=9Tw0ORNAqr0
www.youtube.com/watch?v=joScwDo2sYc
www.youtube.com/watch?v=aSKHW-7FssY
vimeo.com/22536708
vimeo.com/ondemand/artesdafotografia
art21.org
art21.org/watch/william-kentridge-anything-is-possible/full-program-william-kentridge-anything-is-possible
www.icp.org/exhibitions
www.coursera.org/learn/photography#syllabus
museudafotografia.com.br/acervo
www.museum-ludwig.de/en/museum/collection/the-photography-collection-of-the-museum-ludwig.html

RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet; Computador ou celular com câmera; Qualquer dispositivo fotográfico: câmera, celular etc.; Imagens fotográficas (digitais ou impressas) de autoria própria ou apropriada de arquivos/acervos de família, de terceiros, ou públicos.

SECRETARIA

Todos os cursos online e presenciais emitem certificados; a política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

SIMONE RODRIGUES
Simone Rodrigues é artista visual, historiadora, editora e curadora independente, com formação em fotografia iniciada no Photoworks Westminster (Londres). É Mestre em História Social da Cultura (PUC-Rio). Trabalha há mais de 20 anos com organização de mostras audiovisuais, exposições e oficinas de arte e fotografia, com ênfase nas propostas coletivas, educativas e inclusivas. Foi cofundadora do Foto in Cena e do Ateliê da Imagem e coordenadora dos Encontros de Inclusão Visual do FOTO-Rio – Festival Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro. Atualmente é professora na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Ateliê Oriente e A Casa Foto Arte, em programas teórico-práticos que visam o desenvolvimento de projetos pessoais dos participantes. Também é diretora na NAU Editora, onde coordena publicação de livros de arte e ciências humanas. Interessa-se especialmente pelos aspectos simbólicos da fotografia como linguagem, pela convergência que ela promove entre arte e documento e sua tendência à hibridização com outros meios, como objetos, vídeos e instalações. Particularmente, investiga questões de identidade, gênero, corpo e memória. Entre outros projetos, realizou a exposição e reedição de “A Pintura em Pânico”, obra de Jorge de Lima (1943), que foi a primeira publicação de fotomontagens no Brasil (Caixa, 2010). Lançou seu primeiro livro autoral em 2016, o projeto Nomes do Amor, com retratos e narrativas de casais LGBTQ+. Em 2019, este projeto integrou a exposição coletiva, “What is going on in Brazil?”, que fez parte da programação oficial da 50ª. edição comemorativa do festival “Rencontres Arles”, na França. Tem obras na Coleção Joaquim Paiva e participa da publicação “Fotografia Brasileira, das Origens ao Contemporâneo”, organizada por Angela Magalhães e Nadja Peregrino (Funarte, 2004).



EXPERIÊNCIAS GRÁFICAS: NARRATIVAS E MEMÓRIAS DO COTIDIANO

BIA AMARAL E GIODANA HOLANDA
ONLINE | PRESENCIAL
NÚCLEO DE OFICINAS GRÁFICAS E FOTOGRÁFICAS
NÚCLEO DE PINTURA E DESENHO
ONLINE | 2º SEMESTRE 2021 
ARTE CONTEMPORÂNEA, ATIVISMO NAS ARTES, REPRODUTIBILIDADE

MATRÍCULA
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SOBRE
O curso pretende explorar narrativas e memórias do cotidiano e criar poéticas através de experimentos gráficos utilizando diversos recursos, tradicionais e digitais. Pretende também estimular a produção de arte através da observação e reflexão sobre o cotidiano.

CONTEÚDO
Objetivamos estimular a produção de arte através da observação e reflexão sobre o cotidiano, a partir de memórias sobre o mesmo, sejam pessoais ou coletivas. Procuramos identificar elementos de mudança em nossas vidas, por exemplo, afetos, hábitos, a vida digital, relações sociais e transformações urbanas. Para pensarmos algumas dessas questões como forma de arte, iniciaremos levantando um conjunto de palavras relacionadas ao passado e ao momento presente, e, como suporte para desenvolvimento dos trabalhos ao longo do curso, apresentaremos textos de teóricos do cotidiano.

CRONOGRAMA 
O curso terá oito encontros. O primeiro será para apresentações e uma introdução à proposta. Nos encontros seguintes, serão apresentadas visões de autores sobre o cotidiano, trabalhos de artistas, sugestões para exercícios semanais e discussão dos trabalhos. O curso terá uma abordagem prática e experimental. Nos encontros semanais on-line, por videoconferência, apresentaremos referências teóricas, sugestões para pesquisas e discussões relacionadas ao tema proposto, além de exercícios gráficos e fotográficos que possam ser executados em casa, sem os equipamentos de uma oficina. Os trabalhos serão desenvolvidos individualmente, mas discutidos em grupo e acompanhados pelas professoras.

DINÂMICA

Aula expositiva em videoconferência
Exercícios semanais com acompanhamento coletivo em aula
Compartilhamento de referências semanais com debates coletivos em aula
Acompanhamentos individuais com debates coletivos em aula

PÚBLICO

Indicado para pessoas interessadas em conhecer e/ou pesquisar o tema
Indicado para pessoas interessadas em desenvolver processos artísticos e para pessoas com processos artísticos em andamento
Não exige conhecimentos prévios

QUANDO 

12 de agosto a 30 de setembro. Quintas, de 18h às 20h

VALOR

R$ 800,00 ou 2x de R$ 400,00

REFERÊNCIAS

DE CERTEAU, Michel. A invenção do cotidiano. Editora Vozes, 1994.
PEREC, Georges. Tentativa de esgotamento de um local parisiense. Editora G. Gill, 2016.
PEREC, Georges. I Remember. Editora Verba Mundi, 2014. Edição francesa: Je me souviens, 1998 Hachette.
DEBORD, Guy. Teoria da deriva. In: Berenstein Jacques, Paola. Apologia da deriva Escritos situacionistas sobre a cidade. Casa da Palavra, 2003.

RECURSOS NECESSÁRIOS

Acesso à internet; Computador ou celular com câmera

SECRETARIA 

Todos os cursos online e presenciais emitem certificados; a política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

BIA AMARAL    
Graduada em Projeto Gráfico na Escola de Belas Artes da UFRJ, cursou desenho e teoria no MAM, RJ, litografia, serigrafia, fotografia e pintura na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e gravura em metal na PUC-Rio. A partir dos anos 80 participa de diversos salões e coletivas no Brasil e no exterior. Mostra seu trabalho em exposição individual em 1988, em Curitiba, e 1991 e 2004 no Rio de Janeiro. Recebeu o prêmio Estágio de Gravura no Salão de Arte Contemporânea de Pernambuco em 1987. Ministrou cursos de gravura no MAM, RJ, no Sesc-Tijuca, na Mostra Rio Gravura em 99. Desde 93 é professora da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, onde atua nos núcleos de Imagem Gráfica e  Imagem Digital.

GIODANA HOLANDA
Artista visual. Doutora e Mestre em Design pela PUC-Rio na linha de pesquisa em Arte e Tecnologia. Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela UFPE. Possui formação complementar e experiência nas áreas de gravura, fotografia e imagem digital. É professora da Escola de Artes Visuais do Parque Lage desde 1984, onde atua nos núcleos de Imagem Gráfica e  Imagem Digital. Tem interesse nas questões relacionadas ao cotidiano, ao urbano e à mobilidade, narrativas digitais e cartografias subjetivas.



MUITO ALÉM DA SUPERFÍCIE | TURMAS 1 & 2 | SUSANA SPADACCINI

PRESENCIAL | 2º SEMESTRE 2021
ESTAMPA BOTÂNICA, PIGMENTOS NATURAIS, PLANTAS CORES, IMPRESSÃO VEGETAL, SUSTENTABILIDADE, BOTANICAL CONTACT PRINTING, LEAVES LEAF PRINTS, LEAF PRINTING, SLOW MOVEMENT

MATRÍCULA
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SOBRE
O curso toma como ponto de partida a monotipia e a serigrafia à base de água. Abrange, na sequência, conteúdos de diversos métodos não tóxicos de impressão e suas interações com a estampa botânica, a gravura em relevo, o desenho, a fotografia, o bordado e a linguagem poética. Destina-se a todos que, mesmo sem experiência anterior na produção em artes visuais, desejem explorar o potencial expressivo de novas dinâmicas nos processos de elaboração e composição de imagens. Visa a estabelecer um lugar de prática e discussão sobre as possibilidades inerentes à experimentação dos recursos alternativos apresentados.

CONTEÚDO
Partindo da monotipia e da serigrafia de recorte com uso de tintas à base de água, o curso apresentará métodos de impressão menos tóxicos e possíveis diálogos entre práticas mais ecológicas para a criação de imagens e a pintura, a gravura em relevo, o desenho, a fotografia, a impressão botânica, o bordado e a linguagem poética.

DINÂMICA
Exercícios semanais com acompanhamento coletivo em aula
Acompanhamentos individuais com debates coletivos em aula

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em conhecer e/ou pesquisar o tema
Indicado para pessoas interessadas em desenvolver processos artísticos e para pessoas com processos artísticos em andamento
Não exige conhecimentos prévios

QUANDO
Turma 1: 14 de setembro a 30 de novembro. Terças, 10h às 13h
Turma 2: 08 de setembro a 24 de novembro. Quartas, de 18h às 21h

VALOR
1 x semana: R$ 1.140,00 ou 3x de R$ 380,00 / 2 x semana: R$ 1.350,00 ou 3 x R$ 450,00

RECURSOS NECESSÁRIOS
Materiais a serem usados pelos alunos para desenvolvimento do projeto pessoal

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados; a política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

SUSANA SPADACCINI
Laureada em gravura pela UFRJ. Curso de extensão em desenho pela UFMG. Estudos adicionais na EAV, Parque Lage. Curso de pós-graduação em restauração de obras pictóricas do Palazzo Spinelli, Itália. Residências e cursos de especialização no âmbito da gravura não tóxica , técnicas de impressão botânica e tingimentos naturais. Participou de diversas mostras e bienais em seu país e no exterior. Lecionou nas oficinas de gravura do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. É professora na Escola de Artes do Parque Lage desde 2012, onde ministrou por longo período o curso “A gravura em outras bases e em todos os níveis”, o “Laboratório têxtil Cores da Natureza” e diversos workshops de “Ecoprint”. Trabalha também como artista visual, em seu ateliê no Rio de Janeiro, com procedimentos gráficos e arte têxtil. Dedica-se ao ensino, à orientação e à pesquisa de técnicas de impressão tanto tradicionais quanto experimentais, com ênfase em métodos sustentáveis e ecológicos.



ATELIER DA ESCUTA | ANA EMERICH

NÚCLEO DE VOLUME E ESPAÇO
ONLINE | 2º SEMESTRE 2021
SONS, IMAGENS, PERSPECTIVAS CONCEITUAIS, ESCUTAS, ARTES, PROCESSOS ARTÍSTICOS CONTEMPORÂNEOS, ESCRITAS, IMAGINAÇÃO CRÍTICA

MATRÍCULA
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SOBRE
Atelier da Escuta é um espaço de estudos e interlocuções, que propõe diálogos entre artes do som e artes visuais em conexão com assuntos do tempo presente.
Nesta edição, partiremos do termo musical “cluster” para justapor um conjunto de imagens, palavras e sons, e para composição de um contexto que convida ao livre pensar.  No campo da música, cluster pode ser descrito como um conjunto de elementos que ecoam de maneira simultânea e equânime. A sonoridade resultante deste gesto físico e poético não obedece a hierarquias de um sistema de valores harmônicos ou mesmo tonal. Neste sentido, sua imagem sonora precipita aberturas conceituais, críticas e também fabulações.
Parte dos materiais e referências serão encaminhados com antecedência às pessoas participantes, de maneira que os encontros síncronos serão um tempo de conversas,  aprofundamento e derivas a partir do repertório proposto e juntamente às ressonâncias trazidas pela turma – interesses ou processos artísticos.

CONTEÚDO
O curso abordará os seguintes assuntos: música de concerto e ópera, obras e excertos. Música contemporânea e experimental. Som e contextos culturais. Som, movimento, escritas do espaço, partituras. Vocabulários e singularidades. Afinação, desafinação, ruídos e timbres. Corpo e voz, palavra e canto; Artes visuais e arte sonora. Imagem retiniana e imagem auricular. Imagens acústicas. Música eletroacústica; Fotografia, paisagem sonora, escutas do espaço. Pensamento escultórico, imagens e imaginação. Imagens visíveis e imagens não evidentes. Operações críticas e perspectivas conceituais.

DINÂMICA
Aula expositiva em videoconferência
Compartilhamento de referências semanais com debates coletivos em aula

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em desenvolver processos artísticos e para pessoas com processos artísticos em andamento
Não exige conhecimentos prévios

QUANDO
09 de setembro a 28 de outubro. Quintas, de 17h às 19h

VALOR
R$ 700,00 ou 2 x de R$ 350,00

REFERÊNCIAS
Amaro Freitas
Adrian Piper
Ana Martins Marques
João Gilberto
Zeca Pagodinho
Shakespeare’s Globe, Parque Lage.
Cildo Meireles
Dodi Leal
Yoko Ono
Gilberto Mendes
Davi Kopenawa
Rebecca Horn
Lina Bo Bardi
Nuno Ramos
Galina Ustvolskaya (compositora russa que diz: “não há nenhuma ligação que seja entre minha música e aquela de qualquer outro compositor, vivo ou morto”.)

RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet
Computador ou celular com câmera
Fones de ouvido

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados; a política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

ANA EMERICH
Artista e pesquisadora, investiga diálogos entre som, imagem e perspectivas conceituais. Suas propostas articulam topologias da escuta, gravação de campo, espaço, memória e imaginação politica no território da arte contemporânea. Tem interesse por poéticas de deslocamento e por práticas artísticas em imersão temporal. Atuou como regente à frente de orquestras e coros, e coordenou projetos musicais em instituições sinfônicas e teatros de ópera. Desde 2015, participa de residências artísticas, desenvolve trabalhos comissionados e suas criações são apresentadas em contextos expositivos, editoriais e cênicos, no Brasil e em países da Latinoamérica e Europa. É bacharel em Música/Regência (Unicamp), mestre e doutoranda em Arte e Cultura Contemporânea (PPGArtes UERJ). Colabora como professora na EAV Parque Lage e na pós-graduação lato sensu “Corpo e Palavra nas Artes da Cena e da Imagem”, da PUC Rio.



ARTISTAS MULHERES NO BRASIL – MÓDULO 2 | FERNANDA LOPES E CAROLINA MARTINEZ

NÚCLEO DE ESTUDOS CRÍTICOS E CURATORIAIS
ONLINE | 2º SEMESTRE 2021
ARTISTAS MULHERES, ARTE CONTEMPORÂNEA, ARTE MODERNA, ARTE BRASILEIRA

MATRÍCULA
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SOBRE
O curso propõe um panorama da história da arte brasileira no século 20, tendo como ponto central a produção de artistas mulheres no Brasil, com o objetivo de debater a inserção e ressonância da atuação feminina nas artes. Cada encontro será dedicado à obra de artistas específicas, de diferentes gerações e poéticas, que servirão de fio condutor para as discussões. Além de apresentar um panorama amplo de suas trajetórias, também serão discutidas questões importantes para o contexto de suas produções e também da arte brasileira naquele momento. Uma bibliografia auxiliar será sugerida para aqueles que desejarem aprofundar os tópicos apresentados, incluindo não só livros e artigos, documentários, entrevistas e páginas na internet.
O curso está dividido em dois módulos complementares, mas independentes entre si.

CONTEÚDO
Encontro 1: Ana Vitória Mussi, Regina Vatter, e Claudia Andujar
O primeiro encontro vai abordar as produções de Ana Vitória Mussi, Regina Vatter e Vera Chaves Barcellos, e a discussão da fotografia e processos fotográficos na arte brasileira dos anos 1970.
Encontro 2: Letícia Parente, Sonia Andrade e Vera Chaves Barcellos
A partir da apresentação das obras de Letícia Parente, Sonia Andrade e Vera Chaves Barcellos, seguimos a discussão sobre a produção artística dos anos 1970 no Brasil com obras interessadas especialmente na utilização do vídeo.
Encontro 3: Celeida Tostes, Marcia-X e Martha Araújo
Seguindo a discussão sobre o início da produção contemporânea no Brasil, o terceiro encontro vai se dedicar à apresentação e discussão das obras de Celeida Tostes, Marcia-X e Martha Araújo, explorando especialmente suas relações com o corpo e a performance.
Encontro 4: Carmela Gross e Fernanda Gomes
O último encontro vai abordar produção de Carmela Gross e Fernanda Gomes tendo como um dos pontos de diálogo a relação da obra com o espaço – seja ele em sua dimensão arquitetônica, institucional ou pública.

DINÂMICA
Aula expositiva em videoconferência
Compartilhamento de referências semanais com debates coletivos em aula

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em conhecer e/ou pesquisar o tema
Não exige conhecimentos prévios

QUANDO
26 de outubro a 23 de novembro. Terças, de 19h às 21h

VALOR
R$ 380,00

REFERÊNCIAS
PEDROSA, Adriano; CARNEIRO, Amanda; MESQUITA, Andre (org). História das mulheres, histórias feministas: vol 2 Antologia. São Paulo: MASP, 2019.
ARMSTRONG, Carol & ZEGHER, Catherine de (ed). Women artists at the millennium. MIT Press, 2006.
RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet
Computador ou celular com câmera

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados; a política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

FERNANDA LOPES
Fernanda Lopes é crítica de arte e pesquisadora. Doutora em história e crítica de arte pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é professora da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Publicou os livros Francisco Bittencourt: Arte-Dinamite (2016), Área Experimental: Lugar, Espaço e Dimensão do Experimental na Arte Brasileira dos Anos 1970 (2012) e Éramos o time do Rei – A Experiência Rex (2006). Foi curadora assistente do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (2016-2020) e curadora associada em artes visuais do Centro Cultural São Paulo (2010-2012). Em 2017 recebeu, com Fernando Cocchiarale, prêmio da Associação Brasileira dos Críticos de Arte pela curadoria de exposição Em Polvorosa – Um panorama das coleções MAM-Rio (2016).

CAROLINA MARTINEZ
Carolina Martinez é artista, formada em Arquitetura e Pós-Graduada em História de Arte e Arquitetura no Brasil pela PUC-Rio. Passou a ser conhecida por seu trabalho artístico em 2010, ao participar do Salão de Arte Contemporânea do Museu de Arte de Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil. Desde então Martinez vem expondo em Individuais e Coletivas pelo Brasil e Estados Unidos, como por exemplo: “Seeing Thru Abstraction”, Residency Unlimited (Brooklyn,NY – 2015), “Fulfillment Solo-Show”, Residency Unlimited (Brooklyn,NY – 2015), “Aquilo que não conseguia ver”, individual  Galeria Portas Vilaseca (Rio de Janeiro, 2016) “A Questão do Espaço na arte”, EAV-Parque Lage (Rio de Janeiro, 2014); “Às Avessas”, individual  Galeria Laura Marsiaj (Rio de Janeiro, 2013); “Atributos do Silêncio”, Galeria Bergamin (São Paulo, 2015) e “Novíssimos”, Galeria IBEU (Rio de Janeiro, 2013) e AAA – Antologia de Arte e Arquitetura, curadoria de Sol Camacho– Galpão Fortes D’Aloia & Gabriel (São Paulo, 2020). Atualmente sua obra é representada por duas galerias no Brasil, sendo elas: Galeria Portas Vilaseca no Rio de Janeiro e Galeria Marília Razuk em São Paulo.



AMOR: CURA OU LOUCURA | ANA BENJÓ E MARIA TERESA MELLONI

NÚCLEO DE ESTUDOS CRÍTICOS E CURATORIAIS
ONLINE | 2º SEMESTRE 2021
AMOR, CURA, LOUCURA, ARTE, PSICANÁLISE

MATRÍCULA
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SOBRE
Freud nos advertiu que nunca estamos tão vulneráveis ao sofrimento do que quando amamos, portanto, evitar o sofrimento implica no bloqueio do amor. Aliás, os sambistas são mestres em rimar amor e dor. Há cura para essa dor?
Há cura para a loucura? É a partir dessas reflexões que nos propomos a buscar na arte, um fazer laços que possam tecer uma abordagem para tais questões. Distribuímos o tema em cinco módulos, cujas discussões serão orientadas por leituras que tragam o pensamento psicanalítico como base (Freud, Lacan, Barthes, Nasio, Bauman), possibilitando pensar o amor em suas diferentes apresentações. O amor que cura e o amor que enlouquece. O amor que
faz laço e o amor que destrói laços.

CONTEÚDO
O amor que adoece
A arte fala o amor
Quem ama não mata
As novas formas de amor
O feminino e o Amor.

DINÂMICA
Aula expositiva em videoconferência

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em conhecer e/ou pesquisar o tema
Indicado para pessoas que pensam o amor e o amor na arte, interessadas na abordagem psicanalítica e filosófica dos afetos.
Não exige conhecimentos prévios

QUANDO
18 de agosto a 08 de setembro. Quartas, de 10h às 12h

VALOR
R$ 330,00

REFERÊNCIAS
BARTHES, Roland. Fragmentos de um discurso amoroso. Ed. Martins Fontes. São Paulo: 2003.
BAUMAN, Zigmmunt. Amor líquido. Zahar Ed. Rio de Janeiro: 2004.
FREUD, S. Escritores Criativos e Devaneios (1908) vol IX, Obras Completas, Imago Ed. Rio de
Janeiro:1990.
————— Instintos e seus destinos (1915) vol. XIV Idem
————— Sobre o Narcisismo (1915) vol. XIV Idem
————— O Futuro de uma ilusão (1927) vol. XXI Idem
————— O mal estar na civilização (1930) vol XXI Idem
LACAN, J. A Anamorfose, O Seminário 11, p. 79/89. Zahar Ed. Rio de Janeiro: 1979
————— O que é um quadro? O Seminário 11, p. 103/118. Idem
————— A esquiar do olho e do olhar, O Seminário 11, p. 69/78. Idem
NASIO, J. D. Zahar Ed. Rio de Janeiro: 1996

RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet
Computador ou celular com câmera

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados; a política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

ANA BENJÓ
Psicóloga, Psicanalista, Pós Graduação em Clínica Psicanalítica (USU), Professora de Psicanálise e
Psicologia na Faculdade de Psicologia do Instituto Santa Izabel e na Pós Graduação em Psicologia
Clínica na Faculdade Maria Thereza – Niterói

MARIA TERESA MELLONI
Psicóloga, psicanalista, membro fundador da Escola Lacaniana de Psicanálise-RJ, Mestre em
Ciências da Saúde (COC/Fiocruz), professora titular do IBMR – Laureate University (1979/2010),
autora de A Perda d’Ele em Mim (1998) e Rio de Janeiro: uma psicanálise possível (2010).

 



RELAÇÕES ENTRE ESCULTURA-OBJETO CORPO | PAULO COUTO
NÚCLEO DE ESTUDOS CRÍTICOS E CURATORIAIS
NÚCLEO DE VOLUME E ESPAÇO
ONLINE | 2º SEMESTRE 2021
HISTÓRIA DA ARTE, RENASCIMENTO, BARROCO, MODERNISMO, ARTE CONCEITUAL, ARTE CONTEMPORÂNEA, ARTE BRASILEIRA

MATRÍCULA
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SOBRE
Desde o espanto diante das criações egípcias e gregas, passando pela potência das criaturas e símbolos das culturas ancestrais, até o hermetismo das coisas contemporâneas, as relações e entendimentos sobre a escultura, os objetos tridimensionais e os corpos no espaço acumularam experiências e reflexões densas. O que se achava que era pra ser olhado, na verdade nos olha. O que se achava que era inerte, na verdade interfere nos nossos deslocamentos. O que se achava que era corpo, na verdade é elemento plástico.

CONTEÚDO
Tradicionalmente, a escultura se faz e se reconhece por meio de elementos definidos, como o material, a superfície, os limites, a textura, a escala, o centro de gravidade, o volume, e outros. Rosalind Krauss marca que com as transformações trazidas pelos modos contemporâneos de criação, as definições sobre a escultura se alargaram tanto a ponto de se tornar algo indefinível. O termo objeto 3d passou a ser essa tentativa de organizar minimamente os debates em torno das formas no espaço. Mais recentemente foram resgatadas noções, que se localizam na concepção originária de objetos de arte, de períodos e culturas aparentemente dissociados, que revelam a necessidade do enredamento entre a obra e o corpo, no arranjo da experiência.

DINÂMICA
Aula expositiva em videoconferência
Compartilhamento de referências semanais com debates coletivos em aula
Acompanhamentos individuais com debates coletivos em aula

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em conhecer e/ou pesquisar o tema
Indicado para pessoas interessadas em formação em História da Arte e/ou aprofundamento.
Indicado para pessoas interessadas em introdução à pesquisa em história e crítica de arte e/ou aprofundamento.
Indicado para artistas em formação em História da Arte e/ou aprofundamento.
Não exige conhecimentos prévios

QUANDO
03 de agosto a 23 de setembro. Terças e quintas, de 19h às 22h

VALOR
R$ 700,00 ou 2x de R$ 350,00

REFERÊNCIAS
AMARAL, Aracy. Projeto construtivo brasileiro na arte. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro, 1977.
ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna. São Paulo, Companhia das Letras: 1988.
BELTING, Hans. O fim da história da arte – uma revisão dez anos depois. Rio de Janeiro, Cosac & Naify: 2006.
_____________. Por uma antropologia da imagem. Rio de Janeiro, Revista Concinnitas: 2005.
COTRIM, Cecilia; FERREIRA, Glória (orgs.). Escritos de artistas – anos 60/70. Rio de Janeiro, Zahar: 2006.
DANTO, Arthur. A transfiguração do lugar comum – uma filosofia da arte. Rio de Janeiro, Cosac & Naify: 2005.
_____________. Após o fim da arte – a arte contemporânea e os limites da história. São Paulo, Edusp: 2010.
_____________. O abuso da beleza. São Paulo, Marins Fontes: 2015.
DIDI – HUBERMAN, Georges. Diante do tempo: história da arte e anacronismo das imagens. Belo Horizonte, Editora UFMG, 2015.
_____________. Diante da imagem. São Paulo, Editora 34: 2013.
_____________. O que vemos, o que nos olha. São Paulo, Editora 34: 2010.
FERREIRA, Glória. Crítica de Arte no Brasil – Temáticas Contemporâneas. Rio de Janeiro: Funarte, 2006.
FOSTER, Hal. O retorno do real. São Paulo, Ubu, 2017.
FREIRE, Cristina. Arte conceitual. Rio de Janeiro, Zahar: 2006.
GEORGE, Herbert. The elements of sculpture. Londres, Phaidon: 2014.
GELL, Alfred. A rede de Vogel: armadilhas como obras de arte e obras de arte como armadilha. Rio de Janeiro, Revista do PPGAV EBA: 2001.
_____________. Arte e agência. São Paulo, Ubu: 2018.
KRAUSS, Rosalind. A escultura no campo ampliado. Rio de Janeiro, Arte & Ensaios, EBA – UFRJ: 2018.
NAVES, Rodrigo. A forma difícil – ensaios sobre arte brasileira. São Paulo, Companhia das Letras: 2011.
READ, Herbert. Escultura moderna – uma história concisa. São Paulo, Martins Fontes: 2003.
ROELS JR, Reynaldo. Escultura Objeto 3D. Rio de Janeiro, Barléu: 2019.
WOLFLIN, Heinrich. Conceitos fundamentais da história da arte. São Paulo, Martins Fontes: 2015.
______________. Renascença e Barroco. São Paulo, Perspectiva, 2019.

RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet
Computador ou celular com câmera

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Todos os cursos online e presenciais emitem certificados; a política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

PAULO COUTO
Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da UFRJ, no qual desenvolveu a tese “Waldemar Cordeiro e o Concretismo”. Pesquisador das áreas de arte, cultura e comunicação. Foi aluno da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Escreve críticas e ensaios sobre arte na Revista O Fermento.



APARECER E SIGNIFICAR A ARTE ABSTRATA | PAULO COUTO

NÚCLEO DE ESTUDOS CRÍTICOS E CURATORIAIS
ONLINE | 2º SEMESTRE 2021
HISTÓRIA DA ARTE, RENASCIMENTO, BARROCO, MODERNISMO, ARTE CONCEITUAL, ARTE CONTEMPORÂNEA, ARTE BRASILEIRA

MATRÍCULA
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SOBRE
Abstração, abstrato, abstracionismo são termos que designam o intangível, o incompreensível, o indefinido. Na pintura e na escultura, se acumula à essas qualidades o sentido de abstrair enquanto subtrair, retirar, da figura. A arte abstrata surge como desdobramento e/ou ruptura com a arte figurativa. Podemos olhar para as aproximações ou para os distanciamentos entre o figurativismo e o abstracionismo.

CONTEÚDO
No surgimento da arte abstrata já se encontram inúmeras vertentes das suas possibilidades: a abstração informal de Wassily Kandinsky, o suprematismo de Kazimir Malevich, o neoplasticismo de Piet Mondrian. O expressionismo abstrato de Jackson Pollock, Mark Rothko, Willem de Kooning, confere à abstração veículo de aparecimento da intimidade. A arte concreta brasileira produziu e impulsionou, não só, potências plásticas da abstração, mas também sofisticou a sua teorização. Hélio Oiticica, Lygia Clark, Waldemar Cordeiro, Luiz Sacilotto, Lygia Pape, João José Costa, Franz Weissmann, Amilcar de Castro e tantos outros, legaram ao abstracionismo e à arte brasileira uma miríade complexa de repertórios abstratos. Fayga Ostrower, Iberê Camargo, Cícero Dias, depuram e inventam visões de mundo por meio da linguagem abstrata.

DINÂMICA
Aula expositiva em videoconferência
Compartilhamento de referências semanais com debates coletivos em aula
Acompanhamentos individuais com debates coletivos em aula

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em conhecer e/ou pesquisar o tema
Indicado para pessoas interessadas em formação em História da Arte e/ou aprofundamento.
Indicado para pessoas interessadas em introdução à pesquisa em história e crítica de arte e/ou aprofundamento.
Indicado para artistas em formação em História da Arte e/ou aprofundamento.
Não exige conhecimentos prévios

QUANDO
05 de outubro a 25 de novembro. Terças e quintas, de 19h às 22h

VALOR
R$ 700,00 ou 2x de R$ 350,00

REFERÊNCIAS
AMARAL, Aracy. Projeto construtivo brasileiro na arte. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro, 1977.
ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna. São Paulo, Companhia das Letras: 1988.
BONFAND, Alain. A arte abstrata. Campinas, Papirus: 1994.
BRITO, Ronaldo. Neoconcretismo – Vértice e Ruptura do Projeto Construtivo Brasileiro. Rio de Janeiro: Cosac & Naify, 1999.
CHIARELLI, Tadeu. Um modernismo que veio depois. São Paulo, Alameda Casa Editorial: 2012.
COCCHIARALE, Fernando; GEIGER, Anna Bella. Abstracionismo Geométrico e Informal – A Vanguarda Brasileira nos anos 1950. Rio de Janeiro: Funarte, 1987.
COTRIM, Cecilia; FERREIRA, Glória (orgs.). Clement Greenberg e o debate crítico. Rio de Janeiro, Zahar, 1997.
GREENBERG, Clement. Arte e cultura. São Paulo, Cosac & Naify: 2013.
GULLAR, Ferreira. Etapas da arte contemporânea – do cubismo à arte neoconcreta. Rio de Janeiro, Revan: 1998.
KANDINSKY, Wassily. Do espiritual na arte. São Paulo, Martins Fontes: 1990.
SALZSTEIN, Sônia. T. J. Clark – Modernismos – Ensaios sobre política, história e teoria da arte. São Paulo, Cosac & Naify: 2007.
SCHAPIRO, Meyer. Mondrian – a dimensão humana da pintura abstrata. São Paulo, Cosac & Naify: 2001.
WARBUG, Aby. A Renovação da antiguidade pagã. Rio de Janeiro, Contraponto, MAR, 2013.
WOLFLIN, Heinrich. Conceitos fundamentais da história da arte. São Paulo, Martins Fontes: 2015.

RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet
Computador ou celular com câmera

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados; a política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

PAULO COUTO
Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da UFRJ, no qual desenvolveu a tese “Waldemar Cordeiro e o Concretismo”. Pesquisador das áreas de arte, cultura e comunicação. Foi aluno da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Escreve críticas e ensaios sobre arte na Revista O Fermento.

 


 
COMPOSTEIRAS: SABERES REGENERATIVOS COM BEATRIZ NASCIMENTO | MILLENA LÍZIA E WALLA CAPELOBO
NÚCLEO DE ESTUDOS CRÍTICOS E CURATORIAIS | ONLINE | 2º SEMESTRE 2021 

GRUPO DE ESTUDOS, BEATRIZ NASCIMENTO, COMPOSTEIRA, ESPIRAIS DE SABERES, QUILOMBO, FUNDAMENTO, LUTAS ANTICOLONIAIS, LUTAS ANTIRRACISTAS, PRODUÇÃO ANTI-HEGEMÔNICA, SIMBIOSES, ANCESTRALIDADE, PESQUISA EM ARTES, ESTUDOS CULTURAIS, SEMENTES CRIOULAS, PESSOA PRA PESSOA, COSMOVISÃO BANTU, ONTOEPISTEMOLOGIAS DA DIÁSPORA AFRICANA, AMEFRICANIDADE, ARTE CONTEMPORÂNEA-ANCESTRAL-PRA-DEPOIS-DO-ANO-2000, EXPERIÊNCIA VIVIDA, EXPERIÊNCIA EPIDÉRMICA, COMO PRODUZIR VIDA?

MATRÍCULA
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SOBRE
Os processos de compostagem são entendidos nesta proposição não apenas como um modo ambientalmente responsável de gerenciamento dos resíduos do dia a dia. A proposta de construção deste grupo de estudos passa por nos relacionarmos com esta tecnologia terrestre também como um método para desenvolver pesquisas e materializar saberes comprometidos com o questionamento das lógicas hegemônicas de descartabilidade, produção de escassez e precariedade. Neste semestre serão as trocas surgidas dos aprofundamentos nos saberes produzidos pela historiadora Beatriz Nascimento que conduzirão nossos encontros em roda online com as participantes. A partir da contribuição da intelectual brasileira sobre o quilombo, somos convocadas a nos debruçar sobre a luta por ser numa sociedade fundada no autoritarismo. As respostas às tiranias, a partir de uma perspectiva quilombola oferecida pela Beatriz, se fazem nos modos encontrados de se estar junto, de se entender profundamente, se identificado com a terra e com o quê de sustento e de memória trocamos desde onde estamos e lutamos por existir. Resíduo/Registro/Resisto? Sem começo e sem fim, somos meio. Compostar é uma maneira de ofertar continuidade da vida ao exercer caminhos de fertilidades para os resíduos gerados na vida cotidiana.

CONTEÚDO
A proposta para estes encontros passa pelo convite para nos organizarmos como um grupo de estudos dedicado à produção de existências cujas composições de saberes nos possibilitem trocas nutritivas no sentido das dignidades, nas muitas formas de ser-estar no mundo nos entendendo como seres integrantes de coletividades que se constroem em relações. Para tanto, no sentido das valorizações das vidas e de seus tempos, nos pareceu poderoso elencar em cada edição a contribuição de um/a/e autor/a/e em específico para adentrarmos também na floresta que cada um/a/e é. Seremos todas/es/os convidadas/es/os, a partir do contato com esse conjunto de saberes, a alimentarmos a roda com os saberes teóricos e/ou práticos que nos constituem, que vem fazendo parte de nossas pesquisas e, indissociavelmente, nos modos como nos construímos. Nossos encontros passarão por nos envolvermos nos aprendizados com as tecnologias de compostagem como um modo de nos conectarmos com dinâmicas regenerativas a partir de matérias vivas que apenas podem se transformar em matérias vivas, nutrientes de mundos. As dinâmicas nutritivas, dinâmicas estas que possibilitam nossos sustentos, estão longe de se constituírem linearmente, pois estes percursos são cíclicos e repletos de transformações que se fazem por meio de assimilações e excessos. Tudo isso nos é matéria e não nos é concebível continuarmos lidando com a ideia de produção de resíduos como um fim. É entre a relação com os alimentos, a digestão, a decomposição, a recomposição e nossas caminhadas no mundo (sejam elas físicas, psíquicas, emocionais ou espirituais) que se constrói, portanto, nossa proposta de grupo de estudo, de pesquisa. Nesta edição, para abrir nossos caminhos, contaremos com os saberes da Beatriz Nascimento – historiadora, poeta e cineasta que se dedicou aos estudos dos quilombos e suas heranças civilizatórias na cultura afro-brasileira. Os saberes sistematizados por Beatriz e as tecnologias quilombolas são matérias orgânicas engajadas na preservação, manutenção, regeneração e sensibilização das vidas. Em meio a crises ambientais e civilizatórias, nas quais a natureza e humanidades são entendidas como recurso a serem consumidos, tomamos como urgência a necessidade de imaginar a transformação dos destinos dessa história. O grupo de estudos é um convite ao encantamento das transformações vitais.

DINÂMICA
Aula expositiva em videoconferência
Exercícios semanais com acompanhamento coletivo em aula
Compartilhamento de referências semanais com debates coletivos em aula
Acompanhamentos individuais com debates coletivos em aula

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em conhecer e/ou pesquisar o tema.
Não exige conhecimentos prévios.

QUANDO
10 de setembro a 26 de novembro. Sextas, de 19h às 22h

VALOR
R$ 1.140,00 ou 3x de R$ 380,00

REFERÊNCIAS
BATISTA, Wagner Vinhas. Palavras sobre uma historiadora transatlântica: estudo da trajetória intelectual de Maria Beatriz Nascimento. Salvador:UFBA, 2018. Disponível em: https://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/25958
NASCIMENTO, Maria Beatriz. Beatriz Nascimento, Quilombola e intelectual: possibilidade nos dias da destruição. Filhos da África, 2018.
RATTS, Alex. Eu sou atlântica: sobre a trajetória e a vida de Beatriz Nascimento. São Paulo: Instituto Kuanza, 2006.
REIS, João Carlos. Historiografia e Quilombo na obra de Beatriz Nascimento. Foz do Iguaçu: UNILA, 2019. Disponivel em: http://dspace.unila.edu.br/123456789/5379
Orí. Direção de Raquel Gerber. Roteiro de Beatriz Nascimento. 1989. Filme

RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet; Computador ou celular com câmera

SECRETARIA
Todos os cursos online emitem certificado; A política de descontos só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

MILLENA LÍZIA
Millena Lízia é uma existência nesse mundo em busca de uma caminhada com dignidades e saúdes. Planta e deseja colher. Busca as simplicidades, pois as coisas mais banais lhe chegam com camadas de desafios e complexidades. Tem visto em suas mãos seu coração. Se reconhece como pesquisadora e artista contemporânea-ancestral-pra-depois-do-ano-2000, pelo menos é assim que vem se organizando desde as agitações diaspóricas das experiências pictóricas-epidérmicas vividas – apenas mais uma forma possível de apresentação, que deseja apontar que seu campo de atuação se faz na vida, nas relações, nos deslocamentos, nos enfrentamentos e nas fugas a partir da produção de imaginários. Colabora há mais de dez anos com diversos encontros, produções, exposições coletivas, rodas, proposições educativas e publicações. Institucionalmente, estudou comunicação visual, montagem cinematográfica e arte contemporânea. É autora de “FAÇO FAXINA: bases contraontológicas para um começo de conversa sobre uma experiência epidérmica imunda” (2018), dissertação de mestrado em Estudos Contemporâneos das Artes pela Universidade Federal Fluminense (RJ). Compõe, sendo uma das articuladoras, o CIPEI – Círculo Permanente de Estudios Independientes (México-Brasil), plataforma de investigação de contra-pedagogias e contra-visualidades.

WALLA CAPELOBO
Walla Capelobo é mata escura e lama fertil. Afrotransfeminista  e anticolonial. Pesquisadora e artista que cria na espiral do tempo que cruza sua vida. É conhecimento e continuidade herdada pela fina camada de sua pele. Na busca de ser semente crioula capaz de regenerar terras invadidas.  Em parceria com instituições, destaca-se a formação em História da Arte (EBA/UFRJ) e mestranda no PPGCA (IACS/UFF). Contribui em dois grupos de pesquisa, Interfluxos (IACS/UFF) e GeruMaa: Filosofia e Estética Africana e Ameríndia (IFCS/UFRJ). Compõe como coordenadora pedagógica da plataforma Desculonizacion: acción y pensamiento (México-Brasil). Colabora também no CIPEI – Círculo Permanente de Estudios Independientes (México-Brasil), plataforma de investigação de contra-pedagogias e contra-visualidades.

 


DIMENSÕES EXPOSITIVAS: DA VISUALIDADE À CENA | SONIA SALCEDO DEL CASTILLO 
NÚCLEO DE ESTUDOS CRÍTICOS E CURATORIAIS | ONLINE | 2º SEMESTRE 2021
ARTE CONTEMPORÂNEA, ARTES CÊNICAS, PERFORMANCE, LUGAR EXPOSITIVO, DIMENSÕES EXPOSITIVA

MATRÍCULA
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SOBRE
O curso aborda a vizinhança entre as artes cênicas e as artes visuais enquanto contágio trans-específico condicionador de uma nova noção de temporalidade (performática) que indica um deslocamento da discussão sobre as exposições de arte, da visualidade à cena. A partir dessa zona de comunidade, resultante de práticas artísticas recentes – que exploraram tanto o binômio temporal entre o dramático e o real quanto a objetualidade na arte e o movimento na cena – o curso investiga estruturas ceno-visuais que se não transformaram o contexto expositivo em dramático, internalizaram-lhe um sentido de ser (raison d’etre) enquanto agente de ação. Todo espectro de trabalhos in situ e/ou site specific, esculturas ambientais (instalações), quadros vivos, além das artes performáticas (happenings), conceituais, notações e acessórios cênicos, são exemplares de abordagem, assim como práticas estéticas realizadas nos espaços públicos que se convertem em estratégia de aproximação com a realidade e o público.

CONTEÚDO
A partir da ideia de temporalidade expandida, embasada por analogias entre proposições vanguardistas históricas e experimentalistas dos anos 60 e 70, promovemos uma reflexão sobre as dimensões expositivas dos dias de hoje (intra ou extra muros) enquanto lugar de fricção teatral. Interessa ao curso processos expositivos concernentes não apenas a poéticas construídas no âmbito do espaço material, como também no campo do espaço mental, feito espacialidades imaginadas, abordados, assim, no decorrer de 5 módulos: estruturas pictóricas e escultóricas, estruturas arquitetônicas e contextuais, estruturas performativas e processuais, estruturas ficcionais e projetuais, estruturas conceituais e sonoras. O curso se organiza a partir da explanação teórica e apresentação de imagens exemplares como conteúdo reflexivo para possíveis exercícios criativos. Através de uma dinâmica de grupo de estudos, textos escolhidos visam enriquecer as discussões em sala de aula e o repertório criativo do aluno. Ao fim dos 5 módulos, almeja-se discutir trabalhos produzidos pelos inscritos acerca do tema proposto nos encontros anteriores. Visitas a exposições e palestras de profissionais convidados estão previstas. Ao final do semestre, os participantes deverão apresentar pesquisa/projeto desenvolvido a partir de assunto de seu interesse relacionado ao programa do curso.

DINÂMICA
Aula expositiva em videoconferência; Exercícios semanais com acompanhamento coletivo em aula; Acompanhamentos individuais com debates coletivos em aula

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em conhecer e/ou pesquisar o tema; Indicado para artistas, designers, historiadores, arquitetos, estudantes, curadores, pesquisadores, cenógrafos e demais profissionais atuantes no campo da arte.

QUANDO
10 de agosto a 26 de outubro. Terças, de 17h às 19h

VALOR
R$ 1.350,00 ou 3x de R$ 450,00

REFERÊNCIAS
BACHELARD, Gaston. A poética do Devaneio. São Paulo: Martins Fontes, 2009.
CARTAXO, Zalinda. Pintura em Distensão. Rio de Janeiro: Centro Cultural Telemar, 2006.
______. A arte nos espaços públicos: a cidade como realidade. O Percevejo, Periódico do Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas, PPGAC/UNIRIO, V. 01, N.01 –JAN-JUN, 2009.
CASTILLO, Sonia Salcedo del . Cenário da arquitetura da arte – montagens e espaços de exposições. Coleção Todas as artes. São Paulo: Martins, Martins Fontes, 2008.
______. Arte de expor – curadoria como expoesis. Rio de Janeiro; NAU Editora. 2014.
DIDI-HUBERMAN, Georges. O que vemos o que nos olha. São Paulo: Ed. 34, 2010. FARIAS, Agnaldo A. C. Arte/Cidade. In SECSP. Arte/Cidade: Cidade sem Janelas (catálogo). São Paulo: Marca D’Água, 1994.
FLORES LOPES, Livia. Poéticas da negação: lugares de encontro pelo avesso. Rio de Janeiro: Escola de Comunicação da UFRJ; professora adjunta de História do Espetáculo do curso de Direção Teatral. Artista plástica e professora do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais.
CESAR, Marisa Florido. NÓS, O OUTRO, O DISTANTE: NA ARTE…BRASILEIRA. Rio de Janeiro: Circuito, 2014.
FRANCASTEL, Pierre. O teatro é uma arte visual? Ensaio&Teatro, Rio de Janeiro: Achiamé, n. 5, 1983.
FREIRE, Cristina. Poéticas do Processo; arte conceitual no museu. São Paulo: Iluminuras, 1999.
GUIMARÃES, Adriano. e GUIMARÃES, Fernando (org). Nada Expandido. Brasília: Filhos do Beco, 2013.
HOFFMANN, Jens. A exposição como trabalho de arte. CONCINITAS, Rio de Janeiro, Uerj, ano 5, número 6, julho 2004, 18-29.
HUCHET, Stéphane. A instalação em situação. Arte & Ensaio, n. 12. Rio de Janeiro, Programa de Pós- Graduação em Artes Visuais/ Escola de Belas Artes, UFRJ, 2005 64-79.
KRAUSS, Rosalind. Caminhos da escultura moderna. São Paulo: Martins Fonte,1998.
______. Escultura no Campo Ampliado. In: Arte & Ensaio. Revista do Programa de Pós Graduação Em Artes Visuais. EBA/UFRJ. Ano XV. N.17, 2008, P.135.
KWON, Miwon. One Place After Another. Site-specific art and locational identity. London / England: The MIT Press, 2002.
MELIN, Regina. Performance nas artes visuais. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2008.
O’DOHERTY, Brian. No Interior do Cubo Branco: A Ideologia do Espaço da Arte. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
RAMOS, Luis Fernando. Teatralidade e anti teatralidade. Sala Preta, v. 13, n.1, São Paulo, PPGAC, ECA,USP, 2013.
RUIZ, Giselle (org). Articulações – ensaios sobre o corpo e performance. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2015.
SOMMER, Michelle (org). “Práticas Contemporâneas do Mover-‐se”. Rio de Janeiro: Circuito, 2015.

RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet; Computador ou celular com câmera

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados. A política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

SONIA SALCEDO DEL CASTILLO
Pós-doutora em Artes pelo CNPq junto ao PPGAC/ECO/UFRJ (2017). Doutora em Artes Visuais pela EBA/UFRJ (2012), Mestre em História e Crítica da Arte – EBA/UFRJ (2002), Especialista em História da Arte e da Arquitetura – PUC/RJ (1998), graduada em Cenografia – UNIRIO (1990), em Arquitetura e Urbanismo- USU (1982) e em Comunicação Social pela ECO/UFRJ (1985). Tem experiência nas áreas das Artes e Arquitetura, com ênfase em Expografia da Arte Contemporânea. Atua como pesquisadora e docente, nos seguintes temas: crítica de arte e recepção da obra de arte, teorias e práticas artísticas e curatoriais, exposição e história da arte, arquitetura museal e design de exposições. Desde 2014 é docente da Escola de Artes Visuais do Parque Lage – Rio de Janeiro. É artista curadora e autora dos livros Cenário da Arquitetura da Arte – montagens e espaços de exposições (2008); Poética Expositiva (2011), Asas a Raízes (2015), Arte de Expor – curadoria como expoesis; (2015); Pontotransição (2016) e Da visualidade à cena: dimensões expositivas da arte (2017).

 


EXERCÍCIOS CRÍTICOS DO OLHAR | BRUNO MIGUEL 
NÚCLEO DE ESTUDOS CRÍTICOS E CURATORIAIS

ONLINE | 2º SEMESTRE 2021
DESENVOLVIMENTO DO OLHAR CRÍTICO, INTERPRETAÇÃO DE CONTEÚDOS SUBJETIVOS, PENSAMENTO CRIATIVO, ARTE CONTEMPORÂNEA, PROJETOS CURATORIAIS, PESQUISAS ARTÍSTICAS, PLURALIDADE, PÓS-MODERNIDADE, IMAGEM

MATRÍCULA
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SOBRE
Exercitar o olhar crítico, capaz de perceber as relações subjetivas entre diferentes linguagens na contemporaneidade. Refletindo sobre o tempo e o mundo à nossa volta, seremos capazes de desenvolver uma curadoria do olhar com condições de converter ideias, ações e questionamentos em imagem, técnica e conceito, e vice-versa. Confrontar a dúvida e desenvolver respostas para perguntas que talvez ninguém esteja fazendo, ou que todos estejam se fazendo ao mesmo tempo. A subjetividade da interpretação das interseções na arte e nas linguagens criativas como modo de estar se relacionando com o que nos envolve, são caminhos de crescimento individual e coletivo.

CONTEÚDO
O curso sugere exercícios de criação, reflexão, concepção e realização de obras, sem se prender a uma linguagem específica. Interfaces entre obras de diversas linguagens, como pinturas, filmes, músicas, vídeo clipes, textos, imagens, obras tridimensionais entre outras, serão o estopim em propostas que mais do que visar à obra, objetivarão o desenvolvimento de um pensamento criativo plural e não linear. As dinâmicas destrincham aspectos da comunicação subjetiva indireta e aperfeiçoam o senso de análise auto crítica e coletiva das idéias. Aplicável à produção artística, curatorial e/ou criativa geral.

CRONOGRAMA
Curso dividido em duas partes. Na primeira: apresentação, análise e discussão crítica sobre a seleção temática proposta pelo professor. Na segunda: apresentação e discussão do material áudio visual ou da dinâmica desenvolvida pelos participantes – haverá total liberdade quanto aos formatos. Não é necessária a apresentação de pesquisa/obra, caso o aluno não tenha intenção de mostrá-la no curso.

DINÂMICA
Aula expositiva em videoconferência; Compartilhamento de referências semanais com debates coletivos em aula.

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em conhecer e/ou pesquisar o tema; Indicado para pessoas interessadas em desenvolver processos artísticos e para pessoas com processos artísticos em andamento; Não exige conhecimentos prévios

QUANDO
30 de setembro a 18 de novembro. Quintas, de 19h às 21h

VALOR
R$ 800 ou 2x de R$ 400,00

RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet; Computador ou celular com câmera

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados. A política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

BRUNO MIGUEL
Artista, professor e curador. Formado pela EBA-UFRJ em licenciatura em artes plásticas e pintura, fez inúmeros cursos na Escola de Arte Visuais do Parque Lage. Participou do programa “Aprofundamento” (EAV/Parque Lage) em 2010 e, no ano seguinte iniciou sua trajetória enquanto professor da escola. Como artista participa, desde 2007, de exposições individuais e coletivas no Brasil e em países como EUA, Alemanha, Peru, Bolívia, Colômbia, Argentina e Chile. Seu trabalho é representado comercialmente por galerias em Nova York, Lima, São Paulo e Belo Horizonte. Suas obras estão em importantes coleções institucionais e particulares, têm, ao longo dos últimos anos, sido selecionado por diversas residências artísticas internacionais. Fez também a curadoria de mostras individuais e coletivas em Londres, Rio de Janeiro e São Paulo.

 


EXPOSIÇÕES DE ARTE VISUAIS – DA IDEIA À REALIZAÇÃO | JULIA BAKER E STELLA PAIVA 
NÚCLEO DE ESTUDOS CRÍTICOS E CURATORIAIS
ONLINE | 2º SEMESTRE 2021
PRODUÇÃO DE ARTES VISUAIS, MUSEOLOGIA, MONTAGEM, CURADORIA DE EXPOSIÇÕES, DIREITOS AUTORAIS, ARQUITETURA, MUSEUS, PESQUISAS EM ARTE

MATRÍCULA
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SOBRE
O curso aqui proposto é uma junção de dois fazeres essenciais para a realização de uma exposição: a curadoria e a produção. As aulas, dadas em conjunto, irão tratar de todos os passos para a elaboração conceitual e produção de uma exposição: construção de um pensamento curatorial (como propostas são feitas em instituições ou em espaços independentes), pesquisa iconográfica, seleção de obras, contratação de equipe, expografia, como funcionam empréstimos, setores e profissionais envolvidos na criação de uma exposição, museologia e montagem, conteúdo de textos para exposição e catálogos, formatação de projetos para editais, manutenção, circulação e desmontagem. Traremos estudos de caso de exposições a partir de nossas práticas e vivências. O aluno que tiver interesse em desenvolver seu projeto poderá fazê-lo ao longo das aulas. A cada etapa serão propostas atividades com o objetivo de incentivar e impulsionar o desenvolvimento de um projeto completo. A quarta aula será destinada a apresentação das ideias de projetos para as professoras e para a turma. Isso não impede a participação de alunos que não tenham projetos e que tenham interesse somente em aprender os processos.

CONTEÚDO
Aula 1 – Apresentação da proposta
Introdução às etapas necessárias para a realização de uma exposição. Curadoria e produção – diálogos e estranhamentos em exposições. Introdução sobre a importância da produção na organização de ideias e realização de projetos culturais. Tipos de exposições.

Aula 2 – Afinal, o que é curadoria?
Como uma curadoria é desenvolvida. Papel do curador nas exposições. Curador institucional, curadorias independentes, as diferentes formas de atuação profissional. Desenvolvimento de um tema: pesquisadores, assistentes. Como é o início de uma exposição?

Aula 3 – Comissionamento de obras e projeto expográfico
Como se dá a definição do que será criado pelo artista para uma exposição específica, exemplos de obras comissionadas para exposições.
A elaboração e a construção do projeto expográfico e de iluminação de uma exposição de artes visuais. Apresentação de projetos e fotos.

Aula 4 – Apresentação de ideias dos alunos
Formatação de um projeto. Com o conceito em mãos, como o produtor deve agir? Formatação de projetos (leis e editais)

Aula 5 – Planejamento e etapas
Planejamento / Cronograma /Orçamento geral /Fontes de recurso: leis de incentivo e editais /Tipos de serviços necessários /Atividade: Cronograma geral, orçamento e cronograma de execução.

Aula 6 – A execução do Projeto
Pré produção e Produção:
Solicitações de empréstimos de obras: Cartas de empréstimo
Documentos necessários: termos de empréstimo e condições de empréstimo, direitos autorais, direitos de imagem
Taxa de empréstimo / contrapartidas
Seguro e transporte de obras: embalagens especializadas, cuidados especiais
Comunicação Visual da Exposição/divulgação

Aula 7 – Montagem das exposições
Questões curatoriais: dificuldades, desejos e realidades
Questões de produção: coordenação de equipes e como lidar com o imprevisível
Museologia e montagem: Conservação e padrões museológicos / Courriers e laudos técnicos /Impressão fine art (laboratórios especializados e qualidade do trabalho)
Molduras: como escolher as molduras certas, especificações e qualidade dos serviços
Equipamentos audiovisuais: a importância de saber um pouco mais sobre os equipamentos e sobre as novas linguagens trazidas pela tecnologia digital.

Aula 8 – Manutenção e finalização da exposição
Obrigações da produção / O trabalho da curadoria continua / Relações com equipes de educação e montagem / Finalização /Prestação de contas / Itinerância

DINÂMICA
Aula expositiva em videoconferência; Exercícios semanais com acompanhamento coletivo em aula; Compartilhamento de referências semanais com debates coletivos em aula.

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em conhecer e/ou pesquisar o tema. / Não exige conhecimentos prévios.

QUANDO
06 de outubro a 24 de novembro. Quartas, de 19h às 21h

VALOR
R$ 660,00 ou 2x de R$ 330,00

REFERÊNCIAS
BRANCO, Sérgio; PARANAGUÁ, Pedro. Direitos Culturais. Rio de Janeiro, FGV, 2009. https://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/bitstream/handle/10438/2756/Direitos%20Autorais.pdf
Cesnik, Fabio de Sá – Guia do incentivo à cultura, 2012 São Paulo SP, Edições SESC SP.
www.cultura.gov.br – Ministério da Cultura
LABRA, Daniela – Um pesquisador chamado curador – Revista Poiésis, n 26, p. 29-34, Dezembro de 2015
Edson Natale e Cristiane Olivieri, Guia Brasileiro de Produção Cultural 2013, São Paulo SP, Edições SESC SP.
OBRIST, Hans Ulrich – Uma breve história da curadoria. São Paulo, SP. Editora BEI, 2010
OGUIBE, Olu. O fardo da curadoria. In: Concinnitas, Revista do Instituto de Artes da Uerj, Rio de Janeiro, ano 5, n. 6, p. 17, julho 2004
Ramos, Alexandre Dias – Sobre o Ofício do Curador – Volume 2. Coleção Arte Ensaios e Documentos, Editora Zouk, 2010
RUBIM, Antônio; BARBALHO, ALEXANDRE. Políticas Culturais no Brasil. Salvador: EDUFBA, 2007
TEJO, Cristiana – A gênese do campo da curadoria de arte no Brasil: Aracy Amaral, Frederico Morais, Walter Zanini Tese de doutorado. UFPE 2017
Thiery-Cherques, Hermano Roberto – Projetos Culturais: Técnicas de modelagem, Rio de Janeiro: Editora FGV, RJ, 2008

RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet; Computador ou celular com câmera

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados. A política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

JULIA BAKER
Trabalha com pesquisa, produção e curadoria, com foco em artes do corpo. Atualmente é produtora na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Recentemente atuou como assistente curatorial da exposição “À Nordeste”, Sesc 24 de Maio (SP); e fez a pesquisa iconográfica para o livro de 50 anos do Balé da Cidade de São Paulo. É doutoranda no programa de Artes da Cena na UNICAMP, mestre em História, Política e Bens Culturais (CPDOC/FGV); possui especialização em História e Arquitetura da Arte no Brasil (PUC/RJ); graduada em Ciências Sociais (UERJ) e Produção Cultural (UFF).Entre 2013 e 2018, integrou a equipe curatorial do Museu de Arte do Rio (MAR), atuando na pesquisa e elaboração de múltiplas exposições. É uma das fundadoras da Coletiva curatorial NaPupila, onde desenvolve curadorias independentes, pesquisa em artes e ações virtuais com o foco na visibilidade de artistas e profissionais mulheres.

STELLA FONTES PAIVA
É coordenadora de produção do MAR (Museu de Arte do Rio), onde já produziu mais de 50 exposições desde a sua inauguração, entre elas: Casa Carioca; O Rio do Samba: Resistência e reinvenção; Dja Guata Porã, o Rio de Janeiro Indígena, Do Valongo à Favela; Leopoldina: princesa da Independência, das artes e das ciências; Quem não luta tá morto: Arte Democracia Utopia; Lugares do Delírio e Pernambuco Experimental, além de muitos eventos que fazem parte da programação do museu, como o Mar de Música. É produtora há mais de 19 anos e durante esse período trabalhou com produção de cinema, em longas como: “Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios” e “Bruna Surfistinha”, com teatro e artes visuais. Graduada em Comunicação Social, atualmente finaliza o MBA de Gestão Cultural da UCAM. No mês de outubro de 2020 deu o curso Produção de Artes Visuais a partir de experiências práticas na Escola de Artes Visuais do Parque Lage.


FOTOGRAFIA INICIANTE | THIAGO BARROS 
ONLINE | 2º SEMESTRE 2021
TEORIA FOTOGRÁFICA, HISTÓRIA DA FOTOGRAFIA, TÉCNICA E DIÁLOGOS COM ARTE CONTEMPORÂNEA

MATRÍCULA
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SOBRE
O curso objetiva o descobrimento do ato fotográfico e seu aprofundamento conceitual como ferramenta artística, explorando as principais técnicas para controle de seus resultados. A partir de encontros com uso de material audiovisual, intercalados com vivências práticas, será estimulada a formação histórica, articulada com conceitos teóricos e práticos na fotografia.

CONTEÚDO
O curso oferece aos alunos uma imersão no mundo da fotografia, através do descobrimento do ato fotográfico pela formação da imagem e das principais técnicas para controle do resultado. É um curso de iniciação voltado também para aqueles que, mesmo já atuantes, buscam um conhecimento prático e teórico do fazer fotográfico. Serão abordadas questões básicas e primordiais da fotografia, além das abordagens conceituais ligadas à estética da imagem. As aulas serão expositivas, intercaladas com análise de exercícios, apresentação de trabalhos de artistas consagrados e estão sempre abertas ao diálogo e trocas entre os alunos e o professor.

DINÂMICA
Aula expositiva em videoconferência; Exercícios semanais com acompanhamento coletivo em aula; Compartilhamento de referências semanais com debates coletivos em aula.

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em desenvolver processos artísticos e para pessoas com processos artísticos em andamento. Não exige conhecimentos prévios.

QUANDO
Turma 1 – 05 a 31 de agosto. Terças e quintas, de 19h às 21h
Turma 2 – 05 a 28 de outubro. Terças e quintas, de 19h às 21h

VALOR
R$ 450,00

REFERÊNCIAS
BARTHES, Roland. A Câmera Clara. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984.CARROLL, Henry.  Leia isto se quer tirar fotos incríveis. São Paulo: Gustavo Gili, 2014.
THALES, Trigo.  Equipamento Fotográfico – Teoria e prática. São Paulo: Editora Senac, 2005.
PEDROSA, Israel. OUniverso da Cor. Rio de Janeiro: Senac Nacional, 2003;
ADAMS, Ansel. A Câmera. São Paulo: Senac SP, 2000;
FONTCUBERTA,Juan. O beijo de Judas: Fotografia e verdade. Barcelona: Gustavo Gili, 2010.
FONTCUBERTA, Juan. A câmera de Pandora: afotografi@ depois da fotografia. São Paulo: Gustavo Gili, 2012.

RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet; Computador ou celular com câmera; Possuir câmera fotográfica com recursos manuais é importante mas não imprescindível para o acompanhamento do curso.

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados. A política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

THIAGO BARROS
Mestre em Artes Visuais pela UERJ, bacharel em Comunicação Social pela UFRJ e fotógrafo representado pela galeria F508. Leciona fotografia desde 1999 na Sociedade Fluminense de Fotografia, em Niterói/RJ e desde 2010 na EAV Parque Lage, no Rio de Janeiro.Trabalhou como laboratorista químico durante vinte anos, ampliando fotografias para grandes profissionais e entidades. Hoje atua comercialmente com a fotografia, desde a captura técnica até a impressão de obras. Possui imagens em publicações, expõe em mostras individuais e coletivas no Brasil e no exterior. Recebeu o Prêmio Internacional Nikon e o Juan Rulfo de Fotografia e, atualmente, dedica-se a estudos e residências artísticas nacionais e internacionais. Seus trabalhos incorporam as coleções da Maison Européenne de la Photographie, Gilberto Chateaubriand, Joaquim Paiva e Museu Nacional de Belas Artes.


PORTIFÓLIO DE ARTISTA: ESTRATÉGIAS DE APRESENTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE CARREIRA | BRUNO MIGUEL
NÚCLEO DE ESTUDOS CRÍTICOS E CURATORIAIS
ONLINE | 2º SEMESTRE 2021
ARTE CONTEMPOR NEA, PROFISSIONALIZAÇÃO DO ARTISTA, RELAÇÃO ARTISTA E CIRCUITO, RELAÇÃO ARTISTA E MERCADO, PORTFÓLIO, RESIDÊNCIA ARTÍSTICA, EDITAIS, GALERIAS, INSERÇÃO NACIONAL E INTERNACIONAL

MATRÍCULA

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SOBRE
O curso é voltado para artistas em diferentes estágios de carreira e pesquisa que estejam buscando profissionalização. Artistas interessados em uma melhor apresentação e entendimento dos mecanismos para maior chance de acesso a editais, residências artísticas e inserção no circuito. Debateremos sobre a construção da carreira artística analisando os aspectos objetivos inerentes à mesma.

CONTEÚDO
O curso apresentará portfólios de artistas nacionais e internacionais, projetos aprovados em editais, currículos, minibios, artist statements, debatendo formatos e colaborando no desenvolvimento do material dos artistas a partir do acompanhamento em sala. Além disso, serão tiradas dúvidas sobre as aproximações e relações do artista com galerias e mercado, com curadores e instituições, com outros artistas e o meio. Sugestões sobre quais são os formatos adequados de apresentação dos conteúdos, projetos e portfólios.

DINÂMICA
Compartilhamento de referências semanais com debates coletivos em aula.

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em desenvolver processos artísticos e para pessoas com processos artísticos em andamento.

QUANDO
03 de agosto a 21 de setembro. Terças, de 19h às 21h.

VALOR
R$ 800,00 ou 2x de R$ 400,00

RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet; Computador ou celular com câmera.

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados.

BRUNO MIGUEL
Artista, professor e curador. Formado pela EBA-UFRJ em lic. em artes plásticas e em pintura, fez inúmeros cursos na EAV Parque Lage e, inclusive, participou do programa “Aprofundamento” em 2010, e desde 2011 é professor da escola. Como artista participa, desde 2007, de exposições individuais e coletivas no Brasil e em países como EUA, Alemanha, Portugal, Peru, Bolívia, Colômbia, Argentina e Chile. Seu trabalho é representado comercialmente por galerias em Nova York, Lima, São Paulo e Belo Horizonte. Suas obras estão em importantes coleções institucionais e particulares, tendo ao longo dos últimos anos sido selecionado por diversas residências artísticas internacionais. Fez também a curadoria de mostras individuais e coletivas em Londres, Rio de Janeiro e São Paulo.