Da música à arte sonora

Da música à arte sonora

Paulo Vivacqua – Nympheas (2005)

Professor: Paulo Vivacqua
2º semestre
04 de setembro a 27 de novembro
Segunda-feira, 19:00–22:00
R$ 380,00/mês

Público-alvo
O curso destina-se a estudantes em artes que tenham interesse em aproximar-se da espacialidade do som através de aulas teóricas em que serão apresentados conceitos, autores e obras que exploram o território híbrido entre arte e música sob uma ótica histórica.

Conteúdo
O conteúdo será oferecido através de aulas, discussões e sugestões de leituras, seguidos de apresentação de exemplos.

Dinâmica

1. Uma Breve História da Música
Formação do conceito de espacialidade na música ocidental. Polifonia (Idade Média, Renascimento). Construção e dissolução da forma musical no sistema tonal (Barroco, Classico, Romantismo). Atonalismo (Expressionismo). musica Concreta e Eletroacústica.

2. Arte Sonora
O som (e o silêncio) na relação com o espaço e contexto na arte contemporânea – novas abordagens. intervenções públicas. território e linguagem (som e sentido).

Serão apresentados exemplos musicais e audiovisuais para ilustrar o conteúdo ao longo do curso.

Bibliografia
Abraham, Gerald, The Concise Oxford History of Music, Oxford, 1985.
Andrade, Mario de, Pequena Historia da Musica, Ed. Saraiva, 1944.
Moraes, J.Jota de, O que é Musica – Coleção Primeiros Passos Ed. Brasiliense, 1983.
Einaudi, Enciclopédia, 3. Artes – Tonal/Atonal – Imprensa Nacional – Casa da Moeda, 1984.

Paulo Vivacqua. Vitória, 1971. Vive e trabalha no Rio de Janeiro.
Com formação em música, elabora seu trabalho a partir de um cruzamento de linguagens sonora, visual e textual. Busca um território híbrido entre a materialidade e a sonoridade em instalações que se relacionam intrinsecamente com a arquitetura e os contextos dos ambientes em que são montadas. Componentes e dispositivos sonoros, entre objetos e materiais diversos, são usados plasticamente em um jogo de forma e função que ativam narrativas imaginárias no espaço e paisagens sonoras temporárias. Participou de mostras nacionais e internacionais de relevância como: Sound Field, The Field Sculpture Park, Hudson, NY 2002, Radio Polyphony, NYC, 2003, Escape, Zagreb Bank, 22º Music Biennale Zagreb, Croatia 2003, Observatório Auditivo, 8ª Bienal do Mercosul, The Legend of the Lake. Art in General, NYC. “Sentinelas” – TREBLE, Sculpture Center, NY 2004 e Premio Arte e Patrimônio, Palácio Gustavo Capanema, 2008. “Deserto” – Oi Futuro, Rio de Janeiro, 2006. “Interpretação” e “Ohm” – XXX Bienal de São Paulo, 2012. “Relatos e Visagens” – Soft Power, KunsthalKade, Amersfoort, 2016.