Jornadas de outubro: Artistas e professores

Jornadas de outubro: Artistas e professores

“Armação do Remoto ou Deslembrança Vertebrada” (2013), de Sara Ramo, instalado na Sala 2 da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Cortesia galeria Fortes Vilaça. Foto: renanlimA
APRESENTAÇÃO
PROGRAMAÇÃO
ARTISTAS
Artistas e professores convidados

Aderbal Ashogun (Salvador, 1965) é artista, músico, ativista ambiental e produtor. Sacerdote do candomblé, do terreiro Ilê Omiajuarô (Casa das Águas dos Olhos de Oxóssi), e filho da Ialorixá Mãe Beata de Iemanjá. Integrante do Treme Terra Esculturas Sonoras (31a. Bienal de São Paulo, 2014).  Premiado pelo IPHAN, coordena desde 1992 a Omo Aro Cia Cultural, rede afro-ambiental voltada para o resgate e manutenção do complexo cultural dos povos tradicionais de terreiros. Vive no Rio de Janeiro.

Ana Luiza Fonseca (São Paulo, 1985) é curadora e produtora. Bacharel em Educação Artística com habilitação em Artes Plásticas, na Faculdade Armando Álvares Penteado – FAAP (2008). Organizadora da Feira Tijuana, foi diretora do Espaço Tijuana e Edições Tijuana, dedicada a produção e distribuição de livros de artista na América Latina.
 É curadora visitante da biblioteca da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (2016). Vive no Rio de Janeiro.

Carlos Vergara (Santa Maria, 1941) é artista. Participou das mostras Opinião 65 e 66, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ). Em 1967, é um dos organizadores da mostra Nova Objetividade Brasileira. Colabora com Frederico Morais, na ocasião dos Domingos da Criação (MAM/RJ, 1971). Participou da Bienal de São Paulo (1963, 1967, 1985, 1989 e 2010), Bienal de Veneza (1980) e Bienal do Mercosul (1997 e 2011), entre outras. Vive no Rio de Janeiro.

Chiara Banfi (São Paulo, 1979) é artista. Formou-se em artes plásticas na Fundação Armando Álvares Penteado (2003), em São Paulo. Fez parte do Programa Rumos Artes Visuais (2005/2006), do Instituto Itaú Cultural. Participou de exposições coletivas como J’en Revê (2005), na Fondation Cartier, Paris, e Panorama MAM, São Paulo (2005). Vive no Rio de Janeiro.

Mãe Beata de Iemanjá (Cachoeira do Paraguaçu, 1931) é mãe-de-santo, escritora, atriz e artesã. Iniciada no candomblé, em 1956, por Mãe Olga do Alaketu. Está à frente da comunidade do terreiro Ilê Omiajuarô (Casa das Águas dos Olhos de Oxóssi), fundada em 1985. Ponto de Cultura desde 2010, seu terreiro, em Nova Iguaçu, recebeu o prêmio Patrimônio Cultural em 2015. Mãe Beata é autora de Caroço de dendê: a sabedoria dos terreiros (Pallas, 2002) e Histórias que a minha avó contava (Terceira Margem, 2004). Vive no Rio de Janeiro.

Rilion Gracie (Rio de Janeiro, 1963) é mestre de Jiu-Jitsu. Filho de Carlos Gracie, criador da arte marcial brasileira Brazilian Gracie Jiu-Jitsu (BJJ) e das Artes Marciais Mistas (MMA). Durante 15 anos, competiu inúmeros campeonatos de Jiu Jitsu. Há mais de 25 anos como professor de Jiu-Jitsu e MMA, Rilion atua como treinador dos campeões internacionais Renzo Gracie, Ralf Gracie, Kyra Gracie, Rolles Gracie, Igor Gracie, Gregor Gracie, Daniel Gracie e Roger Gracie. Vive em Miami, EUA.

Rivane Neuenschwander (Belo Horizonte, 1967) é artista. Estuda desenho na Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Premiada no projeto Antarctica Artes com a Folha (1996). Participa da 24ª Bienal Internacional de São Paulo (1998) e da 27ª Bienal Internacional de São Paulo (2006). Apresenta trabalhos na Bienal Internacional de Veneza (2005). Foi artista residente no Royal College of Art, em Londres (1996-1998), onde obteve o título de mestre. Vive em Londres, Inglaterra.

Rodrigo Garcia Dutra (Rio de Janeiro, 1981) é artista. Possui MA em Fine Arts pela Central Saint Martin of Art and Design, em Londres (2009) com bolsa da Lismore Castle Scholarship e Escultura no Royal College of Arts, em Londres (2014). Participou das exposições coletivas 10ª Bienal do Mercosul: Mensagens de Uma Nova América (2015) e Histórias Mestiças (2014) no Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, entre outras. Vive no Rio de Janeiro.

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