Modelo Vivo

Modelo Vivo

Foto: Registro do curso Modelo Vivo. Foto: Gianguido Bonfanti

Professor: Gianguido Bonfanti

Curso Contínuo 2020
08 de janeiro a 09 de dezembro
Turma 1: Quarta-feira, 19:30–22:00

09 de janeiro a 10 de dezembro
Turma 2: Quinta-feira, 10:00–12:30

R$ 380,00/mês*
*O valor da mensalidade não inclui o custo de modelos, que será dividido entre a turma.

O curso de Modelo Vivo é orientado para desenvolver no aluno, através da observação do corpo humano, a percepção visual, o que lhe permitirá, ao entender visualmente as formas, desenhá-las.

Conteúdo
Exercícios para educar o olhar: para que possamos ver formas como são, para podermos entender visualmente as formas sem que precisemos acrescentar conceitos ou ideias.

Metodologia
Cada aluno será acompanhado de acordo com seu desenvolvimento. Há duas questões fundamentais que serão perseguidas, de um lado a capacidade de entender as formas e desenhá-las, de outro a pesquisa de linguagem.

Bibliografia
GOMBRICH, Ernst. A História da Arte. Rio de Janeiro, LTC, 1999.
KANDINSKY, Wassily. Do espiritual na arte. E na pintura em particular. São Paulo: Martins Fontes, 1996.

Gianguido Bonfanti nasceu em 1948, em São Paulo. É o primeiro membro da família a nascer fora da Itália, família que continuará a manter estreitos laços com a cultura italiana. Foi discípulo de Poty Lazzarotto de 1962 a 1966, companheiro de seu pai na Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro, nos anos 1940. Frequentou a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ (1968 a 1971), período dos anos de chumbo do regime militar. No final de 1971, tomou uma decisão radical: transferiu-se para Roma, Itália, se dirigiu à Academia de Belas Artes de Roma, aprovado no exame de admissão para o 2º da Academia, segue as aulas até 1973 quando, no final desse ano, retorna ao Brasil. Frequentou o curso de gravura em metal administrado por Marília Rodrigues na Escolinha de Arte do Brasil de 1974 a 1977. Em 1978 iniciou sua atividade docente na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, onde dá aulas atualmente. Lecionou também na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, na Faculdade da Cidade e na Casa de Cultura Laura Alvim. Em 1981 casou-se com Marisa Maia, em 1983 nasceu Pérola e Flora em 1987. Entre muitas exposições individuais das quais participou destacam-se: Museu de Arte Contemporânea do Paraná, 1974; Galeria GB Arte, Rio de Janeiro, 1981; Petite Galerie, Rio de Janeiro, 1985; Thomas Cohn, Rio de Janeiro, 1988; Paulo Figueiredo, São Paulo, 1991; MAM-Rio de Janeiro, 1996; Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, 2000 e 2002; Museu Metropolitano de Curitiba, Paraná, 2004; Galerie le Troisième Oeil, Paris, França, 2005; Galerie le Troisième Oeil, Bordeaux, França, 2006; Paço Imperial, Rio de Janeiro, 2009; Gustavo Rebello Arte, Rio de Janeiro, 2010; Paço Imperial, Rio de Janeiro, 2017; Galeria Wozen, Lisboa, Portugal, 2017; Galerie le Troisième Oeil, Paris, França, 2017.