Narrativas urbanas: caminhar e mapear

Narrativas urbanas: caminhar e mapear

Solange Viveiros – Vias e Veias (2014)

Professora: Giodana Holanda

1º semestre
08 de março a 28 de junho
Quarta-feira, 19:00–21:00
R$ 300,00/mês
2º semestre
09 de agosto a 27 de setembro
Quarta-feira, 15:00–17:00
R$ 300,00/mês
 

Objetivos
Caminhar sem rumo, registrar e mapear percursos é o método adotado por esse curso para criar narrativas urbanas, afetivas ou críticas, baseadas nos fluxos, nas experiências do cotidiano, nos movimentos das pessoas pelas artérias da cidade, movimentos que tecem espaços criando cartografias e narrativas subjetivas.

Conteúdo
Aos participantes são propostos exercícios de caminhadas e observação de lugares utilizando dispositivos móveis (smartphones) para registros e mapeamentos. Resgatando memórias, vivências e observações da cidade a partir de percursos, pretendemos construir narrativas relacionadas à cidade em forma de imagens – fotografias ou vídeos – e textos.

Metodologia
Apresentação da proposta, escolha das mídias a serem utilizadas.
Criação de dinâmicas de grupo de trabalho. Percursos individuais ou coletivos.
Criação de narrativas e mapeamentos com as mídias e plataformas escolhidas.

Bibliografia
Farman, Jason. The Mobile Story: Narrative Practices with Locative Technologies. Routledge, 2012.
O’Rourke, Karen. Walking and Mapping: Artist as Cartographers. The MIT Press, 2013.
Careri, Francesco. Walkscapes: O caminhar como prática estética. G. Gili, 2013.
Visconti, Jacopo C., Novas Derivas. Martins Fontes, 2014.
Perec, George. Tentativa de esgotamento de um local parisiense. G. Gili 2016. Original Tentative d’épuisement d’un lieu parisien, 1975.

Giodana Holanda
Artista visual e arquiteta. Possui Doutorado e Mestrado em Design pela PUC-Rio (2008 e 2002) na linha de pesquisa em arte e tecnologia, e Graduação em Arquitetura e Urbanismo pela UFPE (1975). Possui formação complementar e experiência nas áreas de gravura, fotografia e imagem digital, tendo participado de exposições individuais e coletivas nessas áreas. É professora da Escola de Artes Visuais do Parque Lage desde 1984, onde atua nos núcleos de Imagem Gráfica e de Arte e Tecnologia, tendo participado da criação do NAT_EAV.

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