Missão

Missão
[o propósito, a finalidade]

ser pequeno
sonhar gigante

os vários sentidos da palavra sonho orientam o projeto comum proposto pelos artistas que integram o núcleo
de orientadores do primeiro semestre do parquinho lage, escola de arte da eav parque lage.

invenção e vivência de um tempo desacelerado em busca do “exercício experimental da liberdade”
(Mário Pedrosa)

o parquinho lage investiga o que uma escola de arte tem a aprender com as crianças: de como ser uma escola efetivamente livre e quais as pistas para desenvolver uma justa reciprocidade envolvendo aluno, escola e professores, todos aprendizes.

⦁ ser uma escola de arte com e para crianças.

⦁ questionar doutrinas hegemônicas e valorizar a capacidade e autonomia do aluno em contato com várias linguagens artísticas.

⦁ aprender com a floresta e desenvolver uma consciência ecológica, solidária com a saúde global do planeta.

 
Visão
[onde quer chegar – daqui a dois anos]

⦁ tornar-se referência nacional em práticas de aprendizagem no campo das artes para crianças a partir de saberes interdisciplinares e pedagogias antiautoritárias, por meio de uma convivência com um ambiente excepcional dotado de patrimônio arquitetônico, jardins e floresta.

⦁ desenvolver um diálogo de caráter social, promovendo a diversidade cultural e afirmando o papel público de uma escola vinculada à Secretaria de Estado de Cultura.

 
Valores
[princípios ou crenças que servem de guia para os comportamentos, atitudes e decisões]

⦁ exercitar vivências poéticas e encorajar a imaginação.

⦁ afirmar a pedagogia do afeto como atributo da prática artística.

⦁ levar em conta singularidades e coletividades.

⦁ promover a empatia e a solidariedade.

⦁ conjugar tradição e experimentação, regras e desvios, rotas e fugas, autorias individuais e compartilhadas.

⦁ emancipar o aluno de sentimentos de inferioridade.

⦁ suspeitar de discursos hegemônicos (da história, da arte, da cultura).

⦁ substituir certezas absolutas e totalitárias por questionamentos.

⦁ valorizar o tempo livre, fora da lógica moderna de produtividade.

⦁ renovar sua metodologia cotidianamente, a partir da escuta do aluno, da família e das comunidades.
 


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