Programação - Jornadas de Outubro 2019

Programação - Jornadas de Outubro 2019

APRESENTAÇÃO
PROGRAMAÇÃO
ARTISTAS E EDUCADORES

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Programação gratuita
Ativações e atividades reservas por e-mail: parquinho.eavparquelage@gmail.com ou efetuadas diretamente na secretaria da EAV – Parque Lage:
Rua Jardim Botânico, 414
2ª a 5ª feira: 9h00 – 19h30
6ª feira: 9h00 – 17h00
Sábado: 9h00 – 12h00

Caso o participante não esteja presente 30 minutos antes do início da atividades, a reserva será liberada para lista de espera. Sujeito a lotação.
Para apresentações musicais e piscina livre não é necessário realizar inscrição.


Sábado, 28 de setembro – Abertura
Arte em Família especial São Cosme e São Damião: Mitologias afro-brasileiras
Com Bruno Balthazar
Horário: 10h30 – 12h30
Ponto de encontro: secretaria EAV Parque Lage
Público: crianças a partir de 4 anos e suas famílias
Saiba mais.


Sábado, 05 de outubro
Ativações de perguntas do parquinho lage
Duas ativações simultâneas
Horário: 10h30 – 12h30
Ponto de encontro: secretaria EAV Parque Lage
Público: crianças de 6 à 12 anos

Esta edição das Jornadas de outubro parte do desejo de refletirmos juntos sobre o “ser escola”. Trocando certezas por perguntas, através de duas atividades artísticas, de forma lúdica, pretendemos refletir com as crianças sobre as questões que norteiam o parquinho lage: Por que as escolas existem? Pode a floresta ser uma escola? Pode a escola ser uma floresta?

Ativação 1: Por que as escolas existem?
Professores: Filipe Machado e Roberto França

Ativação 2: Pode a floresta ser uma escola? Pode a floresta ser uma escola?
Professores: Bruno Balthazar e Pri Fiszman

Ativação da exposição Campo: Como experimentar a floresta?
Horário: 14h00 – 16h00
Professores: Daniela Seixas e Rodrigo Ferreira
Local: Cavalariças
Público: crianças de todas as idades

Através da exposição Campo e do espaço da Escola de Arte Visuais do Parque Lage, o parquinho lage e o Programa educativo – Uma escola dentro da escola se juntam com crianças de todas as idades para vivenciar processos sensoriais e experienciar perguntas.

Neste sábado, partindo dos sentidos do corpo, despertados pela exposição Campo, será proposta uma experimentação e dissolução das fronteiras e modos de sentir o espaço da floresta-urbana-escola. Caminhada, invenção de trajetos, coletas, desenhos, escutas e investigações com os elementos da natureza como prática de criação e aprendizado.


Quinta-feira, 10 de outubro
Ativação externa: De Escola para escola com Escola Por Vir
Conversa e duas ativações simultâneas
Horário: 19h00 – 21h00
Convidada: Thelma Vilas Boas
Local: Lanchonete<>Lanchonete, R. Pedro Ernesto, 16, Gamboa.
Público: famílias, professores e interessados por arte e educação

De escola para escola acontece pela primeira vez nesta edição das Jornadas de Outubro. Pretende provocar encontros entre escolas criando espaço para a troca de saberes e processos. Neste encontro estaremos no espaço da Lanchonete<>Lanchonete, localizado na Gamboa, conversando sobre o caminhar, construir e inventar espaços de convívio/resistência/aprendizado/troca. Serão realizadas duas ativações, Letramento e Geometria, a partir de experiências em processo de invenção na Escola Por Vir.

A L<>L propõe a invenção coletiva da Escola Por Vir a fim de potencializar o impacto positivo das suas práticas na comunidade e criar possibilidades outras nas quais se possam gestar futuros livres e críticos, com maior justiça e bem-estar social para todxs, contribuindo, assim, com a ressignificação deste território vítima da violência do racismo e da fome.

Alocada desde junho de 2019 em um galpão de 240m2, a Lanchonete <> Lanchonete _ Escola Por Vir é um espaço de convivência gratuito, seguro, digno e rico nas diferenças e pluriversidades, fruto de invenção coletiva, com diversas estações de experimentações (projetos) em diferentes campos do saber à disposição da comunidade que favoreçam a troca de aprendizados e colaborem para construção livre, orientada e interterritorial de inteligência, alimentando o desenvolvimento físico/intelectual das subjetividades dos participantes crianças, jovens e adultos, majoritariamente locais, negros e de baixa renda.

Reconhecendo o crítico contexto socioeconômico, a crescente injustiça social e o anúncio do final de políticas governamentais de proteção aos direitos das minorias e dos recursos naturais, a L<>L se afirma como um gesto de resistência ao imponderável.

Através de uma práxis que combina, no mesmo lugar, a comensalidade com atividades que potencializam a constituição de sujeitos autônomos e emancipados, utilizando uma linguagem simples e franca, construída concomitante à escuta, as iniciativas da Lanchonete <> Lanchonete _ Escola Por Vir seguirão ativadas com e a partir do contexto local e suas singularidades, suas urgências e as prioridades dos moradores da Pequena África.

A cozinha – escola – comunitária da L<>L, gratuita e aberta diariamente, que oferece axs participantes oficinas de preparo saudável de alimentos in natura, de artes, de impressões gráficas, de letramento, de estudos de narrativas não brancas, será amplificada e integrada a outros campos do saber trazidos pela Escola Por Vir.


Sábado, 12 de outubro
Arte em Família especial Campo: A imagem mágica
Professoras: Caroline Valansi e Maria Laet
Horário: 10h30 – 12h30
Público: crianças a partir de 4 anos e suas famílias
Saiba mais.

Ativação da exposição Campo: Como experimentar o tempo?
Com Julia Saldanha e Nivea Santana
Horário: 14h00 – 16h00
Local: Cavalariças
Público: crianças de todas as idades

Através da exposição Campo e do espaço da Escola de Arte Visuais do Parque Lage, o parquinho lage e o Programa educativo – Uma escola dentro da escola se juntam com crianças de todas as idades para vivenciar processos sensoriais e experienciar perguntas.

Quanto tempo o tempo tem? Como medimos tempo no nosso corpo? No espaço? O que é um dia para nós pode ser a vida inteira de um inseto. Nesta ativação, inspirada pela exposição Campo, vamos pensar juntos o tempo contando a história de uma borboleta que acabou de descobrir o mundo. Para experimentar o tempo no espaço vamos fazer uma atividade a partir da obra “Paff”, do artista Ernesto Neto.

Piscina livre
Horário: 15h00 – 18h00
Aberto ao público

Rebolinha convida MC Leão
Com Galo Preto, João Penoni e Sabrina Rodrigues
Horário: 15h00 – 18h00
Local: pátio da piscina
Público: crianças de todas as idades
Aberto ao público

Rebola é um coletivo de arte, uma festa, um movimento, que fala da ancestralidade brasileira assim como da sua contemporaneidade. Sons produzidos pelas periferias do mundo se conectam pela batida do tambor ancestral e apontam para o futuro. O coletivo é formado pelos artistas João Penoni e Bruno Balthazar e outros colaboradores convidados a cada edição. Em Outubro de 2014, a primeira de muitas esculturas de luz, desenhos originais de bambu, LEDs e outros objetos luminosos, foi criada pelos artistas do coletivo. Símbolo do nosso encontro, que aconteceu também no Festival Panorama de Dança ainda em 2014, em edições na quadra da Escola de Samba Vizinha Faladeira, no tradicional Clube dos Democráticos, com a participação do primeiro bloco afro do Rio de Janeiro – Agbara Dudu e novos produtores da música eletrônica brasileira como Felipe Sá e Carrot Green. Em maio de 2015 o coletivo foi selecionado para fazer o encerramento da Exposição Encruzilhada no Parque Lage com curadoria de Bernardo Mosqueira. Entre muitas outras edições, em fevereiro de 2017, foi selecionado como uns dos trabalhos da exposição Abre-alas, da galeria A Gentil Carioca. A Rebola e suas esculturas de luz falam de raízes, de ancestralidade e futuro, iluminam sem preconceito e reconhecem a cada um de nós, incorporadores da festa. Propõem a construção de uma grande mitologia urbana, onde cada personagem se revoluciona na dança. Sob sua “Forma de Luz” o lema, as “bundas não vão parar”, nasce, porque a revolução se faz a partir do corpo. Já dizia Emma Goldman (1869 — 1940) “se não puder dançar, não é minha revolução.
Nesta edição a Rebola se prepara para estar com crianças de todas as idades e convida MC Leão (Sabrina Rodrigues, 13 anos) para estar junto. Sabrina participou de atividades do parquinho lage através da parceria com o CIEP-Presidente Agostinho Neto, sua antiga escola. Realizou a atividade Mitologias afro-brasileiras, na qual conheceu Bruno Balthazar professor do parquinho lage e artista cofundador da Rebola.


Sábado, 19 de outubro
Ativações de perguntas do parquinho lage
Duas atividades simultâneas
Horário: 10h30 – 12h30
Ponto de encontro: secretaria EAV Parque Lage
Público: crianças de 6 à 12 anos

Esta edição das Jornadas de outubro parte do desejo de refletirmos juntos sobre o “ser escola”. Trocando certezas por perguntas, através de duas atividades artísticas, de forma lúdica, pretendemos refletir com as crianças sobre as questões que norteiam o parquinho lage: Por que as escolas existem? Pode a floresta ser uma escola? Pode a escola ser uma floresta?

Ativação 1: Por que as escolas existem?
Professores: Regina Neves e Zoè Gruni

Para pensar esta ativação a Oficina de Argila se une a Poesia e Corpo. O objetivo será trabalhar em torno do conceito do corpo no espaço. Envolvendo a ação poética e a exploração sensorial da escultura e da argila, iremos pesquisar a presença do corpo na floresta. Através da compreensão das crianças sobre o mundo, observaremos que a poesia está em todo lugar e quando exploramos o que está ao nosso redor encontramos os poemas.
Por que as escolas existem?
Quando nosso corpo habita algum lugar, se torna parte dele. Absorvendo as dinâmicas e as energias do contexto em que vivemos, nosso corpo se molda, como à argila, se nutre e é nutrido pelo espaço. Talvez, antes de serem instituições, as escolas sejam simplesmente lugares, ambientes onde a troca de conhecimentos, a criação e o crescimento acontecem. A fim de explorar o pensamento artístico de maneira divertida e significativa, estaremos dentro e fora da sala, brincando através de diversas proposições: passeio na floresta, observação, desenho e construção com argila.

Ativação 2: Pode a floresta ser uma escola? Pode a escola ser uma floresta?
Professores: Alexis Zelensky e Fernanda Zerbini

Pecinhas, pedacinhos, sons, e estímulos que convidam as crianças à criação de uma escola dentro da floresta. Como é essa escola? É uma escola para as formigas? É pequena? É grande? No micro e no macro, são infinitas as possibilidades de encontrar os limites dessa escola. Com fitas de demarcação, papéis e microfone, vamos construir junto com as crianças os registros da criação de uma escola da floresta.

Ativação da exposição Campo: Como experimentar a presença?
Professores: Andressa Rocha e Antônio Amador
Horário: 14h00 – 16h00
Local: Cavalariças
Público: crianças de todas as idades

Através da exposição Campo e do espaço da Escola de Arte Visuais do Parque Lage, o parquinho lage e o Programa educativo – Uma escola dentro da escola, se juntam com crianças de todas as idades para vivenciar processos sensoriais e experienciar perguntas.

Como uma obra de arte se faz presente no campo? Tendo como ponto de partida os trabalhos da série Ágrafos, de Laura Lima, convidamos os públicos a pensarem as possíveis lacunas existentes na produção de imagens. Usando tecidos, fios, madeiras, objetos cotidianos e o próprio corpo, produziremos coletivamente presenças possíveis dentro do campo expositivo e para além dele. Como podemos pensar e experimentar a presença do que não está dado? Pensando que aquilo que vemos são imagens e o que sentimos pode ser uma produção de presença (ou ausência) pela imagem, o que podemos criar a partir disso?


Sábado, 26 de outubro – Encerramento
Arte em família especial De Família para Família
Professores: Zie (4 anos), Clarissa Diniz e Luiz Guimarães
Horário: 10h30 – 12h30
Ponto de encontro: secretaria EAV Parque Lage
Público: crianças a partir de 4 anos e suas famílias
Saiba mais.

Jongo para todas as idades: Quilombo Etu
Com Pâmela Carvalho, Pablo Carvalho e Rodrigo Maré
Horário: 14h00 – 16h00
Local: salão nobre
Público: crianças de todas as idades

O Quilombo Etu é um coletivo-projeto criado e protagonizado por jovens negros moradores de favela. Entendendo que a favela pode ser lida como Quilombo contemporâneo, onde a população preta resiste, se reinventa e se fortalece, o grupo pretende trazer a noção de “Etu” – palavra que em kikongo significa “nós” para dentro deste Quilombo. Um Quilombo construído a partir da coletividade e unidade preta e favelada.

Nosso Quilombo promove ações como oficinas de danças populares afro-brasileiras, percussão, rodas de conversa, entendendo corpo e mente como um só, e como chaves para a construção do indivíduo preto.

A atividade das Jornadas de outubro consiste numa oficina-roda a partir dos elementos do jongo e de outras manifestações das culturas populares pretas. Partindo da premissa de que corpo e mente não são dissociados e que a valorização das narrativas e epistemologias pretas são essenciais para a prática do antirracismo, a ação buscará abranger públicos de todas as idades.

Narrativas e memórias inventadas
Projeção de filmes realizados por crianças seguida por conversa com a professora do parquinho lage Patrícia Alves Dias e Pâmela Carvalho, coordenadora da Lona Cultural Municipal Herbert Vianna.
Horário: 16h00 – 18h00
Local: auditório
Aberto ao público

Filmes: A esperança de um menino, Os dois lados da favela e Era uma vez tudo verdim.

Desenhos animados de crianças lembram aos adultos as coisas como são e como deveriam ser.  Os Story boards, personagens, roteiros e animação dos filmes, que vamos ver, foram criados por crianças em oficinas de animação durante o projeto Carta Animada pela Paz (Cidade de Deus e Vila cruzeiro) e durante oficinas realizadas no território dos povos indígenas Pankararé (sertão da Bahia). A violência contra a infância e a relação com natureza foram temas abordados nos roteiros e nas narrativas.

Os filmes Dois lados da favela e A esperança de um menino foram cedidos pela MultiRio.


ATIVIDADES INTRA E EXTRA-MUROS
Atividades fechadas destinadas a grupos de crianças parceiros do parquinho lage
 
PROJETO: Parque Lage na Maré
Parque Lage na Maré é um projeto de parceria entre o parquinho lage e a Lona Cultural Municipal Herbert Vianna, onde professores e educadores de ambas as instituções realizam atividades com crianças e adolescentes moradores das comunidades Baixa do Sapateiro, Nova Holanda e Nova Maré.

Quarta-feira, 02 de outubro
Jogos, brincadeiras e distribuição de doces
Professores: Pri Fiszman, Marrytsa Melo, Alexis Zelensky, Patrícia Alves Dias e Pedro Rochas
Horário: 16h00 – 18h00
Local: Lona Cultural Municipal Herbert Vianna
Público: crianças e adolescentes frequentadores da Lona Cultural Municipal Herbert Vianna

Sábado, 12 de outubro
Laboratório de inventos e Livrinho de artista
Professores: Marrytsa Melo, Filipe Machado, Julia Saldanha e Luana Vieira
Local: EAV Parque Lage
Público: crianças e adolescentes frequentadores da Lona Cultural Municipal Herbert Vianna
 

PROJETO: Parquinho lage e Projeto Circulando
Parquinho lage e Projeto Circulando é um projeto do Parquinho Lage de recepção de grupos de crianças, adolescentes, adultos e idosos frequentadores da rede de atendimento do Projeto Circulando – Secretaria municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (SMASDH) – na Escola de Artes Visuais do Parque Lage.

Quinta-feira, 10 de outubro
Visita à exposição Campo
Professores: Educativo da exposição Campo
Local: Cavalariças, EAV Parque Lage
Público: crianças e adolescentes do projeto Circulando

Quinta-feira, 24 de outubro
Atividade do parquinho lage
Professora: Deise Alcantara
Local: EAV Parque Lage
Público: crianças e adolescentes do projeto Circulando