Projeto Selecionado

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APRESENTAÇÃO
PROGRAMAÇÃO DO SEMINÁRIO
SOBRE REYNALDO ROELS JR.
PROCESSO DE SELEÇÃO
DIVULGAÇÃO DOS SELECIONADOS
PROJETO SELECIONADO

Conheça os prêmios anteriores:
I Prêmio Reynaldo Roels Jr.
II Prêmio Reynaldo Roels Jr.
III Prêmio Reynaldo Roels Jr.
III Prêmio Reynaldo Roels Jr.

Projeto Selecionado
O cavalo é levante (Monumento a Oxalá e ao trabalhador) de Yhuri Cruz

Período de visitação: 07 > 19 de dezembro. Segunda a domingo 7h > 17h
Dia 7 de dezembro será realizada a performance Diáspora que faz parte do trabalho de Yhuri Cruz
Campo de Santana | Entrada gratuita

Performance Diáspora
7 de dezembro
A performance Diáspora está aberta a quem se dispor a se juntar em qualquer ponto do percurso.
9h – Concentração em Olaria, na saída da Estação de trem Olaria
10h – Chegada ao Campo de Santana
11h30 – Hasteamento das bandeiras
11h30 – 14h – Distribuição de canjica

“O cavalo é levante (Monumento a Oxalá e axs trabalhadorxs) é uma instalação de arte pública pensada a partir do poema ‘Eu cavalgo em campos de mármore’ que escrevo em 2018. Tomando o cavalo como código multicultural dentro da cultura brasileira e afro-brasileira, busco traçar paralelos entre (1) os cavalos presentes em monumentos coloniais e pós-coloniais e seus significantes, (2) as bandeiras que esses monumentos trazem e suas concepções ideológicas, e (3) o cavalo como representação do humano que incorpora (recebe e se deixa cavalgar por) entidades e deidades dentro de religiões de matrizes africanas e afro-brasileiras. As entidades em questão são Oxalá e o/a próprio/a trabalhador/a que, neste projeto, é reconhecido/a como entidade (agente espiritual) do espaço social.

Partindo dessas referências, busco criar um desenho de projeto que se compõe em 3 partes que destacam a potência dessas entidades sociais e espirituais e de suas travessias. “O cavalo é levante” é sobre monumentalizar o invisível, hastear a energia do cruzamento, mas é também sobre a condições que os monumentos são erguidos. Além de tudo, é sobre dar corpo novo às antigas formas de devoção e curar a fome, nem que seja por um dia.”

– Yhuri Cruz