EAV Parque Lage

2º SEMESTRE DE 2021 | CURSOS SEMESTRAIS

 
A PRÁTICA DA PINTURA | CHICO CUNHA
NÚCLEO DE PINTURA E DESENHO
ONLINE | 2º SEMESTRE 2021 
PINTURA, TÉCNICAS, DESENVOLVIMENTO DE LINGUAGEM

MATRÍCULA
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SOBRE
O curso é prático e dividido em duas partes. A primeira parte é formada por 16 exercícios abordando questões básicas da linguagem de construção da pintura, como: luminosidade, volume, transparência, cor, aplicação de tinta, perspectiva, etc. Já a segunda parte consiste na realização de projetos específicos de pintura, tendo como suporte o material escolhido pelo aluno. Nesta fase, a quantidade de exercícios feitos (projetos de pintura) varia de acordo com o desejo e as necessidades do aluno.

CONTEÚDO
Exercícios básicos de pintura e avaliação de projetos

DINÂMICA
Exercícios semanais com acompanhamento coletivo em aula

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em desenvolver processos artísticos e para pessoas com processos artísticos em andamento
Não exige conhecimentos prévios

QUANDO
Turma 1: 02 de agosto a 22 de novembro. Segundas, de 19h às 22h
Turma 2: 04 de agosto a 24 de novembro. Quartas, de 19h às 22h

VALOR
R$ 1.520,00 ou 4x de R$ 380,00

REFERÊNCIAS
O’DOHERTY, Brian. No Interior Do Cubo Branco: a Ideologia Do Espaço Da Arte. Martins Fontes, 2002 – 138 páginas
CASTILLO, Sônia Salcedo del. Cenário da Arquitetura da Arte: Montagens e Espaços de Exposições. Martins Fontes, 2008 – 352 páginas
OURIQUES, Evandro Vieira; LINNEMANN, Ana; LANARI, Roberto. Manuseio e Embalagens de Obras de Arte. Funarte, 1989 – 101 páginas
HEGEWISH, Katharina e KLÜSER, Bernd org.. L’Art de le Exposition – une documentation sur trente

RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet
Computador ou celular com câmera
Papel alta alvura
Tintas acrílicas
Acrílica da acrilex azul, branco, amarelo, verde e preto
Pincéis tigre (números 22 e 16) e um pequeno para linha (com ponta redonda)

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados. A política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

CHICO CUNHA
Arquiteto de formação com especialização em História da Arte e Arquitetura no Brasil, pela PUC – RJ. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais no Brasil e no exterior desde a década de 1980, destacando-se a Bienal de São Paulo, a Bienal de Cuba, Como vai você geração 80?, dentre outras exposições. Em 1991 é laureado com uma bolsa da Unesco e prefeitura da Cidade do México. Tendo a pintura e o desenho como foco central de seu trabalho, atua desde 2002 como professor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage.


COMPOSIÇÃO: COMO LER OBRAS BIDIMENSIONAIS | GIANGUIDO BONFANTI 
NÚCLEO DE PINTURA E DESENHO | ONLINE  | 2º SEMESTRE 2021 
PRÁTICA ARTÍSTICA, DESENHO, BIDIMENSIONAL

MATRÍCULA
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SOBRE
A partir do livro “Ponto e Linha sobre o Plano”, de Wassily Kandinsky, o curso visa compartilhar ferramentas de educação do olhar para exercitar reflexões e produções de sentido sobre obras bidimensionais. Os aprendizados propostos são fundamentais para o exercício de ateliê, como saber resolver o espaço pictórico equilibrando as tensões entre formas e cores.

CONTEÚDO
Serão propostos exercícios a partir de 1 ponto sobre o plano, seguindo a sequência da teoria da forma e da composição de Kandinsky. Os alunos realizarão cada exercício antes da aula. Durante a aula online, os exercícios serão analisados um a um, de modo que os alunos também acompanhem a investigação dos trabalhos de seus companheiros de curso.

DINÂMICA
Aulas por videoconferência
Exercícios semanais com acompanhamento coletivo em aula
Acompanhamentos individuais com debates coletivos em aula

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em desenvolver processos artísticos e pessoas com processos artísticos em andamento

QUANDO
02 de agosto a 22 de novembro
Segundas, de 17h às 19h

VALOR
R$ 1.640,00 ou 4x de R$ 410,00

RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet
Computador ou celular com câmera
Material para produção de obra, a escolha de cada aluno. Por exemplo: guache, pastel seco, papel (colagem), ou qualquer outro material com o qual o participante se sinta confortável para desenvolver seus trabalhos.

SECRETARIA
Todos os cursos online emitem certificado.
A política de descontos só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

GIANGUIDO BONFANTI
Primeiro de sua família italiana a nascer em outro país, porém os laços com a cultura italiana foram mantidos intensamente por seus familiares. Foi discípulo de Poty Lazzarotto de 1962 a 1966, companheiro de seu pai na Escola de Belas Artes-RJ, nos anos 1940. Frequentou a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo-UFRJ de 1968 a 1971, período dos anos de chumbo do Regime Militar. No final de 1971, tomou uma decisão radical: transferiu-se para Roma, Itália, onde se dirigiu à Academia de Belas Artes de Roma e foi aprovado no exame de admissão para o 2º ano da Academia. Segue as aulas até 1973 quando, no final deste ano, retorna ao Brasil. Frequentou o curso de gravura em metal administrado por Marília Rodrigues na Escolinha de Arte do Brasil de 1974 a 1977. Em 1978 iniciou sua atividade docente na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, onde continua atuando. Lecionou também na PUC – RJ, na Faculdade da Cidade e na Casa de Cultura Laura Alvim. Entre muitas exposições individuais destacam-se:  Museu de Arte Contemporânea do Paraná, 1974; Galeria GB Arte, RJ, 1981; Petite Galerie, RJ, 1985; Thomas Cohn, RJ, 1988; Paulo Figueiredo, SP, 1991; MAM-RJ, 1996; MNBA-RJ, 2000 e 2002; Museu Metropolitano de Curitiba, Paraná, 2004; Galerie le Troisième Oeil, 2005, Paris (França); Galerie le Troisième Oeil, 2006, Bordeaux (França); Paço Imperial, RJ, Retrospectiva, 2009; Gustavo Rebello Arte, RJ, 2010. Paço Imperial,  2017.  Wozen Gallery, 2017, Lisboa (Portugal) e Galerie le Troisième Oeil, 2017, Bordeaux (França).

 

 


COR E FORMA | BERNARDO MAGINA 
NÚCLEO DE PINTURA E DESENHO

ONLINE | 2º SEMESTRE 2021
PINTURA, COR, TEORIA DA COR, COMPOSIÇÃO VISUAL, FORMA, DESENHO

MATRÍCULA
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SOBRE
Curso prático-teórico que visa capacitar o aluno a compor e estruturar visualmente desenhos e/ou pinturas e ajudá-lo a desenvolver ou aprimorar um pensamento plástico. Os encontros se iniciam com explanações teóricas sobre princípios de cor e/ou forma e, posteriormente, serão realizados exercícios em aula.

CONTEÚDO
Uso dos elementos construtivos da forma na composição, ritmo e harmonização de cores no espaço plástico. Indução cromática e criação de paletas de cor. Integração de elementos gráficos e pictóricos. Cor e Forma foi desenvolvido a partir do curso preliminar da Bauhaus ministrado por Johannes Itten, do curso de Teoria da Forma de Paul Klee, do livro “Ponto e Linha sobre plano”, de Wassily Kandinsky e de teorias da cor derivadas dos estudos de José Maria Dias da Cruz sobre Cézanne.

DINÂMICA
Aula expositiva em videoconferência; Exercícios semanais com acompanhamento coletivo em aula

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em desenvolver processos artísticos e para pessoas com processos artísticos em andamento. Não exige conhecimentos prévios.

QUANDO
04 de agosto a 24 de novembro. Quartas, de 19h às 21h15

VALOR
R$ 1.400,00 ou 4x de R$ 350,00

REFERÊNCIAS
ALBERS, Josef. A interação das cores. Martins Fontes, 2019
DIAS DA CRUZ, José Maria. O cromatismo cezanneano. Florianópolis. Ed. Do autor, 2010
DIAS DA CRUZ, José Maria. Da cor ao cinza.
GOETHE. Doutrina das cores. Ed. Nova Alexandria, 1993
PEDROSA, Israel. O Universo da cor. Rio de Janeiro: Senac Nacional, 2008. 160. P. II
PEDROSA, Israel. Da cor à cor inexistente. Rio de Janeiro. Leo Christiano Editorial Ltda, 1995

RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet; Computador ou celular com câmera; 2 Lápis 4B; Borracha; Esfuminho; Nanquim – 0.4 / 0.7mm; Pilor ou marcador, ponta maior ou igual a 1.0mm; Régua; Compasso; Bloco de papel para desenho (gramatura inferior ou igual a 200); Pincel chato escolar; tamanhos 4, 8 e 12; Pincel de ponta; Tintas guache nas cores: branco, preto, amarelo, azul, verde bandeira e vermelho; Bloco de papel para pintura (gramatura superior a 200)

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados. A política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

BERNARDO MAGINA
Artista e eventualmente curador. Nasceu em 1989, no Rio de Janeiro, onde vive. Mestre em Arte e Cultura Contemporânea pelo PPGARTES/ UERJ e graduado em Comunicação Social – Publicidade pela ECO/UFRJ. É professor dos cursos Pintura Além do Quadro, Cor e Forma, Dinâmica das Cores e Pintura Brasileira: lado B (este último em dupla com Clarissa Diniz) na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Foi assistente de ateliê de Orlando Mollica e, posteriormente, lecionou junto ao mestre no curso de Desenho Contemporâneo na mesma escola onde foi aluno de Evany Cardoso, Gianguido Bonfanti, Suzana Queiroga, João Goldberg, Marcelo Campos e foi monitor nos workshops de cor de José Maria Dias da Cruz. Trabalha com Desenho e Pintura e com suas possibilidades no campo expandido. Fundador e sócio do Studio Travellero onde se dedica a pinturas murais nas ruas e outros diálogos entre as cores e a arquitetura desde 2015.

 

 


 
DINÂMICA DAS CORES | BERNARDO MAGINA
NÚCLEO DE PINTURA E DESENHO

ONLINE | 2º SEMESTRE 2021
PINTURA, TEORIA DA COR, COR, FORMA

MATRÍCULA
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SOBRE
Curso teórico-prático sobre a dinâmica da cor e sua quarta dimensão: o tempo. Serão analisadas algumas das teorias propostas por artistas desde Da Vinci até os dias de hoje, com ênfase nos estudos de José Maria Dias da Cruz sobre Cézanne. O curso tem como objetivo fazer o aluno pensar o uso da cor para além do círculo cromático tradicional newtoniano. Harmonia e ritmo da cor na criação de paletas.

CONTEÚDO
Os alunos entenderão porque dentro do cromatismo cezanneano não se utilizam nomenclaturas vinculadas ao círculo cromático tradicional, como cores primárias, secundárias, frias, quentes, pastéis, etc., para pensar o uso da cor. Como o fenômeno do rompimento do tom, tão explorado por Cézanne, confere a dimensão temporal ao estudo da cor. Pontos de convergência e divergência de teóricos e artistas como Da Vinci, Newton, Goethe, Albers, Klee, Israel Pedrosa e José Maria Dias da Cruz. Exercitar as dimensões da cor e conceitos como ritmo e harmonia na prática pictórica.

DINÂMICA
Aula expositiva em videoconferência; Exercícios semanais com acompanhamento coletivo em aula.

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em desenvolver processos artísticos e para pessoas com processos artísticos em andamento. Não exige conhecimentos prévios.

QUANDO
04 de agosto a 24 de novembro. Quartas, de 10h às 12h30

VALOR
R$ 1.400,00 ou 4x de R$ 350,00

REFERÊNCIAS
ALBERS, Josef. A interação das cores. Martins Fontes, 2019
DIAS DA CRUZ, José Maria. O cromatismo cezanneano. Florianópolis. Ed. Do autor, 2010
DIAS DA CRUZ, José Maria. Da cor ao cinza.
GOETHE. Doutrina das cores. Ed. Nova Alexandria, 1993
PEDROSA, Israel. O Universo da cor. Rio de Janeiro: Senac Nacional, 2008. 160. P. II
PEDROSA, Israel. Da cor à cor inexistente. Rio de Janeiro. Leo Christiano Editorial Ltda, 1995

RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet; Computador ou celular com câmera;
Cores de tinta acrílica (tubos pequenos de 20ml) : amarelo de cádmio claro, amarelo de cádmio escuro, amarelo ocre, verde permanente, violeta, sombra natural, terra de siena queimada, preto, branco, ultramar claro, vermelho cádmio, vermelho cádmio escuro, magenta, violeta , azul turquesa, azul ftalocianina e laranja;
4 pincéis (números 8 ou 10, cerda dura – pode ser o escolar de cabo amarelo amarelo);
1 bloco de desenho (quanto maior a gramatura melhor, porém fica mais caro. Sugiro pelo menos 150 g/m2 (gramatura);
Lápis (qualquer) e borracha.;
Potes ou descartáveis (caixa de ovo ou formas de gelo, por exemplo) para misturar a tinta e limpar os pincéis
*É possível comprar tubos ou potes de tinta maiores, só é um investimento maior e, para o curso, tubos pequenos de tinta são o suficiente.

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados.

BERNARDO MAGINA
Artista e eventualmente curador. Nasceu em 1989, no Rio de Janeiro, onde vive. Mestre em Arte e Cultura Contemporânea pelo PPGARTES/ UERJ e graduado em Comunicação Social – Publicidade pela ECO/UFRJ. É professor dos cursos Pintura Além do Quadro, Cor e Forma, Dinâmica das Cores e Pintura Brasileira: lado B (este último em dupla com Clarissa Diniz) na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Foi assistente de ateliê de Orlando Mollica e, posteriormente, lecionou junto ao mestre no curso de Desenho Contemporâneo na mesma escola onde foi aluno de Evany Cardoso, Gianguido Bonfanti, Suzana Queiroga, João Goldberg, Marcelo Campos e foi monitor nos workshops de cor de José Maria Dias da Cruz. Trabalha com Desenho e Pintura e com suas possibilidades no campo expandido. Fundador e sócio do Studio Travellero onde se dedica a pinturas murais nas ruas e outros diálogos entre as cores e a arquitetura desde 2015.

 



EXPERIÊNCIAS EPIDÉRMICAS/EPIDÊMICAS: MOVIMENTOS PARA ORGANIZAÇÕES DE CADERNOS DE ARTISTAS-PESQUISADORAS/ES | MILLENA LÍZIA
NÚCLEO DE DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS/POÉTICAS | NÚCLEO DOS CORPOS
ONLINE | 2º SEMESTRE 2021
CADERNO DE ARTISTA, LUTA ANTICOLONIAL, LUTA ANTIRRACISTA, FEMINISMOS DISSIDENTES, PENSAMENTOS ANTI-HEGEMÔNICOS, PESSOA PRA PESSOA, POTÊNCIA SOLIDÁRIA, CRIAÇÃO E RESISTÊNCIA, PESQUISA EM ARTES, ARTE CONTEMPORÂNEA-ANCESTRAL-PRA-DEPOIS-DO-ANO-2000, EXPERIÊNCIA VIVIDA, NÃO É NECESSARIAMENTE SOBRE ARTES, COMO PRODUZIR VIDA?, SER SUTURA

MATRÍCULA
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SOBRE
A proposta de engajamento para esta edição do “Experiências Epidérmicas” (e suas dobras “/Epidêmicas”) se organiza certamente sob impacto da pandemia do COVID-19, mas se organiza principalmente contra este insistente projeto de humanidade que se arquiteta de forma tão indissociável com a produção de humilhações, com a hierarquização das vidas, com a aniquilação das dissidências e demais fertilidades da terra. Como nos reorganizamos diante das tantas fragmentações investidas contra nossas existências? Das perguntas que nos acompanham há gerações, que se reatualizam de acordo com os novos contextos e que nos serão guia para apoiarmos materialmente o desenrolar dos nossos encontros, conjuntamente com a proposta de produção de cadernos a partir daquilo que for do nosso desejo. Longe de esperar que a confecção de cadernos venha a desempenhar um papel aglutinador de nossos cacos, espera-se que com suas feituras a gente possa mergulhar um pouco nas muitas camadas que nos compõem. Que com esta ferramenta ganhe alguma irrigação o exercício perseverante pela vida de transmutar fragmentações em multiplicidades, de sintetizar matérias úmidas que garantam alguma fertilidade mandacaru em tempos de aridez. Se você está se perguntando onde está a pesquisa nessa proposição ela está na busca pelas muitas formas de viver com dignidade.

CONTEÚDO
Este curso não é necessariamente sobre artes, mas, antes, sobre uma tomada de posicionamento de que não há territórios de opressão, de destruição e de colonialidade, por fim, que se façam sem resistências – e entendendo a produção de resistência como campo plural de ativação que se materializa também em termos estéticos, teóricos, poéticos, discursivos, subjetivos, criativos, vitais. Os encontros estão estruturados em três movimentos: o primeiro movimento, o das apresentações, será um convite contínuo para que cada participante se apresente ao grupo, e das mais diversas formas que desejar ao longo de um mês de encontros. Com esta solicitação, que se faz no sentido das apresentações, se estimulará também um debate sobre as presenças e do que de presente cada uma pode ofertar a partir de suas habilidades, saberes, talentos, etc. O segundo movimento, o das organizações, buscará construir a partir dos perfis das participantes os fortalecimentos necessários para os desenvolvimentos das pesquisas que se deseja desenvolver e que se materializará adiante nas produções dos cadernos. Os fortalecimentos deste período poderão contemplar desde literaturas partilhadas a serem discutidas até o convite para que pessoas colaborem com nossos encontros, passando por estudos de casos, contações de histórias, escuta de músicas, cantorias, escolha de filmes, memes, trocas de receitas, dicas de saúde, feitiços e por aí vai. O terceiro movimento, o das circulações, será aquele em que cada participante se aventurará livremente na produção de seu caderno a partir de sua pesquisa. Se estimulará que os processos sejam partilhados para que haja trocas contínuas de experiências e de conteúdos que se evidenciam nesses momentos do fazer.

DINÂMICA
Aula expositiva em videoconferência; Exercícios semanais com acompanhamento coletivo em aula; Compartilhamento de referências semanais com debates coletivos em aula; Acompanhamentos individuais com debates coletivos em aula.

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em conhecer e/ou pesquisar o tema. Não exige conhecimentos prévios

QUANDO
03 de agosto a 23 de novembro. Terças, de 19h às 22h

VALOR
R$ 1.400,00 ou 4x de R$ 350,00

REFERÊNCIAS
BRASILEIRO, Castiel Vitorino. Quando encontro vocês: macumbas de travesti, feitiços de bixa.Vitória: Editora da autora, 2019.
EVARISTO, Conceição. Da grafia-desenho de minha mãe, um dos lugares de nascimento de minha escrita. In: Representações performáticas brasileiras: teorias, práticas e suas interfaces. Belo Horizonte: Mazza Edições (2007): 16-21.
FANON, Frantz. Pele negra, máscaras brancas. Trad.: Renato da Silveira. Salvador: EDUFBA, 2008.
GONZALEZ, Lélia. Primavera para as rosas negras: Lélia Gonzalez em primeira pessoa… Diáspora Africana: Editora Filhos da África, 2018.
HALL, Stuart. Raça, o significante flutuante. In: Z Cultural, 2013. Ano IX. ISSN 1980-9921. Disponível em <http://revistazcultural.pacc.ufrj.br/raca-o-significante-flutuante%EF%80%AA/>. Acesso em fevereiro de 2014.
HOOKS, bell. Mulheres negras: moldando a teoria feminista. In: Revista Brasileira de Ciência Política, n°16. Brasília, janeiro-abril, 2015.
JESUS, Carolina Maria de. Casa de alvenaria: diário de uma ex-favelada. São Paulo: Francisco Alves, 1961.
KILOMBA, Grada. Plantation Memories. Episode of Everyday Racism. Münster: Unrast, 2016.
________________. “O racismo e o depósito de algo que a sociedade branca não quer ser.”, 2017. In: Instituto Geledés. Matéria realizada por Kauê Vieira. Disponível em: <https://www.geledes.org.br/grada-kilomba-o-racismo-e-o-deposito-de-algo-que-sociedade-branca-nao- quer-ser/> Acesso em Fevereiro de 2018.
KURY, Bruna; CAPELOBO, Walla. Desejo que sobrevivamos pois já sobrevivemos, 2020. Disponível em <https://www.glacedicoes.com/post/desejo-que-sobrevivamos-pois-ja-sobrevivemos-bruna-kury-e-walla-capelobo>
LORDE, Audre. Irmã outsider: ensaios e conferências. Trad.: Stephanie Borges. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2019.
____________. There is no hierarchy of opression. In: BYRD, Rudolph P.; COLE, Johnnetta Betsch, GUY-SHEFTALL, Beverly (org.). I Am Your Sister: Collected and Unpublished Writing of Audre Lorde. Oxford University Press, 2009.
____________. Zami: a new spelling of my name (a biomythography by Audre Lorde). Berkeley: The Crossing Press, 1982, p. 226.
LUGONES, María. Hacia un feminismo descolonial. In: La manzana de la discordia, v. 6, n. 2, julho-dezembro de 2011.
Mãe Stella de Oxossi. “Nunca perder a capacidade de me indignar com as mazelas humanas”. Artigo concedido à UOL Notícias. 2018. Disponível em <https://www.uol/noticias/especiais/como-mudamos-o-mundo—candomble.htm#nunca-perder-a- capacidade-de-me-indignar-com-as-mazelas-humanas>. Acesso em janeiro de 2018.
MAMA, Amina. Temas desafiantes: Gênero y Poder en los Contextos Africanos. In: SUÁREZ, Liliana; HERNÁNDEZ, Rosalba Aída (org.) Descolonizando el feminismo. Teorías y prácticas desde los márgenes, 2008, s/n. Disponível em http://www.reduii.org/cii/sites/default/files/field/doc/ Descolonizando%20el%20feminismo.pdf Acesso em novembro de 2017.
MATTIUZZI, Michelle. Merci beaucoup, blanco! escrito experimento performance. Publicação comissionada pela Fundação Bienal de São Paulo em ocasião da 32a Bienal de São Paulo- Incerteza Viva, 2016, p 9. Disponível em https://issuu.com/amilcarpacker/docs/merci_beaucoup__blanco_michelle_mat acesso em janeiro de 2018.
MOMBAÇA, Jota. Rumo a uma redistribuição desobediente de gênero e anticolonial da violência. Publicação comissionada pela Fundação Bienal de São Paulo em ocasião da 32a Bienal de São Paulo-Incerteza Viva, 2016. Disponível em: <https://issuu.com/amilcarpacker/docs/rumo_a_uma_redistribuic__a__o_da_vi>.
NASCIMENTO, Maria Beatriz. Beatriz Nascimento, Quilombola e intelectual: possibilidade nos dias da destruição. Filhos da África, 2018.
P, Millena Lízia M M C de. FAÇO FAXINA: bases contraontológicas para um começo de conversa sobre uma experiência epidérmica imunda. Dissertação de Mestrado em Estudos Contemporâneos das Artes, UFF-RJ, 2018.
PARAYZO, Lyz. EAV AVE YZO. Zine, 201.
PASSARELLI, Matheusa. O RIO DE JANEIRO CONTINUA LINDO E OPRESSOR. Zine, 201?.
SILVA, Denise Ferreira da. À brasileira: racialidade e a escrita de um desejo destrutivo. In: Estudos Feministas, v. 14, n.1. Florianópolis, 2006, p. 61-83.
TRUTH, Soujorner. E não sou uma mulher?. Trad.: Osmundo Pinho. Austin, 2014. n.p. Disponível em: <https://www.geledes.org.br/e-nao-sou-uma-mulher-sojourner-truth/>.
Bebendo água no Saara. Exposição de artes de Laís Amaral. Curadoria de Agrippina R. Manhattan. 2020.
Orí. Direção de Raquel Gerber. Roteiro de Beatriz Nascimento. 1989. Filme.

RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet; Computador ou celular com câmera.

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados.

MILLENA LÍZIA
Millena Lízia é uma existência nesse mundo em busca de uma caminhada com dignidades e saúdes. Planta e deseja colher. Busca as simplicidades, pois as coisas mais banais lhe chegam com camadas de desafios e complexidades. Tem visto em suas mãos seu coração. Se reconhece como pesquisadora e artista contemporânea-ancestral-pra-depois-do-ano-2000, pelo menos é assim que vem se organizando desde as agitações diaspóricas das experiências pictóricas-epidérmicas vividas – apenas mais uma forma possível de apresentação, que deseja apontar que seu campo de atuação se faz na vida, nas relações, nos deslocamentos, nos enfrentamentos e nas fugas a partir da produção de imaginários. Colabora há mais de dez anos com diversos encontros, produções, exposições coletivas, rodas, proposições educativas e publicações. Institucionalmente, estudou comunicação visual, montagem cinematográfica e arte contemporânea. É autora de “FAÇO FAXINA: bases contra ontológicas para um começo de conversa sobre uma experiência epidérmica imunda” (2018), dissertação de mestrado em Estudos Contemporâneos das Artes pela Universidade Federal Fluminense (RJ). Compõe, sendo uma das articuladoras, o CIPEI – Círculo Permanente de Estudios Independientes (México-Brasil), plataforma de investigação de contra-pedagogias e contra-visualidades.

 



O PROCESSO CRIATIVO – ASSOVIANDO E CHUPANDO CANA | CHARLES WATSON
NÚCLEO DE DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS/POÉTICAS

ONLINE | 2° SEMESTRE 2021
PROCESSO CRIATIVO, PENSAMENTO ARTÍSTICO, PENSAMENTO CIENTÍFICO, PROCESSOS ARTÍSTICOS, ESTRATÉGIAS, PROVOCAÇÃO

MATRÍCULA
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SOBRE
Ao contrário do que o senso comum sugere, a criatividade não é uma qualidade livre e autônoma, que pode ser dissociada do envolvimento verticalizado com uma atividade ou linguagem específica. Quem não investe não lucra ou, como dizem os físicos: “Não há boca livre no universo”. Assim sendo,“estratégias” ou “técnicas” criativas só se tornam eficazes na presença de forte comprometimento ao longo de um tempo mínimo necessário para internalizar as regras do jogo. Alcançar o desempenho criativo em seu nível máximo requer, além de tempo de investimento, paixão, curiosidade, persistência, tolerância a ambiguidades e coragem para aceitar que muitos erros virão pela frente – erros não são apenas permitidos, são uma pré-condição para a criação. O curso explora o limiar entre pensamento artístico – divergente, e seu aparente antagonista, pensamento científico – convergente; argumentando que a diferença entre processos cognitivos é parcialmente ilusória. Em outras palavras, há semelhanças consideráveis entre o que realmente faz a diferença em ambas as atividades. A abrangência das experiências do educador tem resultado em palestras únicas, provocativas e às vezes desconcertantes, abordando temas aparentemente tão distintos quanto evolução, sistemas complexos, ecologia e arte contemporânea, sempre com uma pitada de humor britânico.

CONTEÚDO
Parte de uma vasta pesquisa, com uma bibliografia considerável composta por mais de 100 livros e o conteúdo de inúmeras entrevistas realizadas em seus projetos internacionais com artistas e criadores de diversas disciplinas, o workshop completo O Processo Criativo consiste em uma série de palestras escolhidas a partir de um repertório de 74 temas envolvidos nesta pesquisa – esta escolha será efetuada de acordo com as particularidades da composição de cada grupo. Com uma abordagem instigante, o workshop aponta os mais diversos fatores que fazem a diferença para um desempenho criativo otimizado. O curso tece uma teia de conexões improváveis entre uma ampla variedade de assuntos supostamente desconexos: desde arte contemporânea, design, música e negócios à genética, Neo-Darwinismo, neurociência e até comédia stand-up.

DINÂMICA
Aula expositiva em videoconferência

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em conhecer e/ou pesquisar o tema; Não exige conhecimentos prévios.

QUANDO
09 de agosto a 08 de dezembro

Segundas e quartas, de 19h30 às 21h30

VALOR
R$ 3.000,00 ou 4x de R$ 750,00

RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet; Computador ou celular com câmera; Caderno de anotações (não serve laptop ou tablet)

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados. A política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

CHARLES WATSON
Pesquisador, educador e palestrante especializado no Processo Criativo e Desempenho Otimizado. Formado pela Bath University na Inglaterra, ministra o workshop O Processo Criativo na EAV Parque Lage e MasterClasses em instituições culturais como Instituto Tomie Ohtake e MAM em São Paulo e Instituto Ling em Porto Alegre. Além de ministrar workshops e palestras em empresas como Natura, 3M, Shell e Globo. Sua pesquisa interdisciplinar, constantemente atualizada, investiga fatores que influenciam processos de inovação e criação com uma abordagem com base na arte contemporânea mas com viés interdisciplinar. Diretor e fundador do workshop internacional Dynamic Encounters, Charles realizou 59 projetos educacionais internacionais em mais de 20 cidades na Europa, Estado Unidos e América Latina, acumulando aproximadamente 2.000 horas de entrevistas, predominantemente com artistas e curadores mas também com profissionais de diversas áreas como genética e neurociência sobre seus respectivos processos de criação.



PINTURA HOJE: PRODUÇÃO E MAPEAMENTO EM TEMPO REAL | GUSTAVO MATOS E BOB N
NÚCLEO DE ESTUDOS CRÍTICOS E CURATORIAIS
ONLINE  | 2º SEMESTRE 2021
PINTURA, ARTE CONTEMPORÂNEA, ARTE MODERNA

MATRÍCULA
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SOBRE
O curso objetiva apresentar nomes da pintura contemporânea nacional e internacional que têm se destacado nos últimos anos, situando esses(as) artistas no contexto da História da Arte, bem como nos acontecimentos sócio-culturais da atualidade. O propósito é focar nas produções atuais expostas em galerias e instituições de arte de grandes centros urbanos, tais como Nova York, Berlim, Paris, Londres, Hong Kong, São Paulo, dentre outros. Além das análises dos trabalhos, os professores indicarão sites para pesquisa e publicações relevantes no âmbito da crítica de arte.

CONTEÚDO
Exposição de robusta quantidade de imagens das produções em pintura e eventual material crítico das obras abordadas.

DINÂMICA
Aula expositiva em videoconferência. Compartilhamento de referências semanais com debates coletivos em aula.

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em conhecer e/ou pesquisar o tema. Não exige conhecimentos prévios.

QUANDO
02 de agosto a 22 de novembro. Segundas, de 19h às 21h

VALOR
R$ 1.280,00 ou 4x de R$ 320,00

REFERÊNCIAS
SCHWABSKY, Barry. Vitamin P: New Perspectives in Painting. Nova York: Phaidon, 2004
AGUIRRE, Peio & AZIMI, Negar. Vitamin P2: New Perspectives in Painting. Nova York: Phaidon, 2011
SCHWABSKY, Barry. Vitamin P3: New Perspectives in Painting. Nova York: Phaidon, 2016
SCHWABSKY, Barry. Landscape Painting Now: From Pop Abstraction to New Romanticism. Nova York: D.A.P., 2019

RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet; Computador ou celular com câmera.

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados.

GUSTAVO MATOS
Gustavo Matos é carioca. Nascido em 1977, seu primeiro contato com as artes plásticas foi ainda nos anos 1990 ao frequentar o ateliê do artista e poeta Cabelo. Pintor e músico, Gustavo integra a banda de música experimental Bemônio, tocando bateria, entre os anos de 2012 e 2015, quando sai para se dedicar exclusivamente às artes visuais. Além de sua prática artística, desenvolve um trabalho como pesquisador e professor de cursos online pela Casa Voa e pela EAV Parque Lage. Estudou pintura com o professor João Magalhães na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV).

BOB N
Vive e trabalha no Rio de Janeiro. Faz arte desde criança. Usa protetor solar, mas às vezes esquece. Estudou com Ivan Serpa, Orlando Mollica e Jan van Eyck, mesmo. A Felicidade às vezes mora aqui, MAC – Niterói, 2013, 29ª Bienal de São Paulo SP (programação dos terreiros) 2010, Pindorama Lounge individual MAM-RJ 2009, A Gentil Carioca – Rio de Janeiro, 2008 RJ, Ncruzilounge, Bienal de Liverpool (The Independent), 2002, Contemplation Room Overgaden Gallery – Copenhagen, Dinamarca, 2002.Um Século de Arte Coleção Gilberto Chateaubriand, MAM – RJ, Pinacoteca – SP, 2006, VERBO, Galeria Vermelho – São Paulo, SP, 2005, Salão da Bahia, MAM – BA, 2000, RJ. www.bobn.ws

 



LINGUAGENS DO ESPAÇO E TEMPO – VOLTA AO MUNDO FÍSICO | FABIANA ÉBOLI SANTOS

NÚCLEO DE VOLUME E ESPAÇO
PRESENCIAL | 2º SEMESTRE 2021
POEMA-OBJETO, ARTE CONTEMPORÂNEA, AÇÃO NO AMBIENTE (LAND ART), ESCULTURA

MATRÍCULA
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SOBRE
Curso prático de desenvolvimento de linguagem e pesquisa em oficina. Escuta, análise e apoio na elaboração de projetos individuais. Realização de propostas de exercícios com diferentes materiais e acesso a ferramentas.

 

CONTEÚDO
Experimentação em escultura, objeto, instalação e demais ações em espaços públicos externos ou internos; linguagens híbridas objeto-imagem, com vídeo e foto. Apresentação de obras referenciais, artistas e processos. Discussão de conceito. Visualização de imagens e filmes de obras e artistas referenciais e debate em aula.

DINÂMICA
Exercícios semanais com acompanhamento coletivo em aula; Compartilhamento de referências semanais com debates coletivos em aula; Acompanhamentos individuais com debates coletivos em aula.

 

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em desenvolver processos artísticos e para pessoas com processos artísticos em andamento.

 

QUANDO
02 de agosto a 22 de novembro. Segundas, de 10h às 13h

VALOR
R$ 1.520,00 ou 4x de R$ 380,00

REFERÊNCIAS
AMARAL, Aracy. Projeto Construtivo Brasileiro na Arte. São Paulo: Pinacoteca do Estado de SP, 1977.
ARTE & ENSAIOS. Revista do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais da EBA-UFRJ. Diversos números.
BEUYS, Joseph. Cada homem um artista. Porto: Editora 7NÓS, 2010.
BRITO, Ronaldo. Neoconcretismo vértice e ruptura do projeto construtivo brasileiro. Rio de Janeiro: Cosac & Naify Edições, 1999.
CASTRO, Amílcar de. Repetição e Síntese. Belo Horizonte: CCBB 2013.
CONCINNITAS. Revista do Instituto de Artes da UERJ. Diversos números.
FABRO, Luciano. Luciano Fabro [catálogo da exposição]. Rio de Janeiro: Centro de Arte Helio Oiticica, 1997.
FELIX, Nelson. Nelson Felix. Rio de Janeiro: Casa da Palavra/Canal Contemporâneo, 2001.
FELIX, Nelson. Trilogias – conversas entre Nelson Félix e Glória Ferreira 1999-2004. Rio de Janeiro: Edições Pinakotheke, 2005.
FELIX, Nelson. Camiri/4 cantos/Cavalariças. Rio de Janeiro: Ed. do artista, 2011.
FERREIRA, Glória e COTRIM, Cecilia. Escritos de Artistas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2006.
KWON, Miwou. One place after another. PDF. Tradução na Revista Arte & Ensaios nº 17.
MAIA, Carmen. Cildo Meireles. Coleção Fala do Artista. Rio de Janeiro: Funarte, 2009.
MATOS, Diego e WISNIK, Guilherme. CILDO estudos, espaços, tempo. Rio de Janeiro: Ubu Editora, 2017.
OITICICA, Helio. Catálogo. Org. Centro de Arte Helio Oiticica. Rio de Janeiro, 1996.
PAPE, Lygia. Gávea de Tocaia. Rio de Janeiro: Cosac & Naify Ed., 2000.
TOSTES, Celeida. Rio de Janeiro, Aeroplano editora, s/d.
filmes:
Chris Burden – diversos
Francis Alys – diversos
Gordon Matta-Clark – diversos
Joseph Beuys – diversos
Lygia Clark – Memória do Corpo
Nelson Félix – O oco
Meireles, Cildo – A Obra de Arte. Direção Marcos Ribeiro; Cildo, de Katia Maciel
Rui Chafes – Comer o Coração
Coleção RIOARTE de vídeos. Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro. Secretaria das Culturas. s/d.

RECURSOS NECESSÁRIOS
Papel e lápis para anotações; Ferramentas e materiais necessários aos projetos individuais a serem definidos pelos próprios alunos.

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados; a política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

FABIANA ÉBOLI SANTOS
Artista visual, Mestre em Linguagens Visuais na EBA-UFRJ com orientação de Lygia Pape e Paulo Venâncio Filho. Graduada em Sociologia e Política, pós-graduada em Relações Internacionais na PUC-RJ. Expôs individualmente entre os anos de 1997 e 2004, participa de mostras coletivas, oferece oficinas, escreve, é curadora de exposições e organiza livros de Arte. Em 2001 foi premiada com Bolsa de Pesquisa em Escultura na Faperj, e no Projeto Interferências Urbanas RJ, realizando instalação no espaço público. Entre 2011 e 2016 colaborou com curadorias e textos no Projeto Vitrine Efêmera, RJ, dirigido por Julio Castro. Curadorias entre 2005 e 2015 no Rio de Janeiro e em Recife. Professora de Plástica na EBA-UFRJ em 2011 e 2012. Premiada no Edital Pro-cultura do MinC com o livro Mario Carneiro Trânsitos em 2012. Projeto de curadoria aprovado no Paço Imperial para 2021.

 



O
FICINA DE PESQUISA DE LINGUAGENS DO ESPAÇO E TEMPO | FABIANA ÉBOLI SANTOS 
NÚCLEO DE VOLUME E ESPAÇO
ONLINE | 2º SEMESTRE 2021
ARTE CONTEMPORÂNEA, HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA, ESCULTURA, OBJETO, POEMA-OBJETO, LAND-ART,  INSTALAÇÃO, INTERVENÇÃO, AÇÃO, LINGUAGENS HÍBRIDAS

MATRÍCULA
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SOBRE
Curso prático-conceitual direcionado para a prática artística e o desenvolvimento de pesquisa em arte contemporânea. Na atividade prática: experimentação em escultura, objeto, instalação e demais ações em espaços públicos, externos ou internos; linguagens híbridas objeto-imagem, com vídeo e foto; elaboração de projetos. Nas atividades teóricas: discussão de conceitos, além da leitura de textos de artistas e teóricos referenciais nos temas pesquisados. Os encontros terão exibição de imagens e filmes de obras e artistas referenciais e debates em aula.

CONTEÚDO
As diversas linguagens de vanguarda do séc XX dentro do campo da escultura, do objeto e suas derivações; poema-objeto; instalação, intervenção, ação; ação no ambiente (land art) e desdobramentos; espaço real, espaço presente, tempo; observação de obras e artistas referenciais nestas linguagens; examinar as pesquisas neo-concretas e partir de referências artísticas deste período como base para processos de experimentação; examinar práticas contemporâneas híbridas; realizar exercícios e elaborar objetos e projetos.

DINÂMICA
Aula expositiva em videoconferência; Exercícios semanais com acompanhamento coletivo em aula; Compartilhamento de referências semanais com debates coletivos em aula; Acompanhamentos individuais com debates coletivos em aula.

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em desenvolver processos artísticos e para pessoas com processos artísticos em andamento; Não exige conhecimentos prévios.

QUANDO
02 de agosto a 22 de novembro. Segundas, de 20h30 às 23h.

VALOR
R$ 1.520,00 ou 4 x de R$ R$ 380,00

REFERÊNCIAS
AMARAL, Aracy. Projeto Construtivo Brasileiro na Arte. São Paulo: Pinacoteca do Estado de SP, 1977.
ARTE & ENSAIOS. Revista do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais da EBA-UFRJ. Diversos números.
BEUYS, Joseph. Cada homem um artista. Porto: Editora 7NÓS, 2010.
BRITO, Ronaldo. Neoconcretismo vértice e ruptura do projeto construtivo brasileiro. Rio de Janeiro: Cosac & Naify Edições, 1999.
CASTRO, Amílcar de. Repetição e Síntese. Belo Horizonte: CCBB 2013.
CONCINNITAS. Revista do Instituto de Artes da UERJ. Diversos números.
FABRO, Luciano. Luciano Fabro [catálogo da exposição]. Rio de Janeiro: Centro de Arte Hélio Oiticica, 1997.
FELIX, Nelson. Nelson Felix. Rio de Janeiro: Casa da Palavra/Canal Contemporâneo, 2001.
FELIX, Nelson. Trilogias – conversas entre Nelson Félix e Glória Ferreira 1999-2004. Rio de Janeiro: Edições Pinakotheke, 2005.
FELIX, Nelson. Camiri/4 cantos/Cavalariças. Rio de Janeiro: Ed. do artista, 2011.
FERREIRA, Glória e COTRIM, Cecilia. Escritos de Artistas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2006.
KWON, Miwou. One place after another. PDF. Tradução na Revista Arte & Ensaios nº 17.
MAIA, Carmen. Cildo Meireles. Coleção Fala do Artista. Rio de Janeiro: Funarte, 2009.
MATOS, Diego e WISNIK, Guilherme. CILDO estudos, espaços, tempo. Rio de Janeiro: Ubu Editora, 2017.
OITICICA, Hélio. Catálogo. Org. Centro de Arte Hélio Oiticica. Rio de Janeiro, 1996.
PAPE, Lygia. Gávea de Tocaia. Rio de Janeiro: Cosac & Naify Ed., 2000.
TOSTES, Celeida. Rio de Janeiro, Aeroplano editora, s/d.
Filmes:
Gordon Matta-Clark – diversos
Joseph Beuys – diversos
Lygia Clark – Memória do Corpo
Nelson Félix – O oco
Meireles, Cildo – A Obra de Arte. Direção Marcos Ribeiro; Cildo, de Katia Maciel
Rui Chafes – Comer o Coração
Coleção RIOARTE de vídeos. Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro. Secretaria das Culturas. s/d.

RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet; Computador ou celular com câmera

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados. A política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

FABIANA ÉBOLI SANTOS
Artista visual, Mestre em Linguagens Visuais na EBA-UFRJ com orientação de Lygia Pape e Paulo Venâncio Filho. Graduada em Sociologia e Política, pós-graduada em Relações Internacionais na PUC-RJ. Expôs individualmente entre os anos de 1997 e 2004, participa de mostras coletivas, oferece oficinas, escreve, é curadora de exposições e organiza livros de Arte. Organizou: “Toyota conversa com o universo” lançado na SP Arte em 2019, e “Mario Carneiro Trânsitos” em 2013. Projeto de curadoria aprovado no Paço Imperial para 2021. Entre 2011 e 2016 colaborou com curadorias e textos no Projeto Vitrine Efêmera, RJ, dirigido por Julio Castro. Curadorias entre 2005 e 2015 no Rio de Janeiro e em Recife. Professora de Plástica na EBA-UFRJ em 2011 e 2012. Premiada no Edital Pró-cultura do MinC com o livro Mario Carneiro Trânsitos em 2012. Em 2001 foi premiada com Bolsa de Pesquisa em Escultura da Faperj e no Projeto Interferências Urbanas RJ, realizando instalação no espaço público.

 



STENCIL EM BASE FOTOGRÁFICA – DA GRAVURA À ARTE URBANA JULIO CASTRO E ANA CLARA LEMOS 

NÚCLEO DE OFICINAS GRÁFICAS E FOTOGRÁFICAS
PRESENCIAL | 2º SEMESTRE 2021
ARTE URBANA, GRAFFITI, STENCIL, POCHOIR, PLANTILLA, FOTOGRAFIA AMPLIADA, GRAVURA AMPLIADA

MATRÍCULA
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SOBRE
A produção de imagens que se utiliza da técnica do stencil marca presença nos muros e fachadas das cidades. Por sua natureza de reprodução e dinamismo de execução, se tornou um veículo de expressão na voz das ruas. A apropriação e manipulação da imagem fotográfica, acentuada pelo uso das novas tecnologias amplia esse discurso carregado de um forte cunho crítico e ao mesmo tempo poético na relação da cidade e seus habitantes. O curso propõe uma imersão nessa linguagem e suas possibilidades de desdobramentos. Faremos uma síntese da prática na produção da imagem, desde o processo fotográfico até a pintura final. Além disso, serão apresentados os processos de criação, edição, corte das matrizes, impressão e as circunstâncias de produção dos trabalhos que venham a ser pensados para o ambiente urbano.

CONTEÚDO
Introdução teórica, origens e desenvolvimento da linguagem do stencil ao longo do tempo, movimentos urbanos, manifestações políticas e a cultura hip hop; Suporte fotográfico para a produção das imagens; Impressão e corte das matrizes e impressão/pintura das imagens; Stencil em pequenos formatos; Stencil em médio formato; Produção de um painel coletivo para inserção no espaço público

CRONOGRAMA
Apresentação:
– Breve introdução e apresentação mútua entre alunos e professores e sobre a natureza do trabalho que desenvolvem.
– Histórico do stencil: correlações com a gravura; contexto histórico com enfoque nos movimentos pop art e street art; histórico do trabalho desenvolvido por nossos grupos e coletivos; produção de artistas latinos americanos, entre outros; contextualização com exemplos de trabalhos realizados nas oficinas e produção dos professores.
– Disponibilização de uma biblioteca de documentos e links com as imagens da apresentação, vídeos, filmes, documentários, que apresentem história, possibilidades e contexto do stencil e do graffiti.
Edição
– Aulas com apresentação da plataforma de edição photoshop, suas ferramentas e tutorial de criação e edição das matrizes de stencil. Início com edição de uma camada e numa progressão para mais camadas.
– Aulas de acompanhamento na edição das imagens.
Corte
– Aulas sobre metodologia do corte das matrizes e acompanhamento dos cortes.
– Primeiras experiências de uso das matrizes na prensa de gravura com uso das tintas de impressão e segundo as especificidades desse meio.
Pintura
– Organização dos materiais e do espaço de uso para pintura spray.
– Instruções quanto ao manuseio e cuidado com o spray.

DINÂMICA
Aula expositiva
Exercícios semanais com acompanhamento coletivo em aula
Compartilhamento de referências semanais com debates coletivos em aula
Acompanhamentos individuais com debates coletivos em aula

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em conhecer e/ou pesquisar o tema
Indicado para pessoas interessadas em desenvolver processos artísticos e para pessoas com processos artísticos em andamento
Necessário ter conhecimento básico de photoshop, ferramenta a ser bastante utilizada

QUANDO
02 de agosto a 22 de novembro. Segundas, de 15h às 18h

VALOR
R$ 1.520,00 ou 4x de R$ 380,00

REFERÊNCIAS
BANKSY. Guerra e spray / Banksy; traduzido por Rogério Durst. – Rio de Janeiro: Intrínseca, 2012.
BANKSY, Wall and Piece, London: The Randon House Group Limited, 2005.
Beleza Roubada. Direção de Bernardo Bertolucci, 1996.
HUNTER, Garry. Arte de rua ao redor do mundo; traduzido por Renata Brabo, São Paulo: Madras, 2013.
MORIYAMA, Victor e LOPEZ, Felipe. ESTÉTICA MARGINAL VOLUME #02. Editora Zupi, 2012. MANCO, Tristan.
Graffiti Brasil. Thamesand Hudson, 2005.
MANCO, Tristan. Stencil Graffiti. Thamesand Hudson, 2002.
MANCO, Tristan. The Stencil Graffiti Handbook. Thamesand Hudson, 2020.
MASSALA, Gustavo. Pichação não é pixação: Uma introdução à análise de expressões gráficas urbanas. Altamira Editorial, 2010.
NADOR, Mônica – Folder RioLoco – Ano do Brasil na França, 2005.
RINIK, Anita. Graffiti: Intervenção Urbana e Arte. Editora Appris, 2013.
Documentários:
Graffiti Wars, 2011, 47 minutos, diretor Jane Preston. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=bPanruXr_bg&t=24s
Style Wars, 1983, 1h 51 minutos, diretor Tony Silver. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=wuRr4n1ZTRM
PIXO, 2009, 61 minutos, diretores Roberto T. Oliveira, João Wainer. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=skGyFowTzew
Cidade Cinza, 2013, 1h 25 minutos, diretores Guilherme Valiengo, Marcelo Mesquita
Livros, Blogs e sites de conteúdo:
https://archive.org/details/Stencil.Graffiti..Tristan.Manco/page/n15/mode/2up
https://www.instagram.com/only_stencil_archive/

Author


https://www.instagram.com/tristan_manco/
RECURSOS NECESSÁRIOS
Estilete ou estilete de precisão
Lâminas
Fita crepe
Folhas A3 140gm para confecção das matrizes
Folhas de gramatura maior que 180gm para impressão final e/ou outros suportes (tela, tecido, madeira, etc)
Tinta spray para trabalho artístico de cores diversas (sugestões de marca: NOU COLORS, ART CANS, FLAME, PARIS 68, COLORGIN, entre outras. Buscar por lojas de graffiti).

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados. A política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

ANA CLARA LEMOS
Estuda Gravura na Faculdade de Belas Artes UFRJ. É atualmente, professora da disciplina Stencil em base fotográfica – Da gravura a arte pública na Escola Artes Visuais EAV Parque Lage junto do artista Julio Castro; Estuda pintura à óleo no Atelier de Pintura Realista com o mestre Renato Ferrari, onde também é assistente; Em 2017 cursou um período de intercâmbio na Universidade Beira Interior em Covilhã Portugal pelo programa de Mobilidade Acadêmica da Universidade Federal Fluminense quando ainda cursava Arquitetura e Urbanismo; Em 2018 realiza o painel Olímpia em Santa Teresa, como conclusão das aulas deste ano do curso Stencil em base fotográfica, quando ainda era monitora; Em 2019 realiza a intervenção “Memória Herzog” no Projeto Vitrine Efêmera do Estúdio Dezenove, junto com o artista Pedro Ivo executa o painel em stencil “Tempos de Violência” na fachada da Cine Galeria, Largo do Guimarães, Santa Teresa; concluiu o painel “O Voo de Lady Lene” com a turma de 2019 de Stencil em base fotográfica na Rua do Oriente, Santa Teresa; participou da exposição Orientações Pintura e Gravura Contemporânea da Escola de Belas Artes no Centro Cultural dos Correios com litogravuras e xilogravuras; e mais recentemente executou o painel “Hayrton” com a turma de férias do curso de Stencil em base fotográfica.

JÚLIO CASTRO
Formado em gravura pela UFRJ com passagem pela Escola de Artes Visuais do Parque Lage e UFRGS em Porto Alegre, dedica-se à produção artística desde os anos noventa. Participou das mostras coletivas A Paixão do Olhar MAM/RJ; Republicar Museu da República-RJ (1993); da XV ESTAMPA – Salão Internacional de Gravura e Edições de Arte Contemporânea em Madrid (2007); Plaisir d’Offrir#2 – Galeria Dagmar De Pooter / Antuérpia, Bélgica (2009); RioXCórdoba, Museo Emílio Caraffa, Argentina (2011), entre outras. Individualmente expôs no Rio de Janeiro, Pelotas, Porto Alegre, em Lisboa no Centro Português de Serigrafia (2007) e em Bruxelas no ARS117 (2009), espaços em que também fez residência artística como artista convidado. Foi membro do Conselho Curador do Espaço Cultural de FURNAS, RJ (2007), idealizador e coordenador do projeto Arte de Portas Abertas (1997/2007), do Prêmio Interferências Urbanas (2000/2002) e Jovens Aprendizes (2001/2002). Coordena o Estúdio Dezenove, espaço dedicado à arte contemporânea localizado em Santa Teresa no Rio de Janeiro e onde atualmente conduz o Núcleo Magliani – Centro de referência da obra pintora gaúcha Maria Lídia Magliani (Pelotas,1946- Rio de Janeiro, 2012) e o projeto Vitrine Efêmera (1998/2019), que convida artistas para intervenções site specific na vitrine do Estúdio Dezenove.



OFICINA DE TRANSFORMAÇÃO DE MATERIAIS 
TURMA 1 & 2 | MARCOS DUARTE
NÚCLEO DE VOLUME E ESPAÇO
PRESENCIAL | 2º SEMESTRE 2021
ARTE CONTEMPORÂNEA, ESCULTURA, OBJETO, INSTALAÇÃO, ESPAÇO, 3D

MATRÍCULA
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SOBRE
A oficina será desenvolvida como atividade contínua da Oficina 3D, concebida como um lugar de experimentação e execução de projetos escultóricos, objetos e exercícios tridimensionais. O propósito é promover o acolhimento conceitual e físico do aluno no desenvolvimento de projetos, através do acompanhamento individual e de discussões sobre a melhor forma de conceber/projetar/executar o trabalho – e a partir de quais materiais e técnicas de intervenção e transformação. As atividades serão desenvolvidas buscando o aprimoramento das práticas de uso da oficina, observando normas de segurança, tais como uso de equipamentos de proteção individual, o conhecimento do maquinário e das ferramentas.

CONTEÚDO
As intervenções tridimensionais e a percepção do processo de interferência no espaço; possibilidades e usos de diferentes materiais, objetos e maquinário no processo de transformação da forma e sua permanência/impermanência no espaço; os modos de trabalho e o aprimoramento de técnicas para intervenção e construção de objetos (esculturas, construção, assemblage); o lidar com as especificidades das diferentes matérias; as normas de segurança, equipamentos de segurança, manutenção básica no uso de equipamentos e maquinários, comportamento e disciplina em oficina de trabalho. O curso propicia um espaço de trabalho contínuo, assim como meios e elementos para reflexões voltadas para o processo desenvolvido por cada aluno. A ênfase recai sobre a prática das experimentações e o aprimoramento do seu desempenho na operação de maquinários necessários à execução do seu projeto. As atividades são conduzidas a partir da experiência prática individual, lugar híbrido de ação/reflexão, onde emergem questões e enfrentamentos a partir das especificidades de cada material. O processo de  envolvimento material e a qualidade dessa intervenção trazem consigo  significações e sentidos.  A oficina contemporânea abriga a ‘mão inteligente’ e a sociabilidade compartilhada do lidar com as alternativas do interferir e transformar enquadramentos mais ou menos rígidos de espaço-tempo. Novas percepções guiam o desejo de interferir no espaço, e os encontros com materiais resgatam inúmeras possibilidades de sentir, produzir movimento e mudança. O “tocar com as mãos”, a fissura entre o pensar e o fazer, a extensão da consciência sobre o objeto e sua materialização, são tópicos de escuta e  diálogo acerca do campo dos fazeres e das integrações híbridas com ferramentas, maquinários e ideias.

DINÂMICA
Acompanhamentos individuais com debates coletivos em aula

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em conhecer e/ou pesquisar o tema; Indicado para pessoas interessadas em desenvolver processos artísticos e para pessoas com processos artísticos em andamento; Não exige conhecimentos prévios.

QUANDO
Turma 1: 03 de agosto a 23 de novembro. Terças, de 14h às 17h
Turma 2: 04 de agosto a 24 de novembro. Quartas, 14h às 17h

VALOR
R$ 1.520,00 ou 4x de R$ 380,00

REFERÊNCIAS
SERRA, Richard. Escritos e entrevistas (1967-2013). SP: IMS, 2014.
DUARTE, Paulo Sérgio. Do experimental à dispersão imperativa. In: DUARTE, Paulo Sérgio. Arte Brasileira Contemporânea – um prelúdio. OPUS, s/d.
FRIEDMAN, Terry & GOLDSWORTHY, Andy. Hand to Heart: Andy Goldsworthy Sculpture. England: The Henry Moore Centre for the Study of Sculpture, 1990.

RECURSOS NECESSÁRIOS
Nenhum

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados. A política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

MARCOS DUARTE
Iniciou seus estudos em arte contemporânea em 2009, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, sob orientação do Prof. João Carlos Goldberg. Suas obras integram o acervo do Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC-Niterói), João Satamini e Hélio Porto Carrero, dentre outros colecionadores. Realizou exposição individual no Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC-Niterói) em 2014, apresentou trabalhos na SP Arte em 2017, e na ARTRIO em 2015, 2016 e 2017, onde expôs trabalhos ao ar livre. Atualmente, Marcos Duarte é representado no Rio de Janeiro pela C Galeria (http://www.cgaleria.com/artista/marcos-duarte/). Desde março de 2013, é assistente de ensino do Prof. João Carlos Goldberg e, a partir de 2015, assumiu a coordenação da Oficina 3D. Andy Goldsworthy, Giuseppe Penone, Constantin Brancusi, Franz Krajcberg e Richard Long, que compartilham e percorrem territórios de criação onde prevalece a potência emanada da natureza, são artistas que o influenciam. As questões que coloca, seja através de sua narrativa escultórica, seja na forma como vincula o criar e o conservar nessa ‘esfera-mundo da cultura-natureza’, como descreveu Guilherme Vergara (2014), fluem em um diálogo aberto, global e transparente. Portfólio: www.mardua1967.wixsite.com/portfolio.



FOTOGRAFIA E IMAGENS TÉCNICAS – DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS 

TURMA 1 & 2 | DENISE CATHILINA
NÚCLEO DE OFICINAS GRÁFICAS E FOTOGRÁFICAS

ONLINE | 2º SEMESTRE 2021
FOTOGRAFIA,  ARTE-MÍDIA, VÍDEO ARTE, INSTALAÇÃO, WEB ARTE, TEORIA DOS DISPOSITIVOS

MATRÍCULA
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SOBRE
O curso tem como objetivo fornecer subsídios, orientação teórica e crítica para que os participantes possam desenvolver seus projetos em fotografia e em imagem técnica. Nesse semestre, as questões relacionadas ao ambiente virtual e projetos realizados ao ar livre estarão em foco. Os temas abordados durante o curso serão: fotografias híbridas, fotografia e performance, arte-rua, instalações, a imagem em movimento, o high tech e low tech. Serão discutidas estratégias recorrentes na produção de arte contemporânea relacionadas aos trabalhos desenvolvidos ao longo do curso, de modo a criar embasamento teórico para aprofundar as questões. O curso é destinado a pessoas que tenham interesse em arte e tecnologia, que tenham familiaridade com o processo fotográfico e com as suas interações digitais e que possuam conhecimentos básicos de história da arte moderna e contemporânea.

CONTEÚDO
Orientação individual do projeto de cada aluno; Aulas teóricas onde os textos da bibliografia serão debatidos; Aulas públicas nas quais os trabalhos serão exibidos; Bibliografia complementar individualizada; Desenvolvimento e realização de um trabalho ao longo do semestre.

DINÂMICA
Aula expositiva em videoconferência; Exercícios semanais com acompanhamento coletivo em aula; Compartilhamento de referências semanais com debates coletivos em aula; Acompanhamentos individuais com debates coletivos em aula.

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em conhecer e/ou pesquisar o tema; Indicado para pessoas interessadas em desenvolver processos artísticos e para pessoas com processos artísticos em andamento.

QUANDO
03 de agosto a 23 de novembro

Turma 1: Terças, de 10h às 13h
Turma 2: Terças, de 19h às 22h

VALOR
R$ 1.520,00 ou 4x de R$ 380,00

REFERÊNCIAS
D’AVOSSA, Antônio; RAPPMANN, Rainer; FARKAS, Solange; VOLKER, Harlan; MARCOVICZ, Digne M. JOSEPH BEUYS- A revolução somos nós. São Paulo. Edições SESC SP | Associação Cultural Videobrasil,2010
COTTON, Charlotte. A Fotografia como arte Contemporânea. São Paulo; Editora Martins Fontes ,2010.
RUSH, Michael. Novas Mídias na Arte Contemporânea. São Paulo; Editora Martins Fontes ,2013.
PARENTE, André (org.). Imagem-Máquina. São Paulo; Editora 34. 1996

DENISE CATHILINA
Artista Visual, fotógrafa, professora de artes, eventualmente curadora, e ex-atriz. Vive e trabalha no Rio de Janeiro. Tem como interesse de pesquisa a fotografia híbrida, imagem técnica, e os cruzamentos entre a alta e a baixa tecnologia. Com participação em diversas exposições em instituições no Brasil e no exterior (Paço Imperial, Museu de Arte Moderna, Casa França Brasil, Centro de Artes Hélio Oiticica, Oi Futuro Rio de Janeiro, Museu de Arte Contemporânea de Rosário (Argentina) e Galeria Gedok (Munique). Em 1996, inicia sua trajetória como professora da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Como curadora, já produziu cerca de 30 exposições de jovens artistas e realizou a curadoria das duas últimas exposições da artista e arte-educadora Regina Alvarez.

 



COR E FORMA 2 – APROFUNDANDO QUESTÕES PICTÓRICAS BERNARDO MAGINA 
ONLINE | 2º SEMESTRE 2021
PINTURA, TEORIA DA COR

MATRÍCULA
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SOBRE
O Cor e forma 2 é um curso com aulas prático-teóricas de pintura onde se discute essencialmente o pensamento plástico e as questões pictóricas que se desdobram dele. Tem como objetivo propor reflexões sobre o processo artístico a partir de apresentações e exercícios específicos. Foi concebido como uma continuação do Cor e Forma 1, mas é aberto para pintores de nível intermediário/avançado.

CONTEÚDO
Enquanto na primeira versão do curso são apresentados princípios de cor e forma, nesta versão, retomaremos alguns destes conceitos, aprofundando-os. Também veremos conceitos como: harmonias simultâneas, predominâncias cromáticas, maior controle rítmico, relação das linhas com o espaço, ver mais trabalhos de artistas coloristas, transparências, passagens e outras questões prático-teóricas. A partir de questões e exemplos, a turma fará exercícios que serão a base da discussão que encerra cada aula.

DINÂMICA
Aula expositiva em videoconferência; Exercícios semanais com acompanhamento coletivo em aula.

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em desenvolver processos artísticos e para pessoas com processos artísticos em andamento; Indicado para quem já tem alguma experiência com pintura e busca um aprofundamento em questões do pensamento plástico e do processo

QUANDO
03 de agosto a 23 de novembro. Terças, de 15h15 às 17h30

VALOR
R$ 1.400,00 ou 4x de R$ 350,00

REFERÊNCIAS
CRUZ, José Maria Dias da. Cromatismo Cezanneano. Florianópolis: Ed. Autor, 2010.
CRUZ, José Maria Dias da. Da cor ao cinza: rompimentos, revelações e passagens. Rio de Janeiro: Taba Cultural, 2001.
DIEBENKORN, Richard. “10 notes to myself on beginning a painting”. Disponível em: https://www.royalacademy.org.uk/article/diebenkorn-ten-rules. Acesso em: 03 abr. 2016.
DORAN, Michael (Ed). Sobre Cézanne: conversaciones y testimonios. Barcelona: Gustavo Gili, 1980.
DUCHAMP, Marcel. Le Processus Créatif. In: Duchamp du signe. Paris: Flammarion, 1994. p. 187-189.
FERREIRA, Glória; COTRIM, Cecília (Org.). Clement Greenberg e o debate crítico. Rio de Janeiro: Zahar, 1997.
FERREIRA, Glória; COTRIM, Cecília. Escritos de artistas: anos 60/70. Rio de Janeiro: Zahar, 2006.
KANDINSKY, Wassily. Ponto e Linha sobre Plano. Lisboa. 12ª edição. Edições 70. 1992.
KANDINSKY, Wassily. Do espiritual na arte. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
KLEE, Paul. Sobre a arte moderna e outros ensaios. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.
SYLVESTER, David. Entrevistas com Francis Bacon, a brutalidade dos fatos. São Paulo: Cosac Naify, 1995

RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet
Computador ou celular com câmera
Lápis HB ou 2B
Borracha
Nanquim – 0.4 / 0.7mm
Pilot ou marcador, ponta maior ou igual a 1.0mm
Régua
Bloco de papel para desenho (gramatura inferior ou igual a 200)
Pincel chato escolar; tamanhos 4, 12 e 20
Pincel de ponta pequeno
Tintas guache nas cores: branco, preto, amarelo, azul, verde bandeira, magenta e vermelho
Bloco de papel para pintura (gramatura superior a 200)
Caixa de Pastel Oleoso (pelo menos 24 cores)

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados; a política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

BERNARDO MAGINA
Artista e eventualmente curador. Nasceu em 1989, no Rio de Janeiro, onde vive. Mestre em Arte e Cultura Contemporânea pelo PPGARTES/ UERJ e graduado em Comunicação Social – Publicidade pela ECO/UFRJ. É professor dos cursos Pintura Além do Quadro, Cor e Forma, Dinâmica das Cores e Pintura Brasileira: lado B (este último em dupla com Clarissa Diniz) na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Foi assistente de ateliê de Orlando Mollica e, posteriormente, lecionou junto ao mestre no curso de Desenho Contemporâneo na mesma escola onde foi aluno de Evany Cardoso, Gianguido Bonfanti, Suzana Queiroga, João Goldberg, Marcelo Campos e foi monitor nos workshops de cor de José Maria Dias da Cruz. Trabalha com Desenho e Pintura e com suas possibilidades no campo expandido. Fundador e sócio do Studio Travellero onde se dedica a pinturas murais nas ruas e outros diálogos entre as cores e a arquitetura desde 2015.

 



PINTURA BRASILEIRA: LADO B 

BERNARDO MAGINA E CLARISSA DINIZ
NÚCLEO DE ESTUDOS CRÍTICOS E CURATORIAIS
ONLINE
2º SEMESTRE 2021
HISTÓRIA DA ARTE, ARTE BRASILEIRA, ARTE MODERNA, ARTE CONTEMPORÂNEA, PINTURA, ARTE POPULAR

MATRÍCULA
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SOBRE
O curso aborda perspectivas não-hegemônicas em torno da pintura produzida no Brasil. A partir da análise de obras de artistas – aqui apelidados de “lado B” – que não figuram na historiografia canônica da assim chamada “arte brasileira”, propõe-se percorrer leituras alternativas a problemáticas estéticas, sociais, políticas e identitárias que compõem as suas narrativas.

CONTEÚDO
A partir de questões fundamentais (como cor, matéria, paisagem), serão criticamente aproximadas obras de artistas diversos cujas investigações têm, como centro, a pintura. A fricção entre práticas e perspectivas estética, social, política e identitariamente distintas intenciona expandir as leituras da “pintura brasileira”, dedicando-se a analisar artistas historicamente pertencentes ao “lado B” de seus discursos e narrativas hegemônicas.  Assim, as reflexões suscitadas no curso se darão, majoritariamente, em torno de obras que têm sido interpretadas como “secundárias” em comparação aos “cânones da arte brasileira”, estando por vezes circunscritas a categorias como “art naif” ou “arte popular”.
O curso será estruturado em blocos dedicados a questões fundamentais da pintura, a partir das quais serão discutidos artistas e obras tanto do cânone, quanto do lado B da arte produzida no Brasil. Ao término de cada bloco, um artista será convidado a discutir sua própria obra em diálogo com as reflexões elaboradas ao longo de cada etapa do curso.
As aulas terão formato teórico, apresentadas a partir de imagens, vídeos, textos, e em interação com os alunos.

CRONOGRAMA
Curso quinzenal a ser realizado nas seguintes datas:
3 de agosto; 17 de agosto; 31 de agosto; 14 de setembro; 28 de setembro; 26 de outubro; 9 de novembro; 23 de novembro

DINÂMICA
Aula expositiva em videoconferência

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em conhecer e/ou pesquisar o tema
Não exige conhecimentos prévios

QUANDO
03 de agosto a 23 de novembro. Quinzenalmente às terças, de 19h às 21h30

VALOR
R$ 800,00 ou 4x de R$ 200,00

REFERÊNCIAS
ANDRADE, Mário de. Aspectos das artes plásticas no Brasil. São Paulo: Livraria Martins Editora, 1965.
AVOLESE, Claudia Mattos; MENESES, Patrícia D. (org). Arte não europeia: conexões historiográficas a partir do Brasil.
São Paulo: Estação Liberdade, Vasto, 2020.
BARCINSKI, Fabiana Werneck (org). Sobre a arte brasileira. São Paulo: edições Sesc, WMF Martins Fontes, 2014.
BARDI, P. M. O modernismo no Brasil. São Paulo: Banco Sudameris Brasil, 1982.
Bienal Naifs do Brasil (catálogos de edições diversas). Sesc São Paulo e Sesc Piracicaba.
CARTAXO, Zalinda Elisa Carneiro. Estrutura. PORTO ARTE: Revista de Artes Visuais, Porto Alegre, RS, v. 23, n. 39, ago. 2018. ISSN 2179-8001. Disponível em: <https://seer.ufrgs.br/PortoArte/article/view/77807>. Acesso em: 22 nov. 2020. doi:https://doi.org/10.22456/2179-8001.77807.
CRUZ, José Maria Dias da. Da Cor ao Cinza. Rompimentos, revelações e passagens. Rio de Janeiro: Taba Cultural, 2001.
CRUZ, José Maria Dias da. Cromatismo Cezanneano. Florianópolis. Ed. Autor, 2010.
DA VINCI, L., (1993) Tratado de Pintura, 2º ed., Madrid, Ed., Akal, (trad. Angel González García).
DINIZ, Clarissa; HEITOR, Gleyce Kelly (org). Gilberto Freyre. Coleção Pensamento Crítico. Rio de Janeiro: Funarte, 2010.
DINIZ, Clarissa; HERKENHOFF, Paulo. Zona tórrida – certa pintura do Nordeste. Recife: Santander Cultural, 2012.
DINIZ, Clarissa. Pernambuco Experimental. Rio de Janeiro: Instituto Odeon, 2014.
DORAN, MICHAEL (ed). Sobre Cézanne. Conversaciones y testimonios. Barcelona: Gustavo Gili, 1980.
FERREIRA, Gloria e COTRIM, Cecilia. Escritos de artistas: anos 60/70. Rio de Janeiro: Zahar, 2006.
LAGROU, Els. Arte indígena no Brasil: agência, alteridade e relação. Belo Horizonte: C/Arte, 2009.
HERKENHOFF, Paulo (org). Pororoca: a Amazônia no MAR. Rio de Janeiro: Circuito, 2014.
HERKENHOFF, Paulo. Laços do olhar: roteiros entre o Brasil e o Japão. São Paulo: Instituto Tomie Ohtake, 2009.
HERKENHOFF, Paulo. Pincelada: pintura e método. Projeções da década de 50. São Paulo: Instituto Tomie Ohtake, 2006.
LEITE, José Roberto Teixeira. Pintores negros do Oitocentos. Ed. Emanoel Araújo. São Paulo: MWM motores diesel ltda, 1988.
MANESCHY, Orlando (org). Amazônia, lugar de experiência. Belém: Ed. UFPA, 2013.
OURIQUES, Evandro Vieira. As artes Visuais na Amazônia: reflexões sobre uma visualidade regional. Rio de Janeiro: Funarte, 1985.
PEDROSA, Adriano; TOLEDO, Tomás (org). A mão do povo brasileiro, 1969/2016. São Paulo: MASP, 2016.
RISÉRIO, Antônio. Avant-garde na Bahia. São Paulo: Instituto Lina Bo e P.M. Bardi, 1995.
SYLVESTER, David. Entrevistas com Francis Bacon, a brutalidade dos fatos. São Paulo: Cosac Naify, 1995.
TIRAPELI, Percival (org). Arte Sacra Colonial: barroco memória viva. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, Editora UNESP, 2001.
ZANINI, Walter (org). História geral da arte no Brasil. São Paulo: Instituto Walther Moreira Salles, 1983.

RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet
Computador ou celular com câmera

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados; A política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

BERNARDO MAGINA
Artista e eventualmente curador. Nasceu em 1989, no Rio de Janeiro, onde vive. Mestre em Arte e Cultura Contemporânea pelo PPGARTES/ UERJ e graduado em Comunicação Social – Publicidade pela ECO/UFRJ. É professor dos cursos Pintura Além do Quadro, Cor e Forma, Dinâmica das Cores e Pintura Brasileira: lado B (este último em dupla com Clarissa Diniz) na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Foi assistente de ateliê de Orlando Mollica e, posteriormente, lecionou junto ao mestre no curso de Desenho Contemporâneo na mesma escola onde foi aluno de Evany Cardoso, Gianguido Bonfanti, Suzana Queiroga, João Goldberg, Marcelo Campos e foi monitor nos workshops de cor de José Maria Dias da Cruz. Trabalha com Desenho e Pintura e com suas possibilidades no campo expandido. Fundador e sócio do Studio Travellero onde se dedica a pinturas murais nas ruas e outros diálogos entre as cores e a arquitetura desde 2015.

CLARISSA DINIZ
Curadora, escritora e professora em arte. Mestre em história da arte pela UERJ e doutoranda em antropologia pela UFRJ, foi editora da revista Tatuí (revistatatui.com.br). Além de alguns livros publicados, tem textos incluídos revistas e coletâneas sobre arte e crítica de arte, a exemplo de Criação e Crítica – Seminários Internacionais Museu da Vale (2009); Artes Visuais – coleção ensaios brasileiros contemporâneos (Funarte, 2017); Arte, censura, liberdade (Cobogó, 2018); Amérique Latine: arts et combats (Artpress, março 2020). Desenvolve curadorias desde 2008 e, entre 2013 e 2018, atuou no Museu de Arte do Rio – MAR, onde realizou projetos como Pernambuco Experimental (2014), Dja Guata Porã – Rio de Janeiro Indígena (cocuradoria Sandra Benites, Pablo Lafuente e José Ribamar Bessa, 2017) e O Rio do Samba: resistência e reinvenção (cocuradoria Evandro Salles, Marcelo Campos e Nei Lopes, 2018) Em 2019, organizou a mostra À Nordeste (cocuradoria Bitu Cassundé e Marcelo Campos. Sesc 24 de Maio, São Paulo) e integrou o Curso de Formação e Deformação da EAV, processo anticoncluído com a exposição Estopim e Segredo.



LABORATÓRIO DE PESQUISA E PRÁTICA DE ESCRITA EM ARTE 

FERNANDA LOPES
NÚCLEO DE ESTUDOS CRÍTICOS E CURATORIAIS
ONLINE | 2º SEMESTRE 2021
CRÍTICA DE ARTE, ESCRITA, ARTE CONTEMPORÂNEA, EXPOSIÇÃO

MATRÍCULA
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SOBRE
O uso da palavra, e como consequência a escrita, é historicamente um dos elementos-base da prática da crítica de arte. Hoje, essa prática se tornou mais ampla e mais complexa e, como consequência, o papel e a diversidade de textos produzidos também acabaram ganhando nova dimensão. Em uma exposição existem, frequentemente, textos de parede (institucional, curatorial e auxiliares), folder, catálogo, e as legendas das obras. Há ainda todo conteúdo gerado para diferentes plataformas na internet (não só no caso de exposições, mas também fundações gestoras da produção de artistas e instituições públicas ou privadas), material de divulgação para imprensa e a produção de textos críticos a partir de uma programação cultural para veículos impressos e digitais. Cada um desses textos corresponde a diferentes propósitos e públicos.
Tendo essa variedade em vista, este curso pretende discutir cada um desses formatos, considerando o contexto em que cada um deles é veiculado e os públicos-alvo aos quais eles se destinam. Essas discussões vão se dar coletivamente e não só de maneira teórica (compartilhando referências de diferentes autores), mas também estimulando a prática da escrita, tendo como principal caminho a produção e leitura comentada desses diferentes textos pelos próprios alunos.

CONTEÚDO
Crítica de arte e a palavra | introdução
Nesta aula, será apresentada uma introdução sobre a formação e a prática da crítica de arte ao longo da história da arte, considerando especialmente momentos onde essa prática passou por mudanças e questionamentos. Também será discutida a crítica de arte atualmente, sua relação com a produção escrita, além das funções e tipologias de textos utilizados hoje.
Exercício 1 – Texto curatorial para exposição
No primeiro exercício serão estudados os diferentes textos curatoriais em uma exposição, especificando suas funções e características principais. A discussão terá como estudos de caso exemplos de diferentes autorias ao longo da história, e a leitura dos textos produzidos pelos alunos.
Exercício 2 – Textos auxiliares e legendas para exposição
O segundo exercício dará destaque para a utilização de textos auxiliares e formatação de legendas em uma exposição. A discussão terá como estudos de caso exemplos de diferentes autorias ao longo da história, e a leitura dos textos produzidos pelos alunos.
Exercício 3 – Texto folder e catálogo
Neste exercício será trabalhado a estruturação de textos para folder e catálogo de exposição considerando aprofundamentos e desdobramentos possíveis em diálogo com as exposições aos quais se referem. A discussão terá como estudos de caso exemplos de diferentes autorias ao longo da história, e a leitura dos textos produzidos pelos alunos.
Exercício 4 – Release para imprensa
Para o quarto exercício serão vistas as principais características de um release para imprensa, utilizado na divulgação de exposições e outros eventos em uma instituição cultural. A discussão terá como estudos de caso exemplos de diferentes autorias ao longo da história, e a leitura dos textos produzidos pelos alunos.
Exercício 5 – Crítica de exposição
O último exercício vai tratar da produção de um texto crítico, em análise ou a partir de uma exposição ou outro evento em uma instituição cultural. A discussão terá como estudos de caso exemplos de diferentes autorias ao longo da história, e a leitura dos textos produzidos pelos alunos.

DINÂMICA
Aula expositiva em videoconferência
Exercícios semanais com acompanhamento coletivo em aula

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em conhecer e/ou pesquisar o tema
Indicado para pessoas interessadas em desenvolver processos artísticos e para pessoas com processos artísticos em andamento
Não exige conhecimentos prévios

QUANDO
04 de agosto a 24 de novembro. Quartas, de 19 às 21h

VALOR
R$ 1.520,00 ou 4x de R$ 380,00

REFERÊNCIAS
ARGAN, Giulio Carlo. Arte e Crítica de Arte. Portugal: Estampa, 1995
FABRIS, Annateresa & GONÇALVES, Lisbeth Rebollo (org). Os lugares da crítica de arte. São Paulo: ABCA: Imprensa Oficial do Estado, 2005.
FERREIRA, Gloria (Org). Crítica de Arte no Brasil: Temáticas Contemporâneas. Rio de Janeiro: Funarte, 2006.
FERREIRA, Gloria & PESSOA, Fernando (org). Crítica e Criação – Seminários Internacionais Museu Vale do Rio Doce. Vila Velha: Associação Museu Ferroviário Vale do Rio Doce, 2006.
MARTINS, Maria Helena (org). Rumos da Crítica. São Paulo: Itaú Cultural, 2000.OSÓRIO, Luiz Camillo. Razões da Crítica. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005. (Coleção Arte +)
SALZSTEIN, Sonia. “Transformações na esfera da crítica”. In: Revista Ars 1. São Paulo: ECA- USP, 2003
VASARI, Giorgio. Vidas dos artistas. São Paulo: Martins Fontes, 2011. VENTURI, Lionello. História da Crítica de Arte. Lisboa: Edições 70, 2007.

RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet
Computador ou celular com câmera

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados; A política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

FERNANDA LOPES
Fernanda Lopes é crítica de arte e pesquisadora. Doutora em história e crítica de arte pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é professora da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Publicou os livros Francisco Bittencourt: Arte-Dinamite (2016), Área Experimental: Lugar, Espaço e Dimensão do Experimental na Arte Brasileira dos Anos 1970 (2012) e Éramos o time do Rei – A Experiência Rex (2006). Foi curadora assistente do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (2016-2020) e curadora associada em artes visuais do Centro Cultural São Paulo (2010-2012). Em 2017 recebeu, com Fernando Cocchiarale, prêmio da Associação Brasileira dos Críticos de Arte pela curadoria da exposição Em Polvorosa – Um panorama das coleções MAM-Rio (2016).



CONVERSAÇÕES SOBRE ESCRITOS DE ARTE 

FERNANDO COCCHIARALE E MARCOS BONISSON
NÚCLEO DE ESTUDOS CRÍTICOS E CURATORIAIS
ONLINE | 2º SEMESTRE 2021
HISTÓRIA DA ARTE, CRÍTICA DE ARTE, ARTE CONTEMPORÂNEA, ARTE MODERNA , TEORIAS DECOLONIAIS , ARTE POLÍTICA

MATRÍCULA
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SOBRE
O curso pretende promover a discussão de questões da arte atual, a partir dos múltiplos campos da invenção. Para pautar as conversações, serão escolhidos cerca de doze pequenos textos para uma leitura que antecede os debates. Entre os textos, há propostas de teóricos, artistas, curadores, entre outros.

CONTEÚDO
Os escritos selecionados abrangem diversas áreas e abordam, ou pelo menos tangenciam, assuntos interdisciplinares como: crítica e história da arte, produção artística, política, antropologia, mercado, instituições, galerias, transmídias, curadoria, etc. Textos que serão conversados por todos os participantes sob a orientação dos professores. As aulas são organizadas a partir dos escritos selecionados sobre arte.

DINÂMICA
Aula expositiva em videoconferência
Compartilhamento de referências semanais com debates coletivos em aula

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em conhecer e/ou pesquisar o tema
Não exige conhecimentos prévios

QUANDO
04 de agosto a 24 de novembro. Quartas, de 20h às 22h

VALOR
R$ 1.520,00 ou 4x de R$ 380,00

REFERÊNCIAS
AMARAL, Aracy. (org.). Projeto Construtivo Brasileiro na Arte: 1950-1962. Rio de Janeiro, Museu de Arte Moderna; São Paulo: Pinacoteca do Estado, 1977.
BELTING, Hans. O Fim da História da Arte. São Paulo: Cossac Naif, 2006.FERREIRA, Gloria, COTRIM, Cecília (orgs.).
Escritos de Artistas: anos 60/70. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editores, 2006.
SHINER, Larry. The Invention of Art. Chicago, EUA: Chicago Press, 2001.
THORTON, Sarah. Sete Dias no Mundo da Arte. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 2010.
ARTE & ENSAIOS. Revista do Programa de pós-graduação em Artes Visuais, PPGAV, UFRJ.
CONCINNITAS. Revista do Instituto de Artes da UERJ.
POIÉSIS. Revista do Programa de Pós-Graduação em Estudos Contemporâneos das Artes. PPGAC. UFF.

RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet
Computador ou celular com câmera

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados; A política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

FERNANDO COCCHIARALE
Fernando Cocchiarale é professor de Filosofia do Departamento de Filosofia da PUC-RJ (desde 1978) e da Escola de Artes Visuais do Parque Lage desde 1990. Autor de livros como Abstracionismo Geométrico e Informal: A Vanguarda Brasileira dos Anos 50 (com Anna Bella Geiger), Rio de Janeiro, MEC/ Funarte, 1987 e Quem Tem medo da Arte Contemporânea, Recife, Fundação Joaquim Nabuco, Editora Massangana, 2006, publicou cerca de 200 artigos, textos e resenhas em coletâneas, catálogos Jornais e revistas de arte do Brasil e do exterior (tais como o Jornal do Brasil, RJ; Módulo, RJ; Guia das Artes, SP; Galeria e ArtNexus, Colombia). Foi membro da Comissão Curadora do Projeto Rumos Visuais de 1999 a 2000; curador-coordenador do mesmo Projeto entre 2001 / 2002 e, de novembro de 2000 a agosto de 2007, curador do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Foi curador da Casa de Cultura Laura Alvim, no Rio de Janeiro (2011/2012) e curador das mostras de arte contemporânea do Santander Cultural, Recife (2011). É doutor em Tecnologias da Comunicação e Estética pela Escola de Comunicação da UFRJ (2012). Em 2016, reassumiu a curadoria do MAM do Rio de Janeiro.

MARCOS BONISSON
Marcos Bonisson é Artista e Mestre em Ciência da Arte (UFF). Atualmente, é Doutorando em Estudos Contemporâneos das Artes (UFF). Nasceu e trabalha na cidade do Rio de Janeiro. É graduado em Letras (UNESA) e pós-graduado em Arte e Cultura (UCAM). Estudou gravura, desenho, cinema e fotografia na EAV – Escola de Artes Visuais do Parque Lage (1977–1981), onde, é professor autônomo nos cursos livres de Introdução à Videoarte e Conversações sobre escritos de arte com o Curador Fernando Cocchiarale. Marcos Bonisson participou de três Bienais Internacionais: 27ª Bienal Internacional de São Paulo, 2006.  Segunda Edição da BienalSur, 2019 e da XXI Bienal Internacional de Arte de Cerveira, Portugal, 2020. Além de ter participado em diversas mostras coletivas de Arte no Brasil e no exterior. Os seus três últimos filmes em parceria com o vídeo-artista, Khalil Charif, já foram apresentados em mais de noventa festivais internacionais de cinema e ganharam doze diferentes prêmios na categoria de Melhor Curta Experimental. Marcos Bonisson publicou os livros: Arpoador (Editora Nau, 2011), Pulsar (Editora Binóculo, MAM, 2013) e ZIGZAG (Editora Bazar do Tempo, 2017). Suas mais recentes exposições individuais foram no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro em 2013, na Maison Européenne de la Photographie (MEP-Paris) em 2015, e na Galeria do Parque Lage em 2018, na condição de artista homenageado.


FOTOGRAFIA EXPANDIDA 
DENISE CATHILINA
NÚCLEO DE OFICINAS GRÁFICAS E FOTOGRÁFICAS
ONLINE | 2º SEMESTRE 2021
FOTOGRAFIA, ARTE CONTEMPORÂNEA, TRANSMÍDIA, FOTOGRAFIA EXPERIMENTAL

MATRÍCULA
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SOBRE

O curso prático e introdutório pretende discutir, a partir das ideias de Vilém Flusser, a fotografia para além das questões técnicas e estimular o desenvolvimento de uma linguagem pessoal. Além disso, propiciar a orientação e o aprofundamento do discurso e da prática relacionada às imagens.O curso Fotografia Expandida explora as as fronteiras da fotografia contemporânea e seus hibridismos. E, neste momento, não poderíamos ficar alheios às modificações trazidas pela virtualização, às novas maneiras de estar no mundo e de produzir arte.

CONTEÚDO
– A fotografia como expressão poética de conceitos. Reflexão teórica sobre os exercícios apresentados.
– Interferindo na máquina fotográfica. Experimentação crítica dos diversos dispositivos de produzir fotografias, analógicos, digitais, industriais e artesanais como a pin-hole e a câmera obscura.
– Interferindo na imagem fotográfica. Técnicas fotográficas históricas. Fotografia e as impressões gráficas. Colagem e matrizes construídas. Fotografia e a imagem em movimento. Edição digital.
– A fotografia híbrida. Foto-objeto. Foto-instalação. Fotografia e performance.
– Orientação para o desenvolvimento e finalização de um projeto ao final do curso.

DINÂMICA
Aula expositiva em videoconferência
Exercícios semanais com acompanhamento coletivo em aula
Compartilhamento de referências semanais com debates coletivos em aula
Acompanhamentos individuais com debates coletivos em aula

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em conhecer e/ou pesquisar o tema
Indicado para pessoas interessadas em desenvolver processos artísticos e para pessoas com processos artísticos em andamento
Não exige conhecimentos prévios

QUANDO
04 de agosto a 24 de novembro. Quartas, de 14h às 17h

VALOR
R$ 1.520,00 ou 4x de R$ 380,00

REFERÊNCIAS
WEBB, Jeremy. Creative Vision – Digital & Traditional Methods for Inspiring Innovative Photography. Switzerland, AVA Publishing .2005.
FLUSSER, Vilém – Filosofia da Caixa Preta: ensaios para uma futura filosofia da fotografia. Rio de Janeiro. Relume Dumará.2002.
MACHADO, Arlindo – A Ilusão Especular. São Paulo: Brasiliense.1984.
SANTAELLA, Lucia e NOTH, Winfried. Imagem Cognição e Mídia. São Paulo: Iluminuras, 2001.
SARAIVA, ALBERTO (org) -Denise Cathilina- Fotografia Expandida.Rio de Janeiro. EdUERJ.2020
Site:

Página Inicial (Home)

RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet
Computador ou celular com câmera
Câmera fotográfica de qualquer tipo

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados. A política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

DENISE CATHILINA
Artista Visual, fotógrafa, professora de artes, eventualmente curadora, e ex-atriz. Vive e trabalha no Rio de Janeiro. Tem como interesse de pesquisa a fotografia híbrida, imagem técnica, e os cruzamentos entre a alta e a baixa tecnologia. Com participação em diversas exposições em instituições no Brasil e no exterior (Paço Imperial, Museu de Arte Moderna, Casa França Brasil, Centro de Artes Hélio Oiticica, Oi Futuro Rio de Janeiro, Museu de Arte Contemporânea de Rosário (Argentina) e Galeria Gedok (Munique). Em 1996, inicia sua trajetória como professora da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Como curadora, já produziu cerca de 30 exposições de jovens artistas e realizou a curadoria das duas últimas exposições da artista e arte-educadora Regina Alvarez.


FIOS PARA LABIRINTOS 
MARIANA MANHÃES
NÚCLEO DE DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS/POÉTICAS
ONLINE | 2º SEMESTRE 2021
ARTE CONTEMPORÂNEA, PROCESSO CRIATIVO, DESENHO, PINTURA, ESCULTURA, INSTALAÇÃO, VÍDEO, MÍDIAS DIGITAIS, FOTOGRAFIA, IMAGINAÇÃO, MATÉRIA

MATRÍCULA
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SOBRE
Fios para Labirintos propõe o acompanhamento dos processos dos artistas do grupo. O título do curso faz referência ao processo de criação poética, seus labirintos e seus caminhos possíveis. Sabemos o quanto o trabalho solitário de ateliê pode ser angustiante, levando-nos muitas vezes a passagens sombrias e becos sem saída. Portanto, a intenção do curso é promover um espaço de convívio e troca de ideias, a fim de apontar uma luz no fim do túnel. Acreditamos que, ao compartilhar as tensões e dúvidas com outras pessoas, fios são desenrolados, caminhos são desvendados e atalhos são conhecidos e iluminados, atenuando assim as tensões e solidões indesejadas.

CONTEÚDO
Serão abordados os processos de cada participante, portanto o conteúdo é dinâmico e as aulas são construídas de maneira intuitiva e orgânica, ou seja, de acordo com o que cada artista e sua obra solicitam.
Alguns assuntos que já foram levantados por conta de obras apresentadas: vidas dos artistas, mudanças climáticas, Werner Herzog, portfólio, Antropoceno, Pós-Humanismo, literatura em geral, metamodernismo, vampiros, arquitetura, Goya, árvores, memória, Povos da Floresta, tempo, bordados, celtas, vida urbana, racismo, marginalização, imaginação, silêncio, Gaston Bachelard, a Floresta como forma de pensar, Trolls, etc.

DINÂMICA
Acompanhamentos individuais com debates coletivos em aula

PÚBLICO
Indicado para pessoas com processos artísticos em andamento

QUANDO
04 de agosto a 24 de novembro. Quartas, de 19h às 21h

VALOR
R$ 1.520,00 ou 4x de R$ 380,00

REFERÊNCIAS
AIRA, César. Um Acontecimento na Vida de um Pintor Viajante. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2006.
BACHELARD, Gaston. A Chama de uma Vela. Rio de Janeiro: Bertrand, 1989.
_________; A Poética do Devaneio. São Paulo: Martins Fontes, 2006.
_________; A Terra e os Devaneios da Vontade. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
_________; A Terra e os Devaneios do Repouso. São Paulo: Martins Fonte, 2003.
_________; A Poética do Espaço. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
_________; O Ar e os Sonhos. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
BALZAC, Honoré de. A Obra-Prima Ignorada. São Paulo: Iluminuras, 2012.
BAKER, J.A. The Peregrine. Nova Iorque: The New York Review of Books.
BORGES, Jorge Luis. O Aleph. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.
_________; O Livro de Areia. Rio de Janeiro: Globo, 2001.
HARAWAY, Donna J. Staying with the Trouble – making kin in the Chthulucene. Estados Unidos: Duke University Press, 2016.
HARRISON, Robert Pogue; Forests: The Shadow of Civilization. Chicago: University of Chicago Press, 1993.
HERTZBERG, Ludvig. Jim Jarmusch: Interviews. Estados Unidos: University Press of Mississipi, 2013.
ISAACSON, Walter. Leonardo da Vinci. São Paulo: Intrínseca, 2017.
JENNINGS, Patricia. Georgia O’Keffee’s Hawai’i. New York: Bess Press, 2011.
KAFKA, Franz. A Construção; in: Um Artista da Fome / A Construção. São Paulo: Companhia das Letras,1998.
KIEFER, Anselm. Notebooks, Volume 1, 1998-99. Londres: Seagull Books, 2015.
LIPPARD, Lucy R.; Overlay: Contemporary Art and the Art of Prehistory. Nova Iorque: New Press Editions, 1995.
LYNCH, David. Em Águas Profundas: criatividade e meditação. São Paulo: Gryphus Editora, 2015.
MARDER, Herbert; Virginia Woolf – A medida da vida. São Paulo: CosacNaify, 2011.
RILKE, Rainer Maria. Cartas a um Jovem Poeta. São Paulo: Globo, 2013.
SHEPHERD, Nan. The Living Mountain. Grã-Bretanha: Canongate Books, 2014.
SMITH, Patti. Só Garotos. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
TARKOVSKI, Andrei. Diários 1970-1986. São Paulo: É Realizações, 2012.
TAVARES, Braulio (Org.). Contos Fantásticos do Labirinto de Borges. São Paulo: Casa da Palavra, 2003.
TOMKINS, Calvin. A Vida dos Artistas. São Paulo: Bei, 2009.
TSING, Anna; Sawanson, Heather; Bubandt, Nils (Ed.). Arts of Living on a Damaged Planet. Minneapolis: University of Minnesota Press, 2017.
WILDE, Oscar. O Retrato de Dorian Gray. Lisboa: Relógio D’Água Editores, 1998.
FILMES:
Amantes Eternos. Direção de Jim Jarmusch, 2013.
Beleza Roubada. Direção de Bernardo Bertolucci, 1996.
Border. Direção de Ali Abbasi, 2018.
Caravaggio. Direção de Derek Jarman, 1985.
Cave of Forgotten Dreams. Direção de Werner Herzog, 2011.
Duna de Jodorowsky. Direção de Frank Pavich, 2013.
Frank. Direção de Lenny Abrahamson, 2014.
Goya. Direção de Carlos Saura, 1999.
La Belle Noiseuse. Direção de Jacques Rivette, 1991.
Mr. Turner. Direção de Mike Leigh, 2014.
O Fim da Turnê. Direção de James Ponsoldt, 2016.
O Piano. Direção de Jane Campion, 1993.
O Último Retrato. Direção de Stanley Tucci, 2018.
Orlando. Direção de Sally Potter, 1992.
Paterson. Direção de Jim Jarmusch, 2016.

RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet
Computador ou celular com câmera

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados. A política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

MARIANA MANHÃES
Artista que faz uso de diversos tipos de mídias, Mariana participou de exposições em instituições e galerias no Brasil, Alemanha, Estados Unidos, França, Inglaterra, China e Canadá. Realizou exposições individuais no CCBB-RJ, Paço Imperial (RJ), MAC Niterói (RJ) e, mais recentemente, na Central Galeria (SP). Recebeu diversos prêmios e bolsas de instituições como Funarte, Salão da Bahia (Prêmio Gilberto Chateaubriand), entre outros. Em 2006 e 2017 foi finalista do Prêmio CNI SESI Marcantônio Vilaça. Participou também de residências artísticas em The Mattress Factory Art Museum (EUA) e na Bienal de Vancouver (Canadá).
Site: www.marianamanhaes.com
Instagram: @_marianamanhaes


COLAGEM COMO FORMA DE PENSAMENTO 
TURMAS 1 & 2
PEDRO VARELA
NÚCLEO DE OFICINAS GRÁFICAS E FOTOGRÁFICAS
ONLINE | 2º SEMESTRE 2021
COLAGEM, ARTE CONTEMPORÂNEA

MATRÍCULA
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SOBRE
O curso apresenta a colagem como uma importante chave de compreensão na produção de imagens históricas e contemporâneas. Os alunos serão provocados a se aproximar desta linguagem em seus aspectos formais, técnicos e conceituais por meio de exercícios práticos semanais seguidos de acompanhamento crítico.

CONTEÚDO
O curso abordará a colagem de forma ampla, entendendo-a como um recurso ferramenta para lidar com a imagem e não apenas como mais um meio. O curso se desenvolverá através da prática de exercícios propostos pelo professor. Outra forma de participação ativa será a apresentação de trabalhos previamente produzidos pelos alunos do curso. Ao longo do curso, haverá um acompanhamento crítico dos trabalhos, tendo como objetivo o desenvolvimento de uma poética singular de cada participante.
Nossa dinâmica de aula é dividida em 3 partes: provocação, exercício e análise.
Provocação
Consiste na apresentação do professor de artistas que irão nortear os exercícios propostos. Importante afirmar que a ideia não é copiar, e sim buscar um ponto de partida no processo criativo individual de cada aluno.
Exercício
Exercícios práticos serão propostos a partir de imagens disponibilizadas pelo professor. A partir destes, o aluno começa a desenvolver uma prática que será acompanhada, visitada e trabalhada em conjunto com o professor. Referências e tópicos de estudo serão disponibilizados para toda turma.
Análise
Trocas entre turma e professor que se darão na plataforma digital disponibilizada para o curso. Os trabalhos serão apresentados e discutidos nos encontros. Além da plataforma digital para as aulas, será desenvolvido um Instagram no qual serão postados os trabalhos feitos por alunes.

DINÂMICA
Exercícios semanais com acompanhamento coletivo em aula; Acompanhamentos individuais com debates coletivos em aula

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em conhecer e/ou pesquisar o tema; Indicado para pessoas interessadas em desenvolver processos artísticos e para pessoas com processos artísticos em andamento; Não exige conhecimentos prévios

QUANDO
Turma 1: 04 de agosto a 24 de novembro. Quartas, de 18h às 20h
Turma 2: 05 de agosto a 25 de novembro. Quintas, de 18h às 20h

VALOR
R$ 1.520,00 ou 4x de R$ 380,00

REFERÊNCIAS
BENJAMIN, Walter. A Obra de Arte na Era de sua Reprodutibilidade Técnica. In: Magia e Técnica, Arte e Política. Ensaios Sobre Literatura e História da Cultura. Obras Escolhidas. Vol. 1. São Paulo, Brasiliense, 1994.
BELL, Julian. Uma Nova História da Arte. São Paulo: WMF Martins Fontes. 2008.
BUSCH, Dennis e KLANTEN, Robert. The Age of Collage, Gestalten, 2016
FLUSSER, Vilém. Filosofia da caixa preta: ensaios para uma futura filosofia da fotografia. Rio de Janeiro, RJ: Relume Dumará, 2002.
GOMBRICH, E. H. A história da arte. Rio de Janeiro: LTC Livros Técnicos e Científicos, 1995.

RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet; Computador ou celular com câmera; Tesoura; Estilete; Base para corte; Papéis e outros suportes; Recortes e outros materiais para colagem (bidimensionais e tridimensionais); Cola tipo cascorez ou colas específicas para colagem; Palitos ou pincéis para aplicar cola; Suporte para cola.

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados. A política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

PEDRO VARELA
Niterói, Brasil, 1981. Vive e trabalha em Petrópolis, Rio de Janeiro. O artista mistura referências literárias e da história da arte em pinturas e desenhos que remetem a um mundo tropical imaginário. Com um forte caráter de narrativas visuais, suas obras exploram a ideia do exótico frequentemente associada aos trópicos. Entre suas principais exposições destacam-se: “Trail with no end in sight”, Galeria Enrique Guerrero, Mexico, 2019; “Tender Constructions” (com Carolina Ponte) na Cité Des Arts Paris, 2017; “Pedro Varela”, Zipper Galeria, São Paulo, 2016; “O grande tufo de ervas (Com Mauro Piva)”, Galeria do Lago – Museu da república, Rio de Janeiro, 2015; “Crônicas tropicais”, MDM Gallery, Paris, 2015; “Tropical”, Galeria Enrique Guerrero, Mexico DF, 2014; “Dusk to dawn… Threads of infinity (com Carolina Ponte)”, Anima Gallery, Doha, Catar, 2014; “Pedro Varela”, Centre Culturel Jean-Cocteau, Les Lilas, 2014; “Pedro Varela”, Xippas, Montevideu, 2013; “Le Brésil Paysages”, Le Bon Marché Rive Gauche, Paris, 2013; “Tropical”, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 2012; “Paisagem Flutuante”, Centro cultural do Hospital Edmundo Vasconcelos, São Paulo; “Gigante por su propia naturaleza”, IVAN, Valencia, 2010.


A ARTE CURA 
NADAM GUERRA
NÚCLEO DOS CORPOS
ONLINE | 2º SEMESTRE 2021
RITUAL, PERFORMANCE, XAMANISMO, MITOLOGIA PESSOAL, PSICOMAGIA, VIDA-ARTE, SIMBOLOGIA, INCONSCIENTE, SONHOS, PODER DA IMAGEM, PALAVRA, MAGIA

MATRÍCULA
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SOBRE
A arte cura? Entenda na prática e vivencialmente como usar o poder curativo da arte. Nas culturas tradicionais, o xamã e o artista estão constantemente associados como figuras que têm a capacidade de fazer a ponte entre o mundo visível e algo da esfera do invisível. Criatividade, imaginação e espiritualidade constantemente se tocam, pois apontam para o mundo simbólico, fora do cotidiano imediato. No mundo contemporâneo, vivemos uma desconexão destes mundos. A espiritualidade parece ser um monopólio das religiões instituídas, enquanto o artista seria apenas uma peça dentro do mercado de luxo. É preciso reconectar e reconhecer que a criatividade e a intuição são irmãs e não dons reservados a poucos escolhidos. Se descobrir através da arte está disponível para qualquer pessoa. É possível uma arte curativa e uma espiritualidade criativa. Uma espiritualidade longe dos clichês em que poderemos encontrar nossa mitologia pessoal e usar o poder criativo como ferramenta de autoconhecimento. A espiritualidade criativa não está ligada a nenhuma religião, é um exercício do simbolismo pessoal.
O curso incentiva que cada pessoa mergulhe em um processo de investigação pessoal e artística, ao mesmo tempo em que se apropria das ferramentas de criação de rituais/performance, mitologia pessoal e interpretação simbólica.

CONTEÚDO
Curso vivencial e prático direcionado a artistas e pessoas criativas que queiram encontrar na arte uma forma de autoconhecimento. Utilizaremos exercícios inspirados no método de Anna Halprin – Life art process – e na psicomagia de Alejandro Jodorowsky. Através de uma abordagem contemporânea, entraremos em contato com o xamanismo, a magia e a alquimia. Com exercícios criativos e jogos simbólicos, iremos intensificar a comunicação com o próprio inconsciente. No limiar entre arte e terapia, investigaremos o poder de autocura emocional, mental e corporal.
Em cada mês, focaremos em um tema, trazendo as ferramentas para que cada um possa se descobrir e usar conscientemente sua criatividade e intuição.
– Quem sou eu no universo?
Desbloqueio das habilidades criativas e busca da mitologia pessoal
– Como fazer um ritual?
O poder de atos poéticos e simbólicos no dia a dia.
– Pode uma imagem mudar o mundo?
O poder dos símbolos pessoais e universais. A iconografia religiosa e a arte contemporânea.
– E se formos sonho? A palavra pode criar a realidade?
Como usar a ficção para entender e modificar a realidade.

DINÂMICA
Aula expositiva em videoconferência
Exercícios semanais com acompanhamento coletivo em aula

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em conhecer e/ou pesquisar o tema
Indicado para pessoas interessadas em desenvolver processos artísticos e para pessoas com processos artísticos em andamento
Não exige conhecimentos prévios

QUANDO
05 de agosto a 25 de novembro. Quintas, de 10h às 13h

VALOR
R$ 1.520,00 ou 4x de R$ 380,00

REFERÊNCIAS
ELIADE, Mircea. O xamanismo e as técnicas arcaicas do êxtase. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
HALPRIN, Anna. Moving Toward Life: five decades of transformational dance. Middletown: Wesleyan University Press, 1995.
JODOROWSKY, Alejandro. Psicomagia. São Paulo: Devir, 2009.
JUNG, Carl Gustav et al. O homem e seus símbolos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2002.
SCHECHNER, Richard. Performance studies: an introduction. Routledge, 2011
Vídeos
<https://www.youtube.com/c/artistamago>

RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet
Computador ou celular com câmera
Material simples de desenho e escrita: Papel A4 comum, giz de cera ou pastel, lápis para escrever.

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados; a política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

NADAM GUERRA
Artista formado em teatro e mestrando em artes visuais. Colabora com os artistas Michel Groisman no DESMAPAS e Domingos Guimaraens no Grupo UM. Atua como organizador de eventos de arte como o festival de performance V::E::R (EAV, 2005 e Terra UNA, 2011). Coordena a residência artística Terra UNA. Ministrou cursos de performance no México (ex-teresa arte actual), na Argentina (Universidade de San Martin) e em diversas cidades do Brasil.


TÓPICOS DE CURADORIA E MONTAGEM DE EVENTOS DE ARTE | FERNANDO COCCHIARALE E IVAN PASCARELLI 
NÚCLEO DE ESTUDOS CRÍTICOS E CURATORIAIS
ONLINE | 2º SEMESTRE 2021
ARTE CONTEMPORÂNEA, EVENTOS DE ARTE, MONTAGEM DE EXPOSIÇÕES, CURADORIA

MATRÍCULA
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SOBRE
A partir de debates, pesquisas e experiências práticas, este curso pretende apresentar ao público interessado etapas fundamentais da curadoria e da conceituação espacial do projeto de montagem de eventos de arte. Não é, portanto, um curso de especialização, mas de introdução às principais etapas do trabalho curatorial. O curso terá um caráter dinâmico ao possibilitar que todos – alunos(as), professores e convidados(as), entre eles, designer, iluminador e produtor – dialoguem e compartilhem suas experiências.

CONTEÚDO
– Transbordamento da produção artística artesanal (pintura, desenho, escultura, gravura) entre as décadas de 1950 e 1960, para as novas mídias tecnológicas (fotografia, filme, vídeo, etc.) e sua aproximação com outras artes (performance, intervenções na natureza, espaços urbanos, na esfera do conceito e da sonoridade) para além das fronteiras convencionais da produção estrita de obras (objetos artísticos) e suas articulações com o novo contexto mundial pós-Segunda Guerra Mundial;
– Caracterização dos diferentes tipos de exposição: permanente, temporária, itinerante, periódica, individual, coletiva, documental, etc e profissionais envolvidos: curador, arquiteto, designer, produtor, cenotécnico, museólogo, montador, etc.;
– Concepção do projeto curatorial: conceito da exposição; escolha dos artistas e obras que irão integrá-la em função da visualização desse conceito na exposição;
Todos os encontros serão acompanhados de farto material iconográfico com projeção de imagens, contendo amplo acervo de fotos realizadas pelos professores em diferentes instituições culturais do país ao longo dos últimos trinta anos. Além disso, serão compartilhadas as imagens de acervo dos(as) palestrantes convidados(as).

DINÂMICA
Aula expositiva em videoconferência; Compartilhamento de referências semanais com debates coletivos em aula

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em conhecer e/ou pesquisar o tema; Não exige conhecimentos prévios

QUANDO
05 de agosto a 25 de novembro. Quintas, de 19h30 às 21h30

VALOR
R$ 1.600,00 ou 4x de R$ 400,00

REFERÊNCIAS
O’DOHERTY, Brian. No Interior Do Cubo Branco: a Ideologia Do Espaço Da Arte. Martins Fontes, 2002.
OURIQUES, Evandro Vieira; LINNEMANN, Ana; LANARI, Roberto. Manuseio e Embalagens de Obras de Arte. Funarte, 1989.
HEGEWISH, Katharina e KLÜSER, Bernd org.. L’Art de le Exposition: une documentation sur trente, 1998.

RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet; Computador ou celular com câmera

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados; a política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

FERNANDO COCCHIARALE
Fernando Cocchiarale é professor de Filosofia do Departamento de Filosofia da PUC-RJ (desde 1978) e da Escola de Artes Visuais do Parque Lage desde 1990. Autor de livros como Abstracionismo Geométrico e Informal: A Vanguarda Brasileira dos Anos 50 (com Anna Bella Geiger), Rio de Janeiro, MEC/ Funarte, 1987 e Quem Tem medo da Arte Contemporânea, Recife, Fundação Joaquim Nabuco, Editora Massangana, 2006, publicou cerca de 200 artigos, textos e resenhas em coletâneas, catálogos Jornais e revistas de arte do Brasil e do exterior (tais como o Jornal do Brasil, RJ; Módulo, RJ; Guia das Artes, SP; Galeria e ArtNexus, Colombia). Foi membro da Comissão Curadora do Projeto Rumos Visuais de 1999 a 2000; curador-coordenador do mesmo Projeto entre 2001 / 2002 e, de novembro de 2000 a agosto de 2007, curador do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Foi curador da Casa de Cultura Laura Alvim, no Rio de Janeiro (2011/2012) e curador das mostras de arte contemporânea do Santander Cultural, Recife (2011). É doutor em Tecnologias da Comunicação e Estética pela Escola de Comunicação da UFRJ (2012). Em 2016, reassumiu a curadoria do MAM do Rio de Janeiro.

IVAN PASCARELLI FERREIRA
Ivan Pascarelli Ferreira é arquiteto, designer de montagem e consultor técnico. Entre suas principais experiências, destaca as exposições: Arte Foto – CCBB – RJ e BRASÍLIA; Franz Weissman – Uma Retrospectiva – MAM e CCBB-RJ; Athos Bulcão – Uma Trajetória Plural – CCBB-RJ; Mostra Rio de Arte Contemporânea – MAM-RJ; Violência e Paixão – SANTANDER CULTURAL – PORTO ALEGRE e MAM-RJ; Facchinetti – CCBB-RJ; O Corpo na Arte Contemporânea – ITAÚ CULTURAL – SP; Arte Moderna em contexto – Coleção ABN AMRO REAL – MAM – RJ, SEDE BANCO REAL – SP, MON-PR, CENTRO CULTURAL BANCO REAL – PE, PALÁCIO DAS ARTES-BH; Cinema de Artistas – Centro Cultural OI FUTURO – RJ; Waltercio Caldas – MUSEU VALE DO RIO DOCE – ES e MAM – RJ; Ivens Machado – CENTRO CULTURAL OI FUTURO; Franz Manata e Saulo Laudares – CASA DE CULTURA LAURA ALVIM-RJ, Marcos Chaves – Alucinação à beira-mar – CASA DE CULTURA LAURA ALVIM-RJ; Ana Linnemann-Cartoon-CASA DE CULTURA LAURA ALVIM-RJ; Cadu-Entardecer no ano do coelho; Ronald Duarte – CASA DE CULTURA LAURA ALVIM-RJ; Franklin Cassaro – CASA DE CULTURA LAURA ALVIM-RJ; Marta Jourdan – CASA DE CULTURA LAURA ALVIM-RJ; Waldemar Cordeiro – ITAÚ CULTURAL-SP e Paço Imperial-RJ; Elisa Magalhães – Centro Cultural OI FUTURO IPANEMA; Entre a fazenda e o arranha céu – Arte contemporânea na fazenda SÃO LUIZ DA BOA SORTE- RJ; Guilherme Vaz-CCBB-RJ; Moriconi – CENTRO CULTURA DOS CORREIOS-RJ; Ferreira Gullar – BNDES-RJ; Gabriele Basilico – CENTRO CULTURAL Oi FUTURO – RJ; Nan Goldin-MAM/RJ; Elisa Magalhães – PAÇO IMPERIAL-RJ; Flamengo: história de uma paixão – CASA FRANÇA BRASIL e Museu Nacional vive – CCBB-RJ.


LINGUAGENS VISUAIS: TEORIAS E PRÁTICA EM VIDEOARTE E FOTOGRAFIA 
MARCOS BONISSON
NÚCLEO DE IMAGEM EM MOVIMENTO
ONLINE | 2º SEMESTRE 2021
ARTE CONTEMPORÂNEA, TEORIAS DECOLONIAIS, ARTE MODERNA

MATRÍCULA
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SOBRE
Curso teórico e prático que tem como objetivo orientar e dialogar com todos os interessados (sem pré-requisitos) em pesquisar e trabalhar a partir de leituras, teorias e práticas experimentais com videoarte, fotografia, colagem e outros suportes em direção ao desenvolvimento de um trabalho pessoal ou aquisição de conhecimentos no campo das artes visuais.

CONTEÚDO
A proposta desse curso teórico e prático é enfatizar a orientação de projetos em andamento ou elaborados durante os encontros semanais, a partir de proposições e exercícios específicos de aula.
Durante o curso, serão apresentados os trabalhos dos seguintes artistas, entre outros: John Baldessari, Nan Goldin, Hélio Oiticica, Bernd & Hilla Becher, Larry Clark, Cindy Sherman, Man Ray, Rivane Neuenschwander, William Eggleston, Valeska Soares. Marcel Duchamp, Jeff Wall, Janet Cardiff, Artur Omar, Nam June Paik, Diane Arbus, Gary Hill, Bill Viola, Dziga Vertov, Hiroshi Sugimoto, Kenneth Anger, Andreas Gursky, Jack Smith, Andy Warhol, Sophie Calle, Robert Mappelthorpe, Jean-Luc Goddard, Chris Marker, Robert Smithson, Nobuyoshi Araki, Vito Acconci, Chris Burden, Gordon Matta-Clark, Bas Jan Ader, Valie Export, Marina Abramovic, Lygia Clark, Beuys, Ana Medieta, Maya Deren, Stan Brackhage, Carolee Schneemann, Bruce Nauman, Artur Barrio, Lygia Pape, Antonio Manuel, Miguel Rio Branco, Antonio Dias, Peter Greenaway, Sam Taylor-Wood, Pipilotti Rist, Shirin Neshat, Cao Guimarães, Miguel Angel Ríos, Superflex, Rosana Paulino.

DINÂMICA
Aula expositiva em videoconferência
Exercícios semanais com acompanhamento coletivo em aula
Compartilhamento de referências semanais com debates coletivos em aula
Acompanhamentos individuais com debates coletivos em aula

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em conhecer e/ou pesquisar o tema
Indicado para pessoas interessadas em desenvolver processos artísticos e para pessoas com processos artísticos em andamento
Não exige conhecimentos prévios

QUANDO
05 de agosto a 25 de novembro. Quintas, de 19h às 21h

VALOR
R$ 1.520,00 ou 4 x de R$ 380,00

REFERÊNCIAS
MACHADO, Arlindo. Made in Brasil. São Paulo: Iluminuras, 2003
MACIEL, Kátia. Transcinemas. Rio de Janeiro: Contracapa, 2009.
MARTIN, Sylvia. Video Art. Alemanha:  Taschen, 2006.
KRAUS, Rosalind. O Fotográfico. São Paulo: Editorial Gustavo Gili, SA, 2002.
COTTON, Charlotte. A Fotografia como Arte Contemporânea. São Paulo: Martins Fontes, 2010.

RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet
Computador ou celular com câmera

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados; A política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

MARCOS BONISSON
Marcos Bonisson é Artista e Mestre em Ciência da Arte (UFF). Atualmente, é Doutorando em Estudos Contemporâneos das Artes (UFF). Nasceu e trabalha na cidade do Rio de Janeiro. É graduado em Letras (UNESA) e pós-graduado em Arte e Cultura (UCAM). Estudou gravura, desenho, cinema e fotografia na EAV – Escola de Artes Visuais do Parque Lage (1977–1981), onde, é professor autônomo nos cursos livres de Introdução à Videoarte e Conversações sobre escritos de arte com o Curador Fernando Cocchiarale. Marcos Bonisson participou de três Bienais Internacionais: 27ª Bienal Internacional de São Paulo, 2006.  Segunda Edição da BienalSur, 2019 e da XXI Bienal Internacional de Arte de Cerveira, Portugal, 2020. Além de ter participado em diversas mostras coletivas de Arte no Brasil e no exterior. Os seus três últimos filmes em parceria com o vídeo-artista, Khalil Charif, já foram apresentados em mais de noventa festivais internacionais de cinema e ganharam doze diferentes prêmios na categoria de Melhor Curta Experimental. Marcos Bonisson publicou os livros: Arpoador (Editora Nau, 2011), Pulsar (Editora Binóculo, MAM, 2013) e ZIGZAG (Editora Bazar do Tempo, 2017). Suas mais recentes exposições individuais foram no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro em 2013, na Maison Européenne de la Photographie (MEP-Paris) em 2015, e na Galeria do Parque Lage em 2018, na condição de artista homenageado.



ARTE NO PARQUE [PONTES ONLINE] | DANIELA SEIXAS E DEISE ALCANTARA 

NÚCLEO PARQUINHO LAGE
ONLINE | 2º SEMESTRE 2021
VIDA, CASA, EXPERIMENTOS, OS CINCO SENTIDOS, LUGARES IMAGINADOS, ARTE CONTEMPORÂNEA, CRIANÇA

MATRÍCULA
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SOBRE
O curso acontecerá através da observação ativa e lúdica da casa e do que nos rodeia neste momento. Vamos convidar as crianças a imaginar e criar pequenos mundos, para depois construir pontes entre suas criações. A cada encontro semanal por vídeo, as crianças serão estimuladas a apresentar suas ideias e criarem desenhos, sons, vídeos, texturas e o que mais sugerirem enquanto processos criativos para esse novo momento.

CONTEÚDO
Ver, sentir, pensar, imaginar e inventar.
Este curso é um espaço para pensar-fazer arte a partir de propostas acessíveis às crianças e estruturadas por/para elas. Construiremos, juntos, ideias, combinados, contribuições e compartilhamentos que se alternarão entre crianças e professoras. Dentro do curso, o protagonismo infantil ancora o processo de criação, decisão e reflexão ao longo de todos os momentos, desde o surgimento de uma ideia, sua discussão e realização, até a reflexão sobre cada processo.
Através do ver e do fazer, junto com a elaboração de soluções e problemas, serão feitas propostas coletivas e individuais que permitam a experimentação de desafios e a investigação de conteúdos, materiais e procedimentos diversos em arte. Realizaremos propostas práticas a partir de vivências estéticas, pesquisas e provocações, para potencializar processos sensíveis, como o contato e a exploração dos ambientes que nos cercam.

DINÂMICA
Exercícios semanais com acompanhamento coletivo em aula

PÚBLICO
Indicado para crianças entre 6 anos e 10 anos interessadas em criação e processos artísticos

QUANDO
07 de agosto a 27 de novembro. Sábados, de 11h às 12h

VALOR
R$ 1.200,00 ou  4x de R$ 300,00

RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet; Computador ou celular com câmera; Objetos e materiais encontrados em casa; Papéis variados; Lápis grafite; Borracha; Canetas e canetinha; Lápis de cor (aquarela); Giz de cera; Tintas guache (opcional); Pincel macio; Tesoura; Cola; Fita adesiva; Caixas.

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados; A política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

DANIELA SEIXAS
Artista, mestre em Processos artísticos contemporâneos e licenciada em Artes visuais pela UERJ. Participou de diversas exposições, como as coletivas: 10ª Bienal do Mercosul: Mensagens de Uma Nova América (Usina – Porto Alegre), Deslize (MAR – Rio de Janeiro), Through the surface of the page (DRCLAS, Harvard University – Massachusetts), City as a process (Parallel program, 2nd Ural Industrial Biennial of Contemporary Art – Rússia), Prêmio EDP nas Artes (Instituto Tomie Ohtake – São Paulo), entre-vistas (Programa Aprofundamento EAV Parque Lage – Rio de Janeiro); e as individuais: A riscar (Paço das Artes – São Paulo), Drawing error (Zip’up, São Paulo), Como habitar palavras ou outros objetos (Flip – Sesc Paraty) e Tarefas rarefeitas (Galeria Ibeu – Rio de Janeiro).

DEISE ALCANTARA
Rio de Janeiro, 1982. Vive no Rio de Janeiro. Formada em Artes Visuais pela UERJ e pela Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Cursando Mestrado em Arte, Educação e Currículo pelo CAp-UERJ. Professora na Rede Municipal de Ensino do Rio de Janeiro e professora substituta de Design na CAp UERJ. Idealizadora, Organizadora e Mediadora da Jornada Arte- Pedagógica (E.M do Rio de Janeiro e UFRJ). Estuda círculos holísticos xamânicos, por meio da expansão da consciência no contato com a natureza, com o sagrado e de plantas mestras.



LUZ E CENA | IZA VALENTE E ROGÉRIO EMERSON MAGALHÃES 

NÚCLEO DE ESTUDOS CRÍTICOS E CURATORIAIS

ONLINE | 2º SEMESTRE 2021
VIDA, CASA, EXPERIMENTOS, OS CINCO SENTIDOS, LUGARES IMAGINADOS, ARTE CONTEMPORÂNEA, CRIANÇA

MATRÍCULA
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SOBRE 

O curso permeia as múltiplas possibilidades de pensar e criar cenografia e iluminação, assim como a inter-relação entre esses dois segmentos da arte.

 

CONTEÚDO

O curso abordará um breve histórico sobre a cenografia e a iluminação, a apresentação de atores envolvidos em uma montagem, materiais disponíveis, equipamentos, estudo de imagens, levantamento in loco de uma sala teatral, entre outras fontes. Os temas servirão de estímulos e referências para a construção de possíveis camadas perceptivas e

influenciadoras para futuros projetos. Aulas teóricas, práticas e visitas guiadas a teatros, museus e galerias*, darão

sustentabilidade para a base do desenvolvimento da criação a prática de exercícios.

 

*Os encontros realizados em espaços culturais serão marcados conforme as recomendações de

isolamento social.

 

DINÂMICA

Aula expositiva em videoconferência

Exercícios semanais com acompanhamento coletivo em aula

 

PÚBLICO

O curso é destinado a alunos e profissionais das áreas de arquitetura, artes, cinema, teatro,

além de cenografia e iluminação.

 

QUANDO 

02 de agosto a 06 de dezembro. Segundas, de 19h às 21h.

 

VALOR

R$ 1.320,00 ou 4x de R$ 330,00

 

REFERÊNCIAS

ANCHIETA, José de. Cenograficamente: da cenografia ao figurino. São Paulo: Edições

SESC, 2016.

 

AUMONT, Jacques. A imagem. Campinas: Papirus Editora, 1993.

 

CRARY, Jonathan. Técnica do observador: Visão e modernidade no século XIX. Rio de Janeiro: Contraponto, 2012.

 

EICHBAUER, Hélio. Cartas de Marear. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2013

 

GAGE, John. A cor na arte. São Paulo: Martins Fontes, 2012.

 

MILARÉ, Sebastião. Antunes Filho – Poeta da Cena. São Paulo: Edições SESC, 2010.

 

MOURA, Edgar Peixoto de. 50 anos luz, câmera e ação. São Paulo: Editora SENAC São Paulo, 2001.

 

RATTO, Gianni. Antitratado de Cenografia: variações sobre o mesmo tema. São Paulo:Editora SENAC São Paulo, 1999.

 

SERRONI, José Carlos. Cenografia brasileira: notas de um cenógrafo. São Paulo: Edições Sesc SP, 2013.

 

Filmes

A Ronda da Noite de Peter Greenaway

MacBeth de Orson Welles

O Leopardo de Luchino Visconti

Os Iluminados de Cristina Leal

 

RECURSOS NECESSÁRIOS

Acesso à internet

Computador ou celular com câmera

 

SECRETARIA 

– Todos os cursos online e presenciais emitem certificados.

– A política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

 

IZA VALENTE

Formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Santa Úrsula. Nos anos 90, iniciou sua imersão na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, cursando aulas de desenho, pintura, escultura e História da Arte. Inicia, na mesma década, seus estudos em teatro e cenografia. Aprofundou seus estudos em cursos ‘tertúlias’ com o mestre Hélio Eichbauer. Fez assistência e participou de projetos com os cenógrafos: Gringo Cardia, Luis Stein, Marcos, Flacksman, Rosa Magalhães, entre outros. Desenvolveu cenários para a cena teatral, feiras e palcos para shows e festivais. Ministrou aulas de Artes Plásticas e Cenografia na Faculdade de Arquitetura da Universidade Santa Úrsula no período de 2005 a 2010. Criando e desenvolvendo projetos ligados a arquitetura, cenografia e as artes plásticas, explora em seus percursos infinitas possibilidades, compondo arte, estética, funcionalidade, sustentabilidade e o conforto, ao encontro de suas criações.

 

ROGÉRIO EMERSON

Ao final dos anos 70, Rogério Emerson estudou Artes Cênicas no Teatro Tablado e no grupo teatral “O Pessoal do Despertar”, onde aprendeu várias funções do teatro, principalmente as técnicas de montagens, de iluminação e de produção, além de trabalhar em empresas de iluminação se profissionalizando como Iluminador Cênico. Desde então,

vem trabalhando em diversos segmentos como teatro, shows, exposições, cinema e eventos. Nos anos 80, participou do movimento “Circo Voador” no Arpoador e na Lapa, além dos projetos Voadores em São Luís, Fortaleza e Recife. Trabalhou na Dueto Produções com trabalhos de Iluminação em vários projetos musicais, e como assistente de produção em projetos como o Free Jazz, Carlton Dance, Shows Internacionais como Madonna e Rolling Stones. É iluminador dos shows de Chico Buarque entre 1987 a 2018, além de outros artistas da MPB e em projetos da Funarte como o Projeto Pixinguinha. Ao final dos anos 90, acrescenta no currículo trabalhos de iluminação para TV e Cinema. Sem jamais abandonar os Projetos de Artes Cênicas e Eventos Musicais, vem se dedicando nos últimos 17 anos áreas das Artes Plásticas, cria a Art e Luz e dá início a projetos de iluminação para museus, centros culturais, galerias, feiras de arte, com artistas plásticos dos mais variados segmentos. Desde 2008 ministra aulas de iluminação para arte na EAV Parque Lage, onde desenvolve trabalhos artísticos, consolidando trinta e nove anos de profissão.



ENTRE ONTEM E AMANHÃ: LABORATÓRIO DE PESQUISA E ACOMPANHAMENTO | FÁBIA SCHNOOR 

NÚCLEO DE DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS/POÉTICAS
ONLINE | 2º SEMESTRE 2021
ARTE CONTEMPOR NEA, PRÁTICA ARTÍSTICA, ABY WARBURG, GIULIO CAMILLO DELMINO

MATRÍCULA
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SOBRE
O laboratório de pesquisa é desenvolvido tendo como ponto de partida o pensamento de Giulio Camillo Delmino e Aby Warburg. O programa inclui conteúdos teóricos multidisciplinares, propostas práticas e convidados que apresentam suas pesquisas. A proposta estimula a autonomia da pessoa no processo de construção da sua linguagem,
tem caráter horizontal de troca e não tem pré-requisitos. O objetivo é criar um espaço livre para construção de pensamento, introduzir uma metodologia de pesquisa para o desenvolvimento de projetos pessoais ou coletivos, além
de ser um ponto de encontro, travessia e partilha em tempos difíceis. Os participantes desenvolvem sua pesquisa pessoal e paralelamente participam da construção da pesquisa coletiva com imagens, objetos, sons ou outra(s) mídia(s) de sua escolha. O laboratório, antes da pandemia, já trazia na sua concepção o desdobramento virtual das
práticas de sala de aula e agora se expande significativamente para este território experimentando novas ferramentas digitais para sua construção.
O laboratório oferece um contingente de bolsas e descontos de acordo com o número de
inscritos, a partir de carta de intenção de meia lauda tendo como critérios a equidade,
diversidade e a ordem de chegada.

CONTEÚDO
A partir do percurso proposto cada participante estabelece uma ou mais formas de coleta de dados: observações, imagens próprias, trabalhos de arte, fotografias, áudios, objetos, notícias, filmes, jornais, entre outros. Nos encontros essas informações se confrontam, são relacionadas de diversas formas e analisadas pelo grupo, sendo então montados e remontados em painéis sugerem diferentes percursos de leitura. O objetivo é desvelar conteúdos inéditos que o material selecionado traz, dando vida a um dispositivo de relações e associações dinâmicas.
Os tópicos serão:
• Introdução ao pensamento de Giulio Camillo e Aby Warburg
• Metodologia de pesquisa transdisciplinar para desenvolvimento de projetos
• Conteúdo teórico de diferentes campos do saber
• Exercícios práticos individuais e coletivos
• Acompanhamento da pesquisa individual pelo coletivo
• Conversas com convidados de diferentes áreas
• Leitura de textos, filmes, e artistas como referência.

DINÂMICA
Aula expositiva em videoconferência
Exercícios semanais com acompanhamento coletivo em aula
Compartilhamento de referências semanais com debates coletivos em aula
Acompanhamentos individuais com debates coletivos em aula

PÚBLICO
Indicado para pessoas interessadas em desenvolver processos artísticos e para pessoas com processos artísticos em andamento

QUANDO
03 de agosto a 25 de novembro. Terças e quintas, de 17h às 19h

VALOR
R$ 1.800 ou 4x de R$ 450,00

REFERÊNCIAS
ALMEIDA, Milton José de.Teatro da Memória de Giulio Camilo – COTIA, SP: Ateliê editorial: Editora da UNICAMP, 2005.
AGAMBEN, Giorgio. A potência do pensamento: ensaios e conferências – Belo Horizonte: Autêntica; 2017.
CADOR, AMIR BRITO, Enciclopedismo em Livros de Artista: um manual de construção da Enciclopédia Visual – Universidade Federal de Minas Gerais, 2012.
DARWIN, Charles A expressão nos homens e nos animais – São Paulo: Companhia das letras, 2009.
DIDI-HUBERMAN, O que vemos, o que nos olha – São Paulo: Editora 34, 2010.
DIDI-HUBERMAN, George, A Imagem Sobrevivente, História da Arte e tempo dos fantasmas segundo Aby Warburg – Rio de Janeiro, Editora Contraponto, 2013.
DIDI-HUBERMAN, George, Diante da Imagem, Questão colocada aos fins de uma História da Arte – São Paulo, Editora 34, 2013.
DIDI-HUBERMAN, George, Diante do Tempo, História da Arte e Anacronismo das Imagens – Belo Horizonte, Editora UFMG, 2015.
DIDI-HUBERMAN, George, Atlas ou o Gaio Saber Inquieto – O olho da História, III – Belo Horizonte, Editora UFMG, 2018.
JAQUES, PAOLA BERENSTEIN, Elogio aos Errantes – Salvador, EDUFBA, 2012.
MICHAUD, Philippe Alain. Aby Warburg e a Imagem em movimento – Rio de Janeiro: Contraponto, 2013.
SAMAIN, ETIENNE, Como Pensam as Imagens – Campinas-SP, Editora Unicamp, 2012.
YATES, Frances. A Arte da Memória – São Paulo: Editora da Unicamp, 2007.

RECURSOS NECESSÁRIOS
Acesso à internet; Computador ou celular com câmera

SECRETARIA
Todos os cursos online e presenciais emitem certificados. A política de bolsas só é oferecida na matrícula com pagamento via boleto bancário.

FÁBIA SCHNOOR
Fábia Schnoor nasceu em 1976 no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha. É artista visual e professora da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Tem formação em artes visuais (EAV) e Arte Educação (Escolinha de Arte do Brasil). Em 2009, participou do curso História e Tempo: História e Cultura da Memória com a professora Margarida de Souza Neves na PUC-RJ. De 2009 a 2012, participou do curso Análise e Inserção da Produção Contemporânea com Iole de Freitas. Em 2012 é selecionada para o programa Projeto Pesquisa A Imagem em Questão, com Glória Ferreira e Luiz Ernesto, ambos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. No mesmo ano, trabalhou como assistente do artista Antony Gormley na montagem do trabalho Amazonian Field – CCBB-RJ. Em 2013, participou do programa de Residência Berlin Im Fokus em Berlim e em 2015 fez a residência ECHANGEUR 22, na França. Fábia fez exposições no Brasil e no exterior dentre elas destacam-se as coletivas: Residual Benefits (Instituto de Arte Contemporânea de Phoenix – EUA – 2012) Abre Alas (A Gentil Carioca, RJ – 2013) e Noite Azul Elétrico (Mendes Wood, SP- 2013), Ressonâncias (Künstlerhaus Bethanien, Berlim – 2013) Flutuantes (Paço Imperial, RJ – 2018) e as individuais LUGAR (Centro Cultural Cândido Mendes, RJ – 2015) Topografias do Instante (CCJF, RJ – 2016) e Post-It Drawings (55SP, SP-2018). Ainda em 2018 participa da Bienal Internacional de Arte SIART – “Los Orígenes de las Noches”.