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Curso gratuito e online para professores
22 de novembro a 07 de dezembro
O Curso de Formação com Professores | 'Educação e arte por um chão de escola que não passe em branco' acontecerá de 22 de novembro a 07 de dezembro, terças e quartas, das 19h às 22h. É uma programação destinada a profissionais da educação.
2022-11-10 13:24:50

Curso de Formação com Professores | Educação e arte por um chão de escola que não passe em branco

Esse programa integra o Plano Anual de Atividades da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, que conta com o patrocínio do Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.



CURSO DE FORMAÇÃO COM PROFESSORES | Educação e arte por um chão de escola que não passe em branco

Quase duas décadas após o estabelecimento da lei 10.639, que institui o ensino da cultura e histórias afro-brasileiras, africanas e indígenas, os desafios para sua efetiva implementação em sala de aula ainda são muitos. A exemplo de toda a sociedade, o ambiente escolar também desenvolve e atualiza ferramentas de práticas emancipadoras de vida e de combate ao racismo: o chão de escola é espaço de criação e resistência.

A Escola de Artes Visuais do Parque Lage apresenta o curso Educação e arte: por um chão de escola que não passe em branco* como uma proposta de formação em que debateremos a forma como diversos grupos sociais se relacionam com desafios encontrados por professoras e professores diante da articulação de temas como memória, tensões e construções raciais, liberdade religiosa, pedagogias periféricas e modos de ver, pensar, mediar e criar nos cotidianos da escola. Entre participantes convidados estão artistas, educadoras(es) e pesquisadoras(es) como Jordana Braz, Pandro Nobã, Ricardo Jaheem, Brune Ribeiro, Mirna Kambeba Omágua Yetê Anaquiri, Rodrigo Lopes e Dalton Paula, com coordenação e organização de Lorraine Mendes e Karen Aquini e assistência de Andressa Oliveira.

Destinado prioritariamente a professoras(es) da educação básica, que atuam junto às redes municipais, federais e estadual de ensino, educadoras(es) sociais, mediadoras(es) e/ou educadoras(es) que atuam em museus e/ou centros culturais.

O curso é gratuito e as 40 vagas serão preenchidas por ordem de inscrição via convocatória pública aberta para todo Brasil.

Será composto por 6 aulas, com carga horária total de 18h/aulas e acontecerá da seguinte forma:

Dias: terças e quartas, de 22 de novembro a 07 de dezembro de 2022
Horário: das 19h às 22h
Online pelo Zoom

Link de inscrição: https://forms.gle/sHVh6Nj5YPM5FT9A6


* Referência ao documentário lançado pelo Coletivo Malungo em 2013: Malungo - não deixe sua cor passar em branco.


Participantes:

Jordana Braz 

Educadora e pesquisadora. Mestranda em Estudos Literários pela UNIFESP, pós-graduada em Gestão de Projetos Culturais pelo CELACC-USP e graduada em Letras pela UNIFESP. Atua em educativos desde 2014, incluindo as instituições Fundação Bienal de São Paulo (2014-2015), URBE Mostra de Arte Pública (2016) e Oficina Cultural Oswald de Andrade (2016-2017) e Sesc Santo André (2019). Desde 2017 é educadora no Instituto Tomie Ohtake e uma das idealizadoras do projeto Experiências Negras. Em 2020, atuou como assessora do curso Mediação Cultural em Arte educação promovido pelo Sesc Nacional. Em 2018, iniciou sua pesquisa em relações étnico-raciais na educação e práticas de mediação em arte e também nas artes têxteis. Suas experimentações em artes têxteis possui técnicas mistas com bordado livre e costura à mão. Expôs suas costuras no Museu da UFRGS, em 2020, no núcleo de Memória e Trauma da 1ª Bienal Black Art Brazil. Em 2019, expôs sua produção na exposição Pretas reSignificações na Pinacoteca Diógenes Duarte Paes, em Jundiaí. Atualmente é assistente de curadoria e idealizadora da publicação educativa da exposição Transbordar: Transgressões do Bordado na Arte, com curadoria de Ana Paula Simioni.


Pandro Nobã

É artista urbano autodidata, nascido e criado no bairro da Penha, subúrbio do Rio de Janeiro. Atuante nas ruas desde 1998, dedica parte do seu tempo a trabalhos ligados à Arte Educacional. Em sua caminhada, Pandro Nobã atuou como instrutor de graffiti em escolas públicas, projetos sociais e dentro de instituições de medidas socioeducativas. Hoje em dia seu trabalho aborda temas ligados à sua ancestralidade e a sua vivência nas religiões de matriz afro-brasileira. Para além das ruas, o artista se aventura em pintura de telas e em objetos de barro que são geralmente utilizados nos cultos sagrados de terreiro.


Ricardo Jaheem

Professor do Ensino Básico da SME/RJ, escritor, poeta, mestre em educação na linha de políticas públicas, pesquisador de  Alfabetização (alfabetizador), criador da Pedagogia de Favelas (metodologia de ensino centrada na cultura das Favelas brasileiras), produtor de materiais didáticos da SME/RJ, premiado por sua atuação em escolas públicas pelo Conselho Municipal de Educação e pelo Conselho Municipal de Defesa dos Direitos do Negro (COMDEDINE),  produtor de conteúdo para Universidades, atuou como Assistente da Gerência de Alfabetização e Anos Inicias da Sme/RJ. Atualmente Gerente de Relações Étnico-Raciais da Sme. Também é escritor dos livros infantojuvenis Adebumi e Dindo! Atuou como professor regente na Escola Municipal Estados Unidos no bairro do Catumbi.


Brune Ribeiro da Silva

Bicha preta não-binária, pansexual, carioca suburbana, macumbeira e não-monogâmica. Mestranda em Artes Visuais - PPGAV/EBA/UFRJ. Graduação interrompida em Museologia pela Escola de Museologia da Unirio (2018-2019). Graduada em História da Arte pela EBA/UFRJ (2013-2019). Atualmente é Educadora Museal no Museu do Amanhã. Atuou como Educadora Museal terceirizada no Museu Histórico Nacional (2019-2020) e como Educadora Museal MEI no Galpão Bela Maré (2022). Gestora da Rede de Educadores em Museus e Centros Culturais do Rio de Janeiro (2019-2021). Pesquisadora no grupo de pesquisa "Educação Museal: conceitos, história e políticas", ligado ao Museu Histórico Nacional/CNPq. Como educadora estagiária, atuou nas instituições: Museu da Chácara do Céu (2015-2017); Museu Naval e Espaço Cultural da Marinha (2017); Centro Cultural Banco do Brasil RJ (2018); e Museu de Arte do Rio (2018). Têm experiência na área de Artes, com ênfase em História, Teoria e Crítica da Arte, na área de Educação Museal e na área de Museologia.


Mirna Kambeba Omágua Yetê Anaquiri

Doutoranda do Programa de Pós-graduação em Arte e Cultura Visual. Possui graduação em Artes Visuais - Licenciatura pela Faculdade de Artes Visuais - UFG (2013), graduação em Pedagogia pelo Instituto de Tecnologia e Educação de Goiás (2016) e mestrado em Programa de Pós Graduação em Arte e Cultura Visual pela Faculdade de Artes Visuais - UFG (2017). Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Artes Visuais, atuando principalmente nos seguintes temas: percurso acadêmico, autobiografia, mulher indígena, estereótipos e educação da cultura visual.


Lorraine Mendes 

É graduada em Artes e Design pela UFJF, mestra em História pela mesma instituição e atualmente é doutoranda em História e Crítica da Arte no PPGAV-UFRJ, onde desenvolve sua pesquisa sobre as representações do negro e da negritude na história da arte branco-brasileira e os projetos de Nação, realizando uma revisão do arquivo de imagens que formam a ideia de Brasil a partir da agência poética negra contemporânea. Inicia-se na docência no ano de 2017, tendo sido professora substituta do Departamento de Teoria e História da Arte da EBA-UFRJ entre 2019 e 2021. Tem realizado curadorias em feiras, galerias e instituições de arte nacionais e internacionais como desdobramentos de sua pesquisa. É curadora do projeto Dos Brasis, arte e pensamento negro.


Rodrigo Lopes 

É artista, arte-educador e designer. Coordena o LAC - Laboratório de Arte Contemporânea, onde pesquisa relações entre álbum de família, arquivo e sexualidade. Graduado em Comunicação Social (UFC) e mestrando no Programa de Pós-Graduação em Artes (UNESP). Foi arte-educador no Museu da Indústria e no Museu da Fotografia Fortaleza.

Participou da equipe de criação de vídeos para a instalação Transition and Apocalypse (2019), de Jota Mombaça (Festival The Present Is Not Enough - Performing Queer Histories and Futures / HAU Berlim), Pequenos Trabalhos Não São Trabalhos Pequenos (2019), Território Somos Nós (2019) com curadoria de Clébson Óscar e Soterramento (2018) com curadoria de Lucas Dilacerda.


Dalton Paula

Nasceu em 1982 em Brasília. Vive e trabalha em Goiânia.

Em sua prática artística, Dalton Paula emprega pintura, performance e instalações e, por meio dessas diversas linguagens, tece relações entre imagem e poder. Em seu repertório sígnico, a figura central é o corpo negro em diáspora, seus ritos e rituais. Destacam-se, em sua produção, pinturas em larga e pequena escala sobre diferentes suportes e também seu interesse contínuo pelos retratos, que constituem uma proposta de revisão da historiografia oficial. As pessoas retratadas são figuras históricas ligadas à diáspora africana, e muitas tiveram sua imagem e atuação apagadas. Nas instalações, Dalton desenvolve essa linha de investigação acerca do Atlântico Negro e sua rica linguagem simbólica.

 É bacharel em artes visuais pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e seu trabalho integra coleções importantes, como a do Museum of Modern Art (MoMA), de Nova York, da Pinacoteca do Estado de São Paulo e do Museu de Arte de São Paulo (MASP). Seu trabalho foi exibido na 32ª Bienal de São Paulo (2016), com curadoria de Jochen Volz, e na Trienal do New Museum (Nova York, 2018), com curadoria de Gary Carrion-Murayari e Alex Gartenfeld, além de figurar entre outras exposições coletivas. Apresentou em Nova York a individual Dalton Paula: a kidnapper of souls (2020) na galeria Alexander and Bonin. Dalton inaugurou o programa de exposições da Sé galeria com a exposição e um terremoto sereno e imperceptível arrasou a cidade...(2014) e realizou as exposições individuais Amansa-Senhor (2015) e Dalton Paula: entre a prosa e a poesia (2019).

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